Qual o papel de uma assessoria de imprensa na gestão de crise?

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Um dos maiores desafios de uma assessoria de imprensa é fazer a gestão de uma crise de imagem do assessorado na mídia. E para que os estudantes de Jornalismo e Publicidade e Propaganda possam aprimorar os ensinamentos, a jornalista Jovana Colombo entra em ação com a oficina O papel da Assessoria de Imprensa na Gestão de Crise, no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas.

Jornalista Jovana Colombo

A atividade faz parte da programação da X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que teve início na última segunda-feira (20/11) e prossegue até sexta (24/11), na unidade do Bueno.

Jornalista Jovana Colombo

A oficina será desenvolvida para promover uma reflexão sobre o trabalho dentro de uma Assessoria de Imprensa. Do trabalho diário, à gestão de crise. Após exibição de conteúdo, com elemento surpresa e de forma interativa, os alunos promoverão soluções para situações apresentadas, e avaliarão a estratégia adotada pelo mercado.

​Crise faz parte da rotina da jornalista Jovana Colombo, que é uma das assessoras de imprensa do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) desde 2014. Ela é pós-graduada em Comunicação Empresarial e Mídias Digitais pelo Instituto de Pós-Graduação (Ipog) e se formou em Comunicação Social com habilidade em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

SERVIÇO

O que: Oficina O papel da Assessoria de Imprensa na Gestão de Crise

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11, das 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Informações: http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Celular como ferramenta de produção de notícia

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

O jornalista não é onipresente. No cotidiano, há situação que se transformam em notícia frente a quem quer que seja. Por isso mesmo, a mídia de bolso é imprescindível para fazer os registros dos fatos. A câmera de um celular pode estar apontada para algo, ou gravar alguma declaração que garantem uma reportagem.

Para quem tem interesse em usar esse dispositivo tecnológico na produção de notícias, a jornalista e professora universitária Silvana Monteiro ministrará a oficina Midias sociais: o telefone celular como ferramenta de produção de notícias. A atividade será realizada no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas, dentro da programação da X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que teve início na última segunda-feira (20/11) e prossegue até sexta (24/11), na unidade do Bueno.

Jornalista e Professora Universitária Silvana Monteiro

A internet é considerada um marco no processo de transformação. Isso não quer dizer que seja apenas para o jornalismo, vai além: para toda a comunicação (alcance, instantaneidade, acessibilidade, volume). Nesse contexto, os dispositivos móveis se configuram como a principal ferramenta de produção e veiculação da informação. Apropriar-se dessa ferramenta de maneira crítica e atrelada aos preceitos do jornalismo é o princípio básico da oficina.

Jornalista, Silvana Monteiro já trabalhou em jornais como repórter, no Diário da Manhã e no O Popular. Participou das assessorias de comunicação de órgãos governamentais (Agetop, Semarh, Secretaria Estadual de Industria e Comércio) e da Fundação Pró-Cerrado, além de já ter atuado como professora universitária na Faculdade de Informação e Comunicação da Universidade federal de Goiás (UFG) e na Faculdade Araguaia. Atualmente leciona na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC).

SERVIÇO

O que: Oficina Midias sociais: o telefone celular como ferramenta de produção de notícias

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11, das 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Informações: http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Quando jornalismo e literatura se encontram

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Jornalismo Literário é o tema da oficina que a jornalista Carla Lacerda ministrará no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas, durante a X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que teve início na última segunda-feira (20/11) e prossegue até sexta (24/11), na unidade do Bueno.

Jornalista Carla Lacerda

Como são produzidas reportagens literárias, quais são os requisitos para a produção desse tipo de jornalismo, o que é preciso para ler antes e em quem se espelhar. Essas e outras dúvidas serão esclarecidas durante os ensinamentos. Será apresentado o jornalismo literário como uma possibilidade de empreender na comunicação.

