Mãos à obra: Estudantes do matutino participam do segundo dia de oficinas

Texto e Fotos: Lu Couto e Willian Alves

Edição: Profa. Viviane Maia

 

O segundo dia de oficinas, do período matutino, foi realizado nessa quinta-feira, 21 de março, dentro da programação da Semana de Integração Acadêmica de Jornalismo e Publicidade. Assim como no primeiro dia, as atividades foram desenvolvidas em salas e laboratórios de informática. O objetivo destas atividades é colocar os estudantes em contato com a prática e desta forma melhor preparar os discentes para o mercado de trabalho.

As oficinas ofertadas nesta quinta-feira foram as seguintes:Roteiro audiovisual de ficção, ministrada pelo professor Frederico Carvalho; Let’s speak English, com o professor Maurício Lopes; e a continuação da oficina que iniciou ontem Um telefone e na mão e uma ideia na cabeça: como produzir audiovisual usando o celular, com a docente Verônica Brandão. Ao todo, 72 estudantes participaram das atividades e garantiram quatro horas extracurriculares, além de aprendizado e experiência.

O professor Frederico Carvalho elogiou a Semana de Integração Acadêmica, pois acredita que a mesma traz reflexões e discussões no âmbito acadêmico. “Na oficina, a gente tem uma condensação de um tema e o associamos com a prática. O aluno pode visualizar melhor a aplicação do seu conhecimento durante as aulas”, afirma.

O professor Maurício Lopes explica que tentou conciliar, em sua oficina, a língua inglesa ao campo da comunicação. “O aluno tem uma noção de inglês, mas, às vezes não tem a prática. A ideia é apresentar alguns aspectos gramaticais da língua que permitem ao mesmo descobrir o sentido da palavra”, sustenta.

Professor Maurício Lopes. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

O acadêmico Eleonayo Miguel participou da oficina de inglês e concorda que a aprender outro idioma tem sua importância na formação em jornalismo. “Precisamos buscar fontes não apenas em nossa língua, mas no mundo todo, pois como disse o professor, o mundo se comunica em inglês. Quando vi que haveria essa oficina foi a minha primeira opção”, explica.

Aluno Eleonayo Miguel. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

Para a estudante Priscilla Cavalcante, de 28 anos, caloura do curso de Publicidade e Propaganda, a oficina da qual participou ajudou na compreensão das técnicas audiovisuais. “Foi um aprendizado muito grande e uma das melhores aulas que eu já tive até agora. Hoje tenho uma nova visão sobre como tirar fotos, gravar vídeos”, comemora.

A aluna Priscilla Cavalcante. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

Nesta sexta-feira, a Semana de Integração Acadêmica será encerrada com duas sessões da 10ª edição do Projeto de Extensão Cineclube Araguaia, nos períodos matutino e noturno, respectivamente nos auditórios da unidade Bueno da Faculdade Araguaia e do Colégio Téo. O filme escolhido para a estreia desta edição da iniciativa foi o mexicano Tempo Compartilhado.

Cineclube Araguaia: Filme ‘Tempo Compartilhado’ abre 10ª edição do projeto de extensão

Texto: Matheus Pessoa e Kim Dietz

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Realizado desde o segundo semestre de 2014, o projeto de extensão Cineclube Araguaia chega à sua 10ª edição neste semestre. O filme Tempo Compartilhado foi o escolhido para a temporada 2019/1. Nesta sexta-feira, 22 de março, serão realizadas duas exibições, às 8h e 18h30, respectivamente nos auditórios Bueno da Faculdade Araguaia e do Colégio Téo. Após a exibição do filme, será realizada uma mesa de discussão formada pelos professores Gustavo Ponciano, Roberta Barros e Verônica Brandão, quando serão levantadas questões relacionadas a nossa sociedade.

De acordo com o professor Frederico Carvalho, um dos idealizadores do projeto, os temas são relacionados a nossa vida e em diversas áreas, como politica, economia, cultura, arte e etc. Mas tudo é sobre o viés da comunicação social, puxando uma interlocução entre essas áreas e os teóricos da comunicação, sempre buscando esses diálogos da teoria com aquilo que é exposto nos filmes.

Frederico Carvalho destaca o projeto cineclube como fundamental para debate sobre questões atuais. “Considero o projeto Cineclube Araguaia importantíssimo para a reflexão e o aprofundamento de questões relacionadas a nossa sociedade, relacionadas ao nosso cotidiano e a profissão de comunicador social, jornalistas e publicitários.”

O tema que será discutido nesse semestre é “Trabalho, consumo e lazer no capitalismo tardio”. Segundo Gustavo Ponciano, a ideia de capitalismo tardio surge em leituras críticas de novas formas de produção, distribuição e absorção que surgem e se desenvolvem a partir dos anos 1970; da percepção de que o capitalismo passa da atuação sobre a ideia da racionalidade própria à acumulação para a ideia emocional do consumo, expandindo, assim, os tipos de produtos, não mais apenas materiais, mas também imateriais.

O estudante de Jornalismo Luís Felipe Evangelista destaca a importância da iniciativa. “Para mim o cineclube é um projeto muito interessante e importante para o curso de comunicação, porque exibe produções audiovisuais tanto recentes como antigas para trazer assuntos que de alguma forma nos ajudará no nosso desempenho escolar e na nossa formação”.

 

SERVIÇO

Projeto de Extensão do Cineclube 2019/1

Data: 22 de março de 2019

8h – Auditório Bueno da Faculdade Araguaia

18h30 – Auditório do Colégio Téo

Entrada franca

 

FICHA TÉCNICA

Título original: Tiempo compartido
Gênero: Comédia
Ano: 2018
Classificação indicativa: +12
Duração: 136 min
País: México
Direção: Sebastián Hofmann

Sinopse: Pedro está cada vez mais intrigado. Ele acha que os vários contratempos que enfrenta com a família num resort , em férias, fazem parte de um plano sinistro. Será?

Na prática: Oficinas movimentam terceiro dia de atividades

Texto e fotos: Lu Couto e Willian Alves

Edição: Profa. Viviane Maia

 

O terceiro dia da programação da Semana de Integração Acadêmica dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, 20 de março, foi dedicado a realização de oficinas, nos períodos matutino e noturno. Nesta quarta pela manhã, das 8h às 12h,foram realizadas três oficinas, nas salas e laboratórios da unidade Bueno. Elas contaram com a participação de alunos interessados em agregarem mais conhecimentos e melhorarem seus portfólios, para ingressarem futuramente no mercado de trabalho.

A coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, professora Viviane Maia, explica porque foram reservados dois dias da programação da Semana de Integração Acadêmica para a realização de oficinas. “Os alunos gostam muito de atividades práticas. Amam colocar a mão na massa. Por isso, dois dias foram dedicados às oficinas, que tratam de temas bem atuais. Nesta manhã, mostramos como o telefone celular é uma ferramenta de trabalho para jornalistas e publicitários”, esclarece.

Os alunos do matutino se dividiram em três oficinas: Um telefone na mão e uma ideia na cabeça: como produzir audiovisual usando o celular, com a professora Verônica Brandão; Mobgrafia – a fotografia mobile. A vida pelas lentes do smartphone,com a professora Karine do Prado; e Como fazer jornalismo usando o celular, com a professora Viviane Maia.

Durante as oficinas, os alunos tiveram a oportunidade de aprender na prática. O pátio, laboratórios e salas de aula ficaram movimentados com a presença dos participantes, que buscavam as melhores fotos, imagens e entrevistas com fontes para poderem colocar em prática as orientações passadas pelas três professoras-oficineiras.

Para a professora Karine do Prado, os alunos estavam empolgados por praticarem com o celular,já que ele é uma ferramenta que quase todos têm, contudo não refletem sobre as inúmeras possibilidades do aparelho. “Essa oficina ampliou os horizontes dos alunos para que eles pudessem perceber que através do smartphone é possível fazer fotos bem parecidas com a profissional”, afirma a docente.

Professora Karine do Prado. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

Para a aluna Gabriela Aziz de Assis, do 2º período de Publicidade e Propaganda, as oficinas agregam no conhecimento sobre o uso do celular para atividades jornalísticas e publicitárias. “Agora que começamos, de fato,a aprender as formas de criação audiovisual,ampliando nossa imaginação e criatividade para produção de bons vídeos profissionais”, comemora.

Aluna Gabriela Aziz de Assis. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

Participante da oficina Como fazer jornalismo usando o celular, a acadêmica do 1º período de Jornalismo Nathália Santos diz que gostou da oficina, pois descobriu que para fazer jornalismo não são necessários muitos equipamentos. “Hoje, pude perceber que posso fazer muito com pouca coisa. Aprender a fazer coisas novas com um simples celular que a gente sempre tem à mão é muito interessante”, relata.

Aluna Nathália Santos. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

Encontro de Egressos: Como obter sucesso no mercado de trabalho

Texto: Ana Claudia Porto e Brenda Bianca

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Nesta terça-feira, 19 de março, será realizado o Encontro de Egressos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia, no auditório Bueno, às 8h30 e às 18h30. A atividade compõe a programação da Semana de Integração Acadêmica e Recepção dos Calouros, que prossegue até a próxima sexta-feira e conta com oficinas, aula magna e sessão de cineclube. O objetivo do evento é abrir o oficialmente o semestre e apresentar as principais discussões e atividades que serão realizadas neste semestre nos dois cursos.

O Encontro de Egressos é uma atividade que faz parte da programação acadêmica dos dois cursos e tem por objetivo trazer de volta ao ambiente estudantil profissionais de jornalismo e publicidade que se formaram na Faculdade Araguaia e atuam no mercado de trabalho. O objetivo é que estes profissionais egressos da instituição compartilhem dicas e experiências.

A atividade objetiva mostrar e incentivar os alunos a buscarem mais sobre a sua futura formação, mostrando a eles uma outra visão, o ponto de vista de quem já esteve onde eles se encontram hoje. A expectativa do evento é fazer com que os alunos possam usufruir das dicas de quem já saiu da instituição e se encontra no mercado de trabalho como jornalista.

Estudante do 6º período do curso de Jornalismo, Amanda Oliveira afirma que “o encontro com os ex-alunos ajuda bastante a ter uma noção maior de como é o mercado e as dificuldades que a profissão traz no começo da carreira e como se manter no mercado”.

Jornalista e professora da instituição, Patrícia Drummond destaca que “o evento é importante pois faz o intercâmbio com os alunos que estão cursando e os ex-alunos profissionais que hoje estão no mercado. Os profissionais de sucesso servem como inspiração para os alunos quebrando o paradigma que só a universidade pública forma bons profissionais”.

SERVIÇO

Semana de Integração Acadêmica e Recepção de Calouros
Encontro de Egressos

Data: 19 de março
Horário: às 8h30 (matutino) e às 18h30 (noturno)
Local: Auditório da unidade Bueno (Av. T-10, 1047 – Setor Bueno, Goiânia – GO)
Entrada gratuita

ECONOMIA COMPARTILHADA É TEMA DE EVENTO

Texto: Jonathan Cavalcante e Michel Paiva

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Começa nesta segunda-feira, 18 de março, a Semana de Integração Acadêmica dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia. A programação – que prossegue até a próxima sexta – será aberta com a aula magna intitulada Economia compartilhada: produção e consumo em Comunicação, das 18h30 às 22h, no auditório da Unidade Bueno.