Jornalista Carla Lacerda

Jornalista, Carla Lacerda é apresentadora do programa Amor ao Esporte, da TV Brasil Central. Ela é autora de Sobreviventes do Césio – 20 anos depois, eleito o melhor livro de cultura pelo Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de Goiás (2008) e ganhador de menção honrosa no 30º Prêmio Vladimir Herzog (2008). Carla é pós-graduada em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL) / Faculdade Vicentina (PR).

SERVIÇO

O que: Oficina de Jornalismo Literário

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11, das 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Informações:http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Esporte em pauta

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Jornalismo Esportivo vira pauta na oficina ministrada pelo repórter da TV Anhanguera Victor Hugo de Araújo, no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas. Haverá disputa para participar do treinamento, que integra a programação da X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que teve início na última segunda-feira (20/11) e prossegue até sexta (24/11), na unidade do Bueno.

Repórter da TV Anhanguera Victor Hugo de Araújo

Rotina do repórter esportivo, preparação e produção da pauta, execução da reportagem serrão temas abordados pelo jornalista, que também vai mostrar como apresentar um programa esportivo. A oficina contará com produção e interpretação de texto jornalístico, além de integração entre apresentadores de noticiários.

Victor Hugo Araújo é repórter da TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo em Goiás e no Tocantins há três anos e oito meses. Ele participa da apresentação dos telejornais Bom Dia Goiás e Globo Esporte, além de produzir e cumprir pautas que acompanham o cotidiano dos times goianos. Dotado de um texto minucioso e rico em detalhes, já trabalhou na TV Serra Dourada, filiada do SBT em Goiás, na Rádio 730 AM (Goiânia) e TV Brasil Central (TBC).

SERVIÇO

O que: Oficina de Jornalismo Esportivo

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11, das 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Informações: http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Muito além do chiclete

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Sabe aquela propaganda do rádio que quando inicia a introdução musical você já começa a cantar? Esse é o objetivo: criar uma identidade para a marca através de uma propaganda musicada. Quem quer dominar essa prática, tem que participar da oficina Jingle – Muito Além do Chiclete, ministrada pelo publicitário Vinícius Dalla, no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas. A atividade faz parte da programação a X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que começou na última segunda-feira (20/11) e prossegue até sexta (24/11), na unidade do Bueno. As vagas são limitadas (12).

Publicitário Vinícius Dalla

A intenção é que os estudantes saibam que um jingle não é simplesmente uma propaganda cantada dentro de uma campanha publicitária. Serão demonstradas, com exemplos, as técnicas usadas. Além disso, haverá uma produção em conjunto, para mostrar o quanto é uma peça publicitária única, rica e que exige todos os recursos textuais de um redator.

Publicitário Vinicius Dalla

Vinícius Dalla é diretor de criação da Agência ZIG. Já passou como diretor de criação e redator pelas agências Tree, Jordäo, AMP, Crispim+Veiga e Inquieta. Ele é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

SERVIÇO

O que: Jingle: muito além do chiclete

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11, das 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Informações: http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Publicidade em imagens

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Fotografia Publicitária é a oficina ministrada pelo publicitário e professor universitário Murilo Gabriel Berardo Bueno, no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas. A atividade faz parte da programação da X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que começou no dia 20 e prossegue até a próxima sexta, 24 de novembro, na unidade do Bueno.

Professor Universitário Murilo Berardo Bueno

O objetivo é construir um olhar crítico na leitura das campanhas publicitárias e identificar o discurso implícito. A relação da imagem com a identidade da marca e o objetivo de comunicação nas peças publicitárias também serão focados. A intenção, segundo Murilo Bueno, é aprimorar o arcabouço teórico e criativo acerca da imagem, para tornar mais compreensíveis os processos de gestão da fotografia publicitária, desde sua concepção (briefing) até a veiculação.