Neste semestre, a aula inaugural contará com um formato diferente: os dois convidados – Francisco Lima Júnior, analista de Inovação e Competitividade do Sebrae Goiás; e Marcos Alberto Bernardo, co-fundador e sócio do Instituto Parque Tecnológico Gyntec –, além de apresentarem uma análise sobre o cenário atual para os negócios, serão sabatinados pelos professores Altair Tavares, Frederico Carvalho, Márcia Pimenta e Verônica Brandão. A mediação ficará a cargo da professora Viviane Maia, coordenadora dos cursos.

Em um formato diferente, seguindo um modelo “arena”, já conhecido do programa Roda Viva, da TV Cultura, os convidados vão discorrer sobre as possibilidades de negócio na economia digital e comportamentos disruptivos. Quais são as possibilidades de negócios no século XXI? Essa e outras questões serão levantadas.

A professora Márcia Pimenta, que participará da sabatina, destaca que essa discussão é de extrema relevância no âmbito da comunicação, uma vez que trabalhamos com produção e consumo cotidianamente.

“Estamos vivenciando uma mudança de paradigma nas relações de produção e consumo. Tais relações influenciam novos modos de vida, relações, formas de trabalho, etc. A economia compartilhada é uma tendência nessas relações e nos comportamentos de consumo – dividir o uso (ou a aquisição) de produtos e serviços, naquilo que se denomina consumo colaborativo”, esclarece.

A docente explica que há, nesse contexto, o surgimento de inúmeras possibilidades de se empreender e um novo jeito de viver e de consumir. Hoje, é possível compartilhar transportes, rotas, casas, quartos, utensílios os mais diversos, músicas, dentre outros, tendo as tecnologias da informação como facilitadoras.

Ela ainda destaca a relevância do tema no Jornalismo “faz-se necessário refletir sobre os novos modos de se produzir conteúdos jornalísticos, de maneira colaborativa e independente, assim como os novos públicos e suas respectivas participações nessa produção.”

Um dos sabatinadores da aula inaugural, o professor Altair Tavares explica que o tema do semestre é bastante coerente com o cenário que vivemos atualmente, marcado pelos avanços tecnológicos e o desenvolvimento de startups.

“Vamos ter a oportunidade de debater do que já conhecemos, principalmente do projeto do Gyntec, que é um local que tem promovido o desenvolvimento de startups. E desenvolver negócios da economia compartilhada, pode ser uma grande oportunidade para os nossos futuros profissionais da área da comunicação e da tecnologia. Portanto, a escolha muito atual, espero que o debate realmente possa ser um alavancador de boas ideias e principalmente com a contribuição dos nossos palestrantes.”

Entenda o que é economia compartilhada

O tema Economia compartilhada: produção e consumo em comunicação é um assunto relevante e que envolve a mudança de comportamento social e de consumo. A economia compartilhada é uma nova tendência de hábitos de consumo, onde a divisão do uso ou compra de serviços e produtos acontecem de forma colaborativa.

Ela permite que as pessoas mantenham o mesmo estilo de vida, sem precisar adquirir mais, o que impacta positivamente não só no bolso, mas também na sustentabilidade do planeta. Além dos já conhecidos Uber, Airbnb, Prime Fraction Club e Tripda, conheça também algumas startups brasileiras do nicho: Tem Açúcar?; SmartBeach; Bliive; Vivências; Happymoment; Kiiin; Serviçaria; ezPark; Dog Hero; Quintal de Trocas e My Open Closet.

SERVIÇO

Aula Magna – Semana de Integração Acadêmica

Data: 18/03 (segunda-feira)
Horário: 18h30 às 22h
Local: Auditório da Faculdade Araguaia – Unidade Bueno
Entrada gratuita

Cursos de Jornalismo e Publicidade realizam Semana de Integração Acadêmica 2019/1

Texto: Vinicius Martins

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Com o intuito de recepcionar os alunos recém-chegados, promover uma integração entre veteranos e calouros e apresentar a pauta norteadora do semestre, a coordenação dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia realiza a Semana de Integração Acadêmica 2019/1, de 18 a 22 de março, das 8h às 12h e das 18h30 às 22h, na unidade Bueno. A programação é variada e contará com aula magna, encontro de egressos, oficinas e sessão de cinema.

A programação será aberta com a aula magna, que será realizada em um formato especial: os convidados Francisco Lima Júnior, analista de Inovação de Competitividade do Sebrae/GO; e Marcos Alberto Bernardo de Campos, co-fundador e sócio do Instituto e Parque Tecnológico Gyntec serão sabatinados pelos professores Altair Tavares, Frederico Carvalho, Márcia Pimenta e Verônica Brandão. A mediação ficará a cargo da coordenadora dos cursos, professora Viviane Maia.

A terça-feira será reservada para o Encontro de Egressos, que será realizado em duas edições: uma no matutino e outra no noturno. O objetivo da atividade é reunir ex-alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade, que vão compartilhar suas experiências no mercado de trabalho com os atuais alunos.

A quarta e a quinta ficarão reservadas para oficinas diversas, que serão ministradas pelos professores dos cursos no matutino e no noturno. Já na sexta-feira, a programação será encerrada com sessões do cineclube nos dois turnos. O filme escolhido é Tempo Compartilhado, que será comentado pelos professores Gustavo Ponciano, Roberta Barros e Verônica Brandão.