Professor Universitário Murilo Berardo Bueno

O publicitário Murilo Bueno tem ênfase voltada para Publicidade e Propaganda, Cinema, videogame, Fotografia Publicitária e Fotojornalismo. É doutorando em Performances Culturais pela Escola de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (UFG) e graduado em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cambury.

SERVIÇO

O que: Oficina de Fotografia Publicitária

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11, das 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Informações:http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Jornalismo em imagens do cotidiano

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

O fotojornalismo com foco em situações do cotidiano é a temática principal da oficina Foto e videojornalismo nas narrativas visuais, ministrada pelo jornalista e fotógrafo Marcello Dantas, do jornal O Popular. A atividade será no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas, durante a X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que ocorre de 20 a 24 de novembro, na unidade do Bueno.

jornalista e fotógrafo Marcello Dantas

A oficina tem o objetivo principal de produzir fotografias e vídeos jornalísticos, em diferentes situações do cotidiano, usando equipamento de imagem digital, ressaltando aos participantes que é necessário contextualizar a informação de maneira rápida e objetiva. A produção de fotos e vídeos para diferentes plataformas e veículos de comunicação hardnews será uma das temáticas.

O oficineiro é repórter fotográfico do jornal O Popular e foi finalista do 39º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2017, categoria fotojornalismo. Graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás, venceu concurso da Sociedade Interamericana de Prensa (SIP), categoria fotojornalismo, em 2012. No currículo, o jornalista traz experiências vividas em outras partes do mundo, como Índia.

Se interessou? Para participar, os interessados precisam previamente fazer as inscrições no site da faculdade ( http://www.faculdadearaguaia.edu.br/x-semana-comunicacao ), selecionar em Eventos, clicar em X Semana da Comunicação, preencher os dados, pagar a inscrição e imprimir o comprovante e procurar a coordenação de cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, para confirmar a inscrição e escolha da sua oficina.

 

SERVIÇO

O que: Foto e videojornalismo nas narrativas visuais

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Inscrições e informações:http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Por que gastamos mais do que devemos?

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontam que 61,8% dos brasileiros fecharão 2017 endividados. A par deste cenário, a Faculdade Araguaia oferece a oficina Finanças Comportamentais: por que gastamos mais do que devemos? O evento será no dia 23/11, das 18h30 às 22 horas, com o administrador e marqueteiro Frederico Martins. A atividade faz parte da X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que será realizada de 20 a 24 de novembro, na Faculdade Araguaia – Unidade Bueno.

administrador e marqueteiro Frederico Martins

Durante a oficina serão apresentados os principais conceitos das finanças comportamentais e demonstrar a aplicação na vida cotidiana e no planejamento das finanças pessoais. O objetivo principal, segundo Frederico Martins, é divulgar as finanças comportamentais e instrumentalizar os participantes, para aplicação na vida cotidiana.

Frederico Martins desenvolve treinamentos profissionais na área bancária e na formação de investidores. É especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), bacharel em Administração pela Universidade de Brasília (UnB), conta com 17 anos de experiência no mercado financeiro e já trabalhou em diversos cargos gerenciais. É também professor universitário, docente da Faculdade Araguaia.

Se interessou? Para participar, os interessados precisam previamente fazer as inscrições no site da faculdade (http://www.faculdadearaguaia.edu.br/x-semana-comunicacao ), selecionar em Eventos, clicar em X Semana da Comunicação, preencher os dados, pagar a inscrição e imprimir o comprovante e procurar a coordenação de cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, para confirmar a inscrição e escolha da sua oficina.

 

SERVIÇO

O que: Finanças comportamentais: por que gastamos mais do que devemos?

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Inscrições e informações:http://www.faculdadearaguaia.edu.br

Para quem quer impulsionar o próprio negócio

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

O empreendedor que entra no mercado tem o desafio de destacar seu próprio negócio. É nesse instante que precisa de orientações para saber como ultrapassar as barreiras que encontrará. Na quinta-feira (23/11), das 18h30 às 22 horas, será realizada a oficina Branding e marketing digital para pequenas e médias empresas, com a publicitária especializada em marketing Ana Maria Guizzetti. Para participar, basta se inscrever na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, que será realizada de 20 a 24 de novembro, na Faculdade Araguaia – Unidade Bueno.

publicitária especializada em marketing Ana Maria Guizzetti

A oficina tem o objetivo de oferecer a interpretação do posicionamento das marcas com ajuda de ferramentas do marketing digital. Estão no foco principal as pequenas e médias empresas que têm investimento menor para comunicação. Serão mostradas como são criadas estratégias para tornar pequenos e médios negócios mais envolventes, utilizando o branding para agregar ao cliente valor e posicionamento das marcas no mercado através do marketing digital.

As dicas serão dadas pela oficineira Ana Maria Guizzetti. Publicitária com mais de um década de experiência no mercado, com passagens por empresas como Grupo Jaime Câmara, atualmente gerência negócio familiar. Guizzetti tem especialização em Marketing e é mestranda em Marketing de Relacionamento.

Se interessou? Para participar, os interessados precisam previamente fazer as inscrições no site da faculdade ( http://www.faculdadearaguaia.edu.br/x-semana-comunicacao

), selecionar em Eventos, clicar em X Semana da Comunicação, preencher os dados, pagar a inscrição e imprimir o comprovante e procurar a coordenação de cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, para confirmar a inscrição e escolha da sua oficina.

 

SERVIÇO

O que: Branding e marketing digital para pequenas e médias empresas

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Inscrições e informações:http://www.faculdadearaguaia.edu.br

À procura da mensagem perfeita

Texto: Jairo Menezes

Edição: Profa. Viviane Maia

Uma das principais armas aos publicitários é uma redação impecável. Por isso, quem participar da X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra, de 20 a 24 de novembro, terá a oportunidade de aprender mais sobre o tema. Está agendada para o dia 23, das 18h30 às 22h, a oficina Desafios da redação publicitária: à procura da mensagem perfeita, com a publicitária e professora universitária Raquel de Paula Ribeiro.

professora universitária Raquel de Paula Ribeiro

A oficina tem como principal objetivo expandir o conhecimento tanto na teoria quanto na prática. Serão desenvolvidos exercícios de criatividade. Os treinamentos vão facilitar a compreensão do processo criativo que acontece em uma agência de propaganda. Assim, vai ser fácil entender o que acontece na cabeça de um verdadeiro redator.

As dicas ficam por conta da oficineira Raquel de Paula Ribeiro, que atua no mercado como redatora e diretora de criação de 2008. Ela também atua como docente, com passagens pelas faculdades Alfa, Araguaia, Uni-Anhanguera e Universidade Federal de Goiás (UFG).  no curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. É mestre em Comunicação pela UFG, onde também se graduou em Publicidade e Propaganda. Atualmente se dedica ao doutorado em Performances Culturais pela UFG, onde pesquisa a relação entre o humano e a máquina nos videogames.

Se interessou? Para participar, os interessados precisam previamente fazer as inscrições no site da faculdade (http://www.faculdadearaguaia.edu.br/x-semana-comunicacao ), selecionar em Eventos, clicar em X Semana da Comunicação, preencher os dados, pagar a inscrição e imprimir o comprovante e procurar a coordenação de cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, para confirmar a inscrição e escolha da sua oficina.

 

 

Se interessou? Para participar, os interessados precisam previamente fazer as inscrições no site da faculdade (http://www.faculdadearaguaia.edu.br/x-semana-comunicacao ), selecionar em Eventos, clicar em X Semana da Comunicação, preencher os dados, pagar a inscrição e imprimir o comprovante e procurar a coordenação de cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, para confirmar a inscrição e escolha da sua oficina.