 

PROGRAMAÇÃO

 

18 de março – Segunda-feira

18h30 às 22h – Aula Magna

Tema: Economia compartilhada: produção e consumo em comunicação

Convidados: Francisco Lima Júnior – Analista de Inovação de Competitividade do Sebrae/GO e Marcos Alberto Bernardo de Campos – co-fundador e sócio do Instituto e Parque Tecnológico Gyntec

Local: Auditório Bueno

 

19 de março – Terça-feira

8h às 10h30

Encontro de Egressos Matutino

Convidados:

Jornalismo: Kariny Bianca, Thaís Dutra e Yago Sales

Publicidade: Danúbia Borges, Jordão Vilela e Synval Jordão

Local: Sala de Atos

 

19 de março – Terça-feira

Encontro de Egressos Noturno

18h30 às 22h

Convidados:
Jornalismo: Alex Rodrigues, Patrícia Piassa e Thaís Dutra

Publicidade: Bruno Aquino, Marcelo Vieira e Wanessa Carneiro

Apresentação do Projeto de Responsabilidade Social Abrace uma Causa.

 

20 de março – Quarta-feira

Oficinas Matutino

8h às 12h

1. Mobgrafia – a fotografia mobile. A vida pelas lentes do smartphone (Karine do Prado)

2. Como fazer jornalismo usando o celular (Viviane Maia)

3. Um telefone na mão e uma ideia na cabeça: como produzir audiovisual usando o celular (Verônica Brandão)

Local: Salas e laboratórios do bloco 1

 

20 de março – Quarta-feira

Oficinas Noturno

18h30 às 22h

1. We love ABNT (José Antônio Cirino)

2. Redação criativa (Sandra Paro)

3. Roteiro e criação em rádio (Gildésio Bomfim)

4. Roteiro e criação em vídeo – Parte 1 (Verônica Brandão)

5. Texto opinativo em jornalismo: resenha e artigo de opinião (Patrícia Drummond)

6. Rotina na agência de publicidade (Cláudia Temponi)

7. Novas formas de consumo na economia compartilhada – Parte 1 (Márcia Pimenta)

Local: Salas e laboratórios do bloco 1

 

21 de março – Quinta-feira

Oficinas Matutino

8h às 12h

1. Roteiro audiovisual de ficção (Frederico Carvalho)

2. Let´s speak English (Maurício Lopes)

3. Um telefone na mão e uma ideia na cabeça: como produzir audiovisual usando o celular – Turma A (Verônica Brandão)

Local: Salas e laboratórios do bloco 1

 

21 de março – Quinta-feira

Oficinas Noturno

18h30 às 22h

1. Além da selfie – Fotos incríveis usando apenas o celular (Karine do Prado)

2. Julgamentos históricos: entre jornalismo, direito e ira (Roberta Barros)

3. Roteiro e criação em vídeo – Parte 2 (Verônica Brandão)

4. Boas práticas para e-mail marketing (Joseane Ribeiro)

5. Como fazer jornalismo usando o celular (Viviane Maia)

6. Novas formas de consumo na economia compartilhada – Parte 2 (Márcia Pimenta)

7. Edição audiovisual em Adobe Première (Juliana Junqueira) // Laboratório de Informática 2

Local: Salas e laboratórios do bloco 1

 

22 de março – Sexta-feira

8h às 12h

Cineclube – 1ª Sessão Matutino

Filme: Tempo Compartilhado

Local: Auditório Bueno

 

22 de março – Sexta-feira

18h30 às 22h

Cineclube – 1ª Sessão Noturno

Filme: Tempo Compartilhado

Local: Auditório do Colégio Téo

 

SERVIÇO:

Semana de Integração Acadêmica 2019/1

Quando: 18 a 22 de março

Horário: 8h às 12h (matutino) e 18h30 às 22h (noturno)

Onde: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno (Av. T-10, 1047 – Setor Bueno, Goiânia – GO)

Entrada franca

Economia compartilhada será o tema do semestre

Texto e Fotos: Lu Couto e Willian Alves

Edição: Profa. Viviane Maia

 

A coordenação dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia lançará a pauta norteadora deste semestre – intitulada Economia Compartilhada: Produção e Consumo em Comunicação –, durante a abertura da Semana da Integração Acadêmica dos cursos de Comunicação, nesta segunda-feira, 18 de março, das 18h30 às 22h, no auditório da unidade Bueno. Este evento prossegue até a sexta-feira, 22, e tem por objetivo recepcionar os alunos, promover a integração entre alunos calouros e veteranos e apresentar as principais discussões e atividades que serão realizadas ao longo do semestre.

A escolha pelo tema economia compartilhada tem por objetivo promover uma discussão sobre quais são as novas maneiras de se produzir e consumir comunicação social no contexto da cultura digital e da nova economia. De acordo com a professora Márcia Pimenta, a economia compartilhada vem sendo estabelecida e consolidada nos últimos tempos. “O nosso papel, no processo de ensino e aprendizagem, é o de mostrar aos alunos as novas realidades que se apresentam no mercado. Temos de incentivar os discentes a pensar de maneira mais inovadora as práticas profissionais”, explica.

Professora Márcia Pimenta. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

Segundo a coordenadora dos cursos de Comunicação Social, professora Viviane Maia, a cultura digital trouxe mudanças na forma de produzir e consumir informação e por consequência, mudanças na forma de fazer jornalismo e publicidade e propaganda. “O objetivo é levantar junto a comunidade acadêmica uma discussão sobre quais caminhos a comunicação social deve seguir nesse século XXI, a partir da ideia de economia compartilhada”.

Professora Viviane Maia. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

A escolha desta pauta parece ter agradado também os estudantes. “Os temas das pautas norteadoras trazem sempre assuntos bem atuais e ajudam os alunos a pensarem e refletirem de forma diferente. O tema que iremos discutir nesse semestre, com certeza, irá ajudar em nossas carreiras, independente da área de atuação dentro da comunicação”, afirma o aluno do curso de Publicidade e Propaganda Diogo Teixeira.

Aluno do curso de Publicidade e Propaganda Diogo Teixeira. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

A estudante de Jornalismo Maria Augusta do Planalto também reconhece a importância de se discutir esta pauta. Ela lembra que o jornalismo também tem de se adequar a essa nova economia. “Acho relevante a nossa Instituição abordar esse tema porque, hoje em dia, tudo pode virar negócio. O jornalismo também é um negócio”, expressa.

A estudante de Jornalismo Maria Augusta do Planalto. Foto: Lu Couto e Willian Alves.

SERVIÇO

Lançamento da Pauta Norteadora do Semestre 2019/1:
Economia Compartilhada – Produção e Consumo em Comunicação

Data: segunda-feira, 18 de março de 2019
Horário: às 18h30
Local: Auditório Bueno da Faculdade Araguaia

Beber e dirigir é crime, e pessoas insistem nesse delito em Goiás

Texto: Jonathan Cavalcante

Edição: Vinícius Martins

 

“Uma pessoa que bebe, pega um carro e sai dirigindo, ela quer matar’’, afirma o delegado Manoel Vanderic, titular da Delegacia de Trânsito da Policia Civil em Anápolis falou ao Araguaia Online sobre as pessoas que ingerem bebidas alcoólicas e insistem em dirigir.

Para o delegado a prevenção é muito importante. Diariamente em Anápolis, a 55 km de Goiânia, motoristas são detidos pelo artigo 306 do código penal, nos flagrantes os motoristas demonstram fala arrastada e forte hálito etílico.

“Isso é crime, isso é perigoso, gera morte”. O veículo acaba sendo uma arma. Um acidente pode matar uma família inteira’’, alertou o delegado.

Confira a entrevista o Delegado Manoel Vanderic para o Araguaia Online:

Casamento fora de moda

Texto: Maria Planalto

Edição: Vinicius Martins

 

Véu, grinalda, vestido branco, buquê, igreja, daminhas e pajens. Todos esses substantivos já fizeram parte dos sonhos de muitas mulheres. Mas hoje o tempo é outro e cada vez mais cresce o número de pessoas que não querem casar. O Brasil registrou 1.095.535 casamentos civis em 2016, o que significa uma queda de 3,7% no total de casamentos em relação a 2015. É o que mostra a pesquisa mais recente da Estatísticas do Registro Civil 2016, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda não foi divulgado do ano de 2017.

Medo de perder a liberdade, falta de preparo financeiro e a busca pelo par perfeito podem estar afastando as pessoas do altar. E são os jovens que não querem casar. Um relatório do Urban Institute, de Washington, prevê que grande parte dos integrantes da chamada Geração Y ou geração do milênio, nascida entre os anos 1980 e 2000, chegará solteiros aos 40 anos.

Já os adultos estão formalizando suas uniões mais tarde, e a parcela de pessoas vivendo juntas e criando filhos fora do casamento aumentou significativamente, afirma o estudo. No Brasil, a idade média para o casamento passou de 23 anos para as noivas e 27 anos para os noivos, na década de 1970, para 30 anos para elas e 33 anos para eles, conforme o IBGE. A elevação da idade média ao casar nos últimos anos pode ser reflexo da maior dedicação aos estudos e da busca por salários mais elevados.

Entre os adultos ouvidos pelo Pew Research Center que nunca se casaram, mas que não descartam a possibilidade, 27% afirmam não estar financeiramente preparados para o casamento, e 22% dizem não estar prontos para sossegar. Outros 30% argumentam que ainda não juntaram os trapos formalmente por não terem encontrado alguém que tivesse as qualidades que buscam num cônjuge.

“O dinheiro é um dos motivos pelo qual os casais mais encontram dificuldade para o casamento. Eu diria que o problema não é o dinheiro, mas a forma como o casal lida com ele”, explicou a psicóloga Lívia Tomás. Segundo ela o segredo é trabalhar por meio de um diálogo e entender, verdadeiramente, o significado do dinheiro para cada um, assim há uma possibilidade de encontrar um denominador comum.

Crédito da foto: reprodução/internet.

Morar Junto

Cada vez mais casais optam por viver sob o mesmo teto e adiar ou até abrir mão do casamento. Segundo o IBGE, no Brasil é cada vez mais comum a opção pelo convívio em união consensual e a postergação do casamento formalizado.

A declaração de união estável está sendo uma opção muito procurada pelas pessoas que querem ter acesso aos benefícios das pessoas casadas, como o desejo de incluir o parceiro em planos de saúde e financiamento de imóvel, mas não querem passar por todos os requisitos formais que caracterizam o casamento no civil.

O Novo Código Civil define a união estável como uma “relação de convivência pública entre duas pessoas que é estabelecida com o objetivo de constituição familiar”. Uma novidade no que diz respeito a união estável, que está presente no Código é a não menção a um prazo mínimo de duração da relação de convivência para que ela seja considerada válida. No documento também é citado que não é um pré-requisito as duas pessoas morarem juntas, os declarantes podem morar em casas diferentes.

A principal diferença entre o casamento e a união estável é a partilha de bens em caso de morte, uma vez que o casamento considera a companheira viva herdeira de alguns bens do falecido, mesmo sem a necessidade de testamento, já a união estável não garante isso, é preciso ter um outro documento que ateste essa vontade por parte do casal. Outra diferença está no estado civil: quem está em uma união estável ainda responde como solteiro.