 

SERVIÇO

 

O que: Desafios da redação publicitária: à procura da mensagem perfeita

Quem: Inscritos na X Semana da Comunicação da Faculdade Araguaia e I Semana da Consciência Negra

Quando: 23/11

Onde: Faculdade Araguaia, Unidade Bueno

Inscrições e informações:http://www.faculdadearaguaia.edu.br

ANÁLISE FÍLMICA

PIRATAS DO VALE DO SILÍCIO

Por Watter Lorran

O nome desse filme teve como inspiração a região homônima da baía de São Francisco, nos Estados Unidos, que tem como forte a produção tecnológica, desde 1956. Quando as primeiras empresas começaram a se desenvolver nessa região, a matéria-prima dos processadores era o silício, daí o nome Vale do Silício

Essa obra foi roteirizada e dirigida por Martyn Burke e conta a história de ninguém menos que os geniais Steve Jobs e Bill Gates na disputa por espaço e reconhecimento na corrida da revolução tecnológica, que mais tarde iria transformar o mundo.

            Já na primeira cena temos Steve Jobs (Noah Wyle) quebrando a quarta parede olhando diretamente para a câmera, esse ângulo subjetivo que faz o expectador se sentir um personagem mostra um pouco da personalidade de Steve que era transgressora. O filme até nos lembra uma espécie de documentário, pois é narrado por Steve Wozniak (Joey Slotnick), que também quebra a quarta barreira criando conexão imediata com quem assiste o filme.

Universidade Harvard 1964

Bill Gates (Anthony Michael Hall) é representado de maneira bem curiosa. Apesar de focado para o seu propósito enquanto criador e empreendedor, ele não possui todo o carisma para cativar pessoas como Jobs possuía. E, em alguns momentos, o filme quase nos faz acreditar que Gates era até um pouco submisso a Paul Allen (Josh Hopkins), seu parceiro de trabalho, por causa da sua personalidade um tanto introspectiva. Steve Jobs é mostrado como alguém alternativo, o diferentão. Já Bill Gates é o cara extremamente metódico, competitivo que inclusive ama jogar poker.

Berkley 1976

Nesse trecho podemos vislumbrar um pouco da visão de Jobs ao apresentar em um encontro local de tecnologia o seu primeiro modelo de computador pessoal, algo que para a época era totalmente absurdo visto que seu objetivo era vendê-los para que pessoas comuns pudessem utilizá-los em casa. Nesse encontro Jobs consegue vender surpreendente 50 unidades.

Após buscar empréstimo em vários bancos sem obter êxito, Steve é procurado por Mike Markula (Jeffrey Nodling), o então responsável pela inteligência da empresa Intel, que lhe faz uma oferta de um quarto de milhão de dólares como investimento inicial para o desenvolvimento de seus computadores. Já nesse trecho percebemos uma pequena mudança de percepção em Jobs sobre os negócios.

Algo curioso começa a ser mostrado nesse trecho sobre Bill Gates: a sua aparente inconsequência ao volante que é mostrada com vários raccord de movimento – técnica de edição de vídeo – como se ao estar na direção essa fosse sua forma de ter uma atitude transgressora e até mesmo arriscada para contrapor seu estilo metódico. Até essa parte o filme faz vários planos americanos durante os diálogos, salvo exceções em que planos detalhe são explorados para dar destaque nas cenas onde aparecem os equipamentos tecnológicos.

Feira de Computadores de São Francisco 1977

Essa cena é muito interessante por mostrar como o comportamento de Steve Jobs foi mudando ao longo de sua trajetória, de um jovem que por vezes era relapso em um homem de negócios que começa a pensar de forma estratégica e até mesmo fria algumas vezes.

Ao apresentar seu modelo de computador pessoal na feira, Jobs ignora completamente Bill Gates quando ele vai se apresentar para ele. E isso fica claro na escolha de planos feita pelo diretor que mostram Jobs em contra plongée dizendo que antes ele quem ia atrás das pessoas e agora ele é procurado. E, logo em seguida, mostra Bill Gates em contra-plongée em plano geral saindo da feira de computadores. Aqui fica claro que já havia uma disputa entre Steve e Bill.

Início da Apple e da Microsoft

Juntamente com o crescimento da Apple, o ego de Jobs também é representado de maneira proporcional. O dono da Apple é mostrado de uma maneira agressiva e ao mesmo cínica tanto nos relacionamentos pessoais quando profissionais.

A Microsoft vinha crescendo, mas não tanto quanto a Apple e Bill Gates é mostrado como um líder mais calmo e com uma certa frieza estratégica que nos faz percebê-lo como alguém distintamente mais calmo que Steve Jobs.

Uma grande tacada é dada pela Microsoft ao comprar uma empresa de desenvolvimento de sistema operacional de uma companhia de computadores de Seattle, a partir desse momento a Microsoft deslancha.

Comunidade todos em um

Steve Jobs com toda certeza teve vários problemas na vida pessoal e isso é mostrado no filme por conta dos vários conflitos que ele teve com a mãe de sua filha Lyssa, que ele parecia renegar no filme. A partir desse momento, no filme Jobs é retratado várias vezes em contra-plongée, como se o diretor quisesse mostrar o crescimento do poder e do ego de Steve. Já Bill Gates é mostrado como alguém meio obsessivo na busca de suas metas e objetivos inclusive em uma cena onde ele perde controle no aeroporto.

Durante o desenvolvimento do projeto Macintosh Bill Gates procura Steve Jobs para propô-lo ajuda ao unir suas empresas para disputar com a gigante IBM, mal sabia ele qual era a verdadeira intenção do seu até então concorrente. Para que a obra completa não seja pirateada nessa análise, recomendo que assista o filme pois assim irá entender inclusive o porque do nome Piratas do Vale do Silício. Bom filme!

FICHA TÉCNICA

FILME: Piratas Do Vale do Silício (Pirates of Silicon)

GÊNERO: Drama

ANO: 1999

ORIGEM: Estados Unidos da América

DIREÇÃO: Martyn Burke

ELENCO: Anthony Michael Hall, Noah Wyle, Bodhi Elfman, Joey Slotnick, John Di Maggio, Josh Hopkins, Gema Zamprogna, Allan Royal.

DURAÇÃO: 95min

Espetáculo na telinha

Conversamos com os apresentadores de alguns dos programas sensacionalistas mais badalados da televisão para descobrir o que eles acham do tipo de Jornalismo que fazem e levam para milhares de telespectadores, todos os dias … O resultado deste trabalho você confere a seguir, com exclusividade, como resultado de atividade proposta na disciplina Produção de Jornal Impresso II

Ana Flávia Magalhães

Ana Paula Barreira

Frede Marinho Silveira

(5o período de Jornalismo)

Maria de Fátima se viu impressionada com o que acompanhou na TV de casa durante uma entrevista em que o apresentador gritava com o entrevistado sobre assaltos no bairro que ela mora. Na entrevista, ao vivo, o apresentador parecia não permitir que o seu convidado falasse muito sobre o assunto: toda vez que ele era indagado sobre o tema segurança nos bairros, o âncora logo vinha com mais questionamentos e a entrevista parecia mais uma discussão que propriamente uma entrevista jornalística.

O que a dona de casa Maria de Fátima viu na TV nada mais é que uma realidade nos dias de hoje em quase todos os meios de comunicação do País: o chamado espetáculo midiático parece compor os atributos de um bom jornalista que queira ser ‘reconhecido’ ou ‘respeitado’ na profissão.

Diante desse modo de trabalho, ficam algumas perguntas sobre como conviver com esse jeito de fazer a notícia sem se transformar em um palhaço ou até mesmo em um louco da informação … E qual é a influência desse espetáculo da mídia na vida das pessoas?

 

Em Goiânia existem vários profissionais que têm como cartão de visita esse jeito de fazer jornalismo.