Estatísticas da PC mostram altos índices de crimes referentes a tráfico de drogas

Texto: Jonathan Cavalcante

Edição: Vinícius Martins

 

“Essas vítimas normalmente tem antecedentes criminais, sejam elas por tráfico ou até com outras modalidades criminosas. O envolvimento com o tráfico tem sido nas estatísticas a maior parte da motivação desses crimes”, afirmou o delegado Vander Coelho, titular do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil em Anápolis.

O artigo 33 desta Lei, afirma que caberá pena de reclusão de cinco a 15 anos para quem importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar.

Quanto a pena de reclusão, a mesma é tratada no artigo 33 do Código Penal, o qual define que a esta pena será cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto.

Confira a matéria feita pelo repórter Jonathan Cavalcante ao Araguaia Online:

Como não ser mais uma vítima de estelionato

Texto: Jonathan Cavalcante

Edição: Vinícius Martins

 

Os crimes de estelionato vem acontecendo com frequência em Goiás, e a cada dia, vítimas caem nesse golpe e são prejudicadas. Segundo dados da Polícia Civil, apenas no mês de outubro foram registrados mais de 30 casos.

Correntistas de vários bancos, principalmente da Caixa Econômica Federal são as principais vítimas desses crimes praticados. “Nós sabemos que os bancos não pedem senhas de cartões e confirmação dos últimos números de cartões por telefone”, disse a Delegada Titular da 1ª DP Anápolis, Dra. Gênia Maria Etherna.

A Polícia Civíl explica ainda que é preciso ficar atento para alguns fatores, como o DDD de quem está vendendo, informações da conta para o depósito, a identidade do vendedor e desconfiar de preços muito baixos.

Confira a matéria realizada pelo aluno Jonathan Cavalcante, para o Araguaia Online:

“Em Anápolis, o lixo vira flor”

Texto: Raquel Fernandes

Edição: Vinicius Martins

 

A Prefeitura de Anápolis em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Habitação e Planejamento Urbano, promove ação que transforma resíduos orgânicos em fertilizantes, utilizando-os em hortas, canteiros e jardins da cidade. Estes resíduos – aproximadamente 30 toneladas –, que antes eram descartados no Aterro Sanitário de Anápolis, agora são convertidos em terra preta que atua como um solo bom e fértil para plantações. Desta forma, a chamada Compostagem Municipal aumenta a vida útil do Aterro Sanitário e gera mais economia para a cidade.

Algumas praças em Anápolis já têm utilizado a compostagem como componente de substratos para o cultivo e a produção de mudas. Esta transformação do lixo em flor, como destaca o diretor Antônio Zayek, mostra que o processo melhora a saúde do solo e das plantas, pois permite que organismos e microrganismos nasçam e vivam em meio a subprodutos do lixo. A Praça Badia Daher, no Bairro Jundiaí, é um exemplo de como os resíduos orgânicos podem ser aproveitados como adubo para a plantação de flores.

Canteiro de flores na Praça Badia Daher, plantado com fertilizantes provenientes da compostagem. Foto: Raquel Fernandes.

A compostagem é classificada como um tipo de reciclagem do lixo orgânico, ou seja, o processo biológico de aperfeiçoamento da matéria orgânica seja ela de origem doméstica, industrial, urbana, agrícola ou florestal. Refere-se a um curso natural em que os micro-organismos, como fungos e bactérias, são encarregados pela deterioração de matéria orgânica, transformando-a em húmus, um material bastante fértil e rico em nutrientes. Os compostos produzidos devem apresentar alta qualidade para serem classificados como condicionadores de solo, tendo em vista que a coleta seletiva e a reciclagem de resíduos são uma solução fundamental, pois permite a diminuição do volume de lixo para disposição final em aterros e incineradores.

A compostagem é a meta do plano de resíduos, pois, se tratando do meio ambiente, é necessário compostar o material orgânico para se ter uma melhor destinação do lixo, convertendo-o em solo. Outro aspecto que valoriza a economia da cidade, é que as podas de árvores realizadas em Anápolis, por exemplo, eram levadas diretamente para o aterro sanitário. Agora, elas são moídas e compõem a matéria da compostagem, aumentando o seu volume e consequentemente a quantidade de solo produzido.

Em entrevista ao Araguaia Online, o diretor de Meio Ambiente, Antônio Zayek, afirma a importância da compostagem para a economia e para a saúde do solo das praças da cidade, além de exaltar Anápolis como a única referência neste processo no Centro-Oeste. Sobre a realização do processo de compostagem, Antônio Zayek explica que “o material coletado no mercado do produtor e nas feiras de Anápolis, que antigamente entrava no aterro sanitário, valia por tonelada R$ 41,50 pagos pela Prefeitura. Estes insumos contaminam muito o aterro, gerando gases e criando chorume devido à matéria orgânica. Então nós pegamos este material e compostamos em composteiras, que são leiras de aproximadamente dois metros de altura, e cobrimos com palha para manter a umidade. Desta forma, os microorganismos transformam os compostos orgânicos em solo. Este processo é realizado à beira do aterro, criando uma terra preta muito rica em nutrientes para as plantas.”

Já sobre a importância da compostagem para a cidade de Anápolis, o diretor destaca que “além da economia gerada, há também o ganho ambiental, pois se começa a produzir solo sem a necessidade de se comprar insumos. Com este material os jardins adquirem uma qualidade muito boa. Por este motivo, as flores da Praça do Planetário e da Praça Badia Daher estão tão bonitas. O processo é recente, tendo começado em junho, mas já produzimos aproximadamente 150 toneladas de composto. Sendo assim, a cidade se beneficia com uma ação correta, em que a vida útil do aterro sanitário não é diminuída, há uma economia ao não precisarmos comprar insumos, e passamos a ter jardins muito mais bonitos.”