Na Record TV Goiás, por exemplo, o apresentador do Balanço Geral, Oloares Ferreira, é conhecido justamente por defender o sensacionalismo no seu jeito de apresentar. Com mais de 14 anos de casa, ele já criou o que chamamos de identidade de vídeo, que é quando um apresentador é conhecido exatamente pelo seu jeito de apresentar.

Linha dura e voz alterada no estúdio, Oloares sempre leva para outro lado seus questionamentos e sempre parece estar bravo com qualquer assunto. É apenas um dos muitos que, hoje, não somente ganham dinheiro, mas, também, fama e ‘respeito’ com essa maneira de apresentar.

Para o apresentador da Record, o sensacionalismo nada mais é que aquilo que causa sensação em alguém. Em entrevista à repórter Ana Flávia Magalhães, Oloares Ferreira disse não acreditar que esse ‘espetáculo midiático’, tão presente nos veículos de comunicação hoje em dia, seja algo ruim.

O que você acha desse jornalismo considerado sensacionalista?

Olores Ferreira: “Acho que causar sensação nas pessoas é algo natural e normal, por isso acho que não tem nada de ruim em fazer um estilo sensacionalista”.

Você acredita que esse tipo de jornalismo influencia a população de alguma forma?

Oloares Ferreira: “Acho que sim, mas esse é o nosso papel como jornalistas, criar uma discussão e levar isso para um espaço bem maior de discussão.

Você acha que o jornalista que segue essa linha sensacionalista se torna um personagem?

Oloares Ferreira: “Sim, todos nós somos e sempre seremos personagens, não somente na TV, mas na vida real”.

 

 

Outra ‘personagem’ que podemos citar também, aqui, como sendo sensacionalista – embora não assuma -, é Luciana Braz, do canal 11, do Programa Chumbo Grosso, veiculado pela TV Goiânia/Band. Conhecida como Pantera, Luciana apresenta um programa policial onde o espetáculo midiático está mais presente que em outros segmentos jornalísticos.

Em entrevista, Luciana “Pantera” disse ser contra o sensacionalismo na mídia. “Eu, na verdade, sou contra esse estilo de trabalho. Embora muitos acreditem que eu faça esse tipo de jornalismo, acho que não é por aí que se consegue respeito na profissão”, declara.

Você acredita que, hoje em dia, o jornalismo feito dessa forma que tanto vemos por aí, influencia o comportamento da população?

Luciana Braz: “Não. Acho que, na verdade, cada um escolhe o que quer consumir, e, por isso, essa influência depende de como e o que a pessoa vai receber desse conteúdo”.

A Luciana “Pantera” é uma personagem criada por você?

Luciana Braz: “Sim. O nome ‘Pantera’ me foi dado por causa da cor dos meus olhos e levo esse nome junto com o meu estilo de fazer jornalismo; adoro esse nome”.

 

 

Marcos Maracanã, apresentador do Programa Fala Goiás, também da TV Goiânia/Band, é mais um apresentador a adotar o jeito sensacionalista de fazer jornalismo …

Você acredita que esse sensacionalismo na mídia é algo novo?

Maracanã: “Na verdade, esse jornalismo sensacionalista não é de hoje. Há um processo meio que preconceituoso de alguns intelectuais de plantão de determinar que o jornalismo popular, que traduz verdadeiramente a realidade,  chame os mesmos de sensacionalista. Eu questiono: o que é sensacionalismo na cabeça dessas pessoas? É não mostrar verdadeiramente a realidade sobre tudo que estamos vivemos agora na política? Seria omissão por parte da mídia não escrachar verdadeiramente os fatos! Quando você escracha o fato e tem a oportunidade de fazer comentários a respeito desses fatos, alguns acham que isso é sensacionalismo. O povo brasileiro, assim como o ser humano de um modo geral, ele tem o hábito e gosta de ver coisas impactantes.