Aedes aegypti: o poder da água sanitária

Texto: Maria Planalto

Edição: Vinicius Martins

Resistentes, os ovos do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, chinkungunya e zika vírus, podem sobreviver por um ano inteiro, sendo transportados a grandes distâncias, em recipientes secos. Eles ficam esperando só um pouquinho de água para eclodir. Por isso, o clima chuvoso e quente é tão perigoso para a formação das larvas e, depois, do mosquito.

O Aedes gosta de colocar os ovos nas paredes de criadouros com água limpa e parada, o que requer uma boa desinfecção com água sanitária (hipoclorito de sódio com concentração de cloro ativo entre 2,0% e 2,5%).

O poder do cloro no combate de possíveis criadouros do Aedes aegypti já foi comprovado cientificamente.  O produto também é capaz de matar a maior parte de germes e bactérias causadores das doenças transmitidas pela água contaminada das enchentes, como leptospirose, hepatites do tipo A e E e gastroenterites.

A ação do produto é reconhecida pelo Ministério da Saúde e foi comprovada por estudo do Laboratório de Radiobiologia e Ambiente do Centro de Energia Nuclear na Agricultura -CENA, da Universidade de São Paulo (USP). Encomendado pela Associação Brasileira da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor), o estudo mostrou que o hipoclorito de sódio é quase 100% eficaz para este uso.

Segundo o estudo, a higienização das casas para eliminar as larvas do mosquito é um hábito a ser incorporado na rotina das famílias e empresas, considerando-se que 80% dos focos estão dentro de casa.

Dengue mata

A dengue é uma doença de origem viral, que pode ser assintomática, leve ou grave, levando à morte, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção.

Conforme registros do Sistema de Informação de Agravo de notificação (SINAN), do Ministério da Saúde (MS), no Brasil, em 2017, foram notificados 251.711 prováveis casos de dengue, com registro de 33 óbitos confirmados.

Já em Goiás, no mesmo ano, foram registrados 60.668 casos prováveis de dengue, com oito óbitos. O Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT), por meio do seu Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica, notificou 374 casos em 2017, sendo confirmados 277, com três mortes. Nos registros de 2015 até 31 de julho de 2018 foram 1.712 casos prováveis de dengue, entretanto, 2018, ano que ainda não acabou, foi o com maior número de notificações, com 584 prováveis casos.

De acordo com o infectologista Alexandre Costa, o vírus da dengue possui quatro subtipos, de 1 a 4. Porém, os sintomas são os mesmos: febre alta, manchas na pele, dores no corpo, nas articulações, na cabeça e nos olhos. “Também existem os sinais de alerta, que é quando a doença pode evoluir para forma mais grave, que além da febre e dor no corpo, o paciente pode ter dor abdominal intensa, plaquetas muito baixas, com menos de 100 mil e tonteira, hemoconcentração”, pontua o médico.

Segundo o infectologista, uma vez infectada por um dos vírus da dengue, a pessoa fica imune a este vírus. “Se teve dengue tipo 1, não terá mais. No entanto, pode ter a do tipo 2, 3 ou 4”, salienta Alexandre. O tratamento é basicamente repouso e hidratação. “O paciente deve ingerir grandes quantidades de líquidos e monitorar os sinais vitais. Em alguns casos, pode ser necessário a internação da pessoa e fazer a hidratação com soro por meio da veia. Além disso, analgésicos e outros sintomáticos podem ser prescritos para aliviar as febres e dores. O importante é procurar um médico para avaliar o caso”, afirma.

Crédito da foto: reprodução.

Dicas práticas de uso da água sanitária

Ralos: Despeje solução de água sanitária na proporção de uma colher de sopa por litro de água em ralos de pias, banheiros e cozinha. Atenção: Faça a limpeza das pias e dos ralos à noite, antes de dormir, para que a água sanitária possa agir por mais tempo.

Plantas: Essa mesma solução (água sanitária na proporção de uma colher de sopa por litro de água) também pode ser usada para a rega de plantas, particularmente  que acumulam água entre as folhas, como as bromélias. Esta solução não faz mal às plantas e evitará o desenvolvimento da larva do mosquito.

Vaso sanitário: Coloque o equivalente a duas colheres de hipoclorito de sódio por litro de água no vaso sanitário, nos ralos do banheiro, cozinha e a área de serviço. Esse é um cuidado que se deve ter antes de viajar, quando a casa fica fechada por algum tempo.

Piscina: Mantenha a piscina tratada, mesmo que a mesma não esteja sendo usada. Com o tempo, o cloro pode evaporar, e a piscina se tornar um foco da larva do mosquito. Durante o inverno, por exemplo, é comum deixar a piscina coberta. Nesse caso, não deixe acumular água de chuva na lona de cobertura, pois pode ser um foco do mosquito.

Caixas d’água:  A limpeza deve ser feita a cada seis meses. Feche a entrada de água e esvazie a caixa quase toda. Deixe sobrar água suficiente para lavar, com uma escova, as paredes e o fundo da caixa. Não use produtos de limpeza nessa etapa. Enxágue bem e esvazie toda a água suja, dando repetidas descargas no vaso sanitário. Depois de limpa, encha a caixa novamente e adicione um litro de água sanitária para cada 1.000 litros de água. Espere duas horas e esvazie novamente a caixa, abrindo todas as torneiras, para limpar os canos da casa, até sair água limpa. Depois, encha com água potável e tampe.

Campanha Nacional de Vacinação contra Pólio e Sarampo obteve números positivos em 2018

Texto: Jonathan Cavalcante

Edição: Vinícius Martins

 

A média geral de vacinação na campanha em 2018 contra sarampo foi de 95,3%, a de poliomielite ficou em 95,4%. No total, 21,4 milhões de doses foram aplicadas, beneficiando 10,7 milhões de crianças. O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde.

Os dados são positivos, mas a prevenção é fundamental. O Araguaia Online acompanhou essa campanha e conversou com o coordenador de vigilância sanitária da secretaria de saúde de Anápolis. “Com o ressurgimento do sarampo, eu creio que as pessoas vão procurar mais  as unidades de saúde. Houve uma despreocupação da sociedade de forma geral, pois essa doença havia sido erradicada no nosso país’’, disse Júlio César.

Em 2019 a campanha será intensificada novamente, confira a matéria no link abaixo e entenda a importância dessa vacinação, especialmente para as crianças de 1 a 5 anos.

Ouça a reportagem:

A maravilhosa bênção de ser mulher

Texto: Raquel Fernandes

Edição: Vinicius Martins

 

Dizem que todo dia é dia da mulher, portanto, nada melhor que falar sobre nós após oito meses da data oficial. Creio que um dos maiores privilégios da vida é poder ser mulher. Nós não somos mulheres apenas por termos nascido assim. Nós somos mulheres porque podemos e conseguimos ser. Porque não é fácil – ah, não é fácil mesmo! – Cada dia é um desafio a ser concluído, a começar pelo cabelo bagunçado e criticado mentalmente ao nos olharmos no espelho pela manhã, até o processo árduo de retirada de maquiagem do rosto antes de se deitar.

Neste meio, passamos por banhos, roupas, sapatos, maquiagens, refeições preparadas por nós – pois na maioria das vezes não temos quem as faça –, encarar os pedais do carro calçando os saltos que vão ficar nos nossos pés durante o dia todo, a preocupação constante em checar se o cabelo está arrumado, se o batom ainda está na boca, se a calcinha está aparecendo por baixo da calça, se ainda resta algum traço do perfume passado após o banho matinal, e além de tudo isso, ainda se preocupar com o que as pessoas ao seu redor estão pensando de você.

Concluímos o dia de trabalho com a postura e elegância de quem acabou de começar, voltamos para o trânsito que nos permite pensar naquilo que ainda temos a fazer, vamos para a faculdade com a força que nem nós sabemos de onde vem, e encaramos a volta pra casa com a certeza de que o fogão e outras obrigações nos esperam. Tiramos aquela armadura de super poderosas que nos incomoda e nos aperta e finalmente vamos para as tão aguardadas horas de descanso, as quais não são inteiramente aproveitadas, pois, ao colocarmos a cabeça no travesseiro, o dia seguinte já vai sendo todo traçado e planejado na nossa mente.

E por mais exaustivo que isso pareça, ainda conseguimos ser mães! Se pararmos pra pensar, seria inimaginável colocar todas estas obrigações e adicionarmos uma, duas ou mais crianças no cotidiano de uma pessoa só. Acho que foi exatamente nisso que Deus pensou e, vendo que Adão não daria conta do recado, decidiu criar Eva. Mães (casadas e especialmente solteiras) deveriam receber troféus e estátuas em sua homenagem.

Além disto, existem aquelas coisinhas que só nós temos a capacidade de realizar. Ir ao salão, por exemplo, e ficar horas a fio sentadas em frente a um espelho nos submetendo a vários procedimentos, só porque somos morenas e queremos ficar loiras – ou vice versa –, temos cabelos longos e queremos que eles fiquem curtos, ou são enrolados e trabalhosos então a partir de agora ficariam lisos.

Também temos a missão convidadas ou madrinhas de casamento, onde além de toda uma tarde visitando cabeleireiros e manicures, ainda ficamos uma noite inteira em meias e vestidos apertados, penteados imunes a água e sapatos de salto que sempre nos deixam uma lembrança no calcanhar e dedos para os dias seguintes.

Nossa instabilidade emocional tem uma permissão natural, chamada TPM. Nela, ou até mesmo durante o período menstrual, podemos assistir a um filme e chorarmos o quanto quisermos sem a reprovação de quem está ao nosso lado, ficarmos um dia inteiro deitadas e medicadas sofrendo de dores insuportáveis, e revezarmos os dias em tristezas, alegrias, raivas, excitações, choros, e comilanças.

A vida de uma mulher é tão desafiadora e ao mesmo tempo maravilhosa, que boa parte das produções hollywoodianas são baseadas no sexo forte – e não sexo frágil –. Sandra Bullock, em Um Sonho Possível; Kate Winslet, em O Leitor; Meryl Streep, em O Diabo Veste Prada; Cameron Diaz, em Uma Prova de Amor. Estes são alguns exemplos de filmes que retratam mulheres sofridas, porém fortes; trabalhadoras e ainda sim lindas e perfumadas; mães que dariam sua vida pelos filhos; mulheres que lutam e sofrem com doenças em si próprias ou na família; profissionais que colocam o trabalho à frente de tudo e ainda sim têm seu lado humano e maternal.

Sandra Bullock vive uma mãe que adota como filho um rapaz negro da periferia. Imagem: Reprodução.

Temos, sim, vários defeitos, sejam eles poucos ou muitos. Mas as qualidades que nós temos, ou nos esforçamos para ter? Ah! Estas são infindáveis. Tantas mulheres, belezas únicas, vivas, cheias de mistérios e encanto. Guerreiras que deveriam ser lembradas, amadas, admiradas todos os dias. Feliz dia, todos os dias, aos maiores soldados das guerras da vida.

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