Mesa-redonda discute as pesquisas eleitorais

Texto: Samantha Henrique

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Seguindo o tema norteador do semestre, a coordenação dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia promove na próxima segunda-feira,17 de setembro, a mesa-redonda intitulada Comunicação e Pesquisa em Período Eleitoral. O evento será das 18h30 às 22h, no auditório da unidade Bueno. A entrada é gratuita e o evento é aberto à comunidade em geral.

O debate contará com a participação do publicitário, pesquisador, especialista em marketing político e eleitoral e doutorando em Comunicação Marcos Marinho; coordenador do curso de pós-graduação em Inovação em Mídias Interativas da Universidade Federal de Goiás, professor Wagner Bandeira da Silva; e o pesquisador, mestre em Cultura Visual e professor do curso de Publicidade e Propaganda da UFG, Marcilon Almeida Melo. A mediação ficará a cargo do jornalista e professor da Faculdade Araguaia, Altair Tavares.

Professor da Faculdade Araguaia, Altair Tavares será o mediador do evento.

Os debatedores foram convidados por terem a mesma linha de trabalho com pesquisa e manejo de dados. Serão discutidos pontos importantes e que merecem destaque neste momento oportuno em que o Brasil se encontra. O foco do debate será voltado para a realização das pesquisas políticas, a maneira adequada de se usar dados de pesquisas e a confiabilidade desses dados. A instituição acredita que é importante colaborar para a formação crítico-reflexiva dos alunos.

“Em um país que vem vivendo momentos turbulentos e controversos com relação à política e que está em campanha eleitoral, discutir a influência das mídias, em especial as mídias digitais, é primordial,” enfatiza a coordenadora dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo da FARA, Viviane Maia.

Convidados vão discutir a realização das pesquisas políticas e a utilização adequada destes dados.

SERVIÇO

Mesa-redonda: Comunicação e Pesquisa em Período Eleitoral

Data: 17 de setembro
Horário: 19h às 22h
Local: Auditório Bueno da Faculdade Araguaia
Entrada franca

Uso das mídias digitais e tradicionais em período de campanha eleitoral

Apesar do uso intenso das mídias sociais nas campanhas, a mídias tradicionais ainda são as plataformas que recebem mais atenção

Texto: Avelino Mateus

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Em tempo de eleições, na contemporaneidade, as mídias sociais são uma realidade instaurada, seja por meio de sites, blogs ou redes sociais, as discussões estão cada dia mais afloradas. Com as novas regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2017, a plataforma digital se tornou um meio ainda mais atrativo para as campanhas eleitorais, os candidatos poderão pagar para impulsionar propagandas nas redes sociais, além disso, poderão receber doações de eleitores por meio das chamadas vaquinhas virtuais.

Apesar do meio virtual estar ganhando cada vez mais espaço, as mídias tradicionais – televisão, rádio e impresso – ainda são as plataformas que recebem mais atenção para a propaganda política. A imagem do candidato seja talvez a maior preocupação nessas eleições, com os últimos escândalos de corrupção e a revolta da população, o brand dos candidatos volta-se principalmente para campanhas institucionais, a figura do não-político cresce constantemente, sugerindo aos candidatos que reposicionem suas marcas.

Para discutirmos melhor essa relação entre mídia e eleições, conversamos com o pesquisador em comunicação política, professor, consultor de marketing e comunicação, Marcos Marinho, que ministrou a aula magna do semestre 2018/2 para os alunos de Jornalismo e Publicidade e será um dos debatedores da mesa-redonda Comunicação e Política em Período Eleitoral, na próxima segunda-feira, 17 de setembro, das 19h às 22h, no auditório da unidade Bueno. Confira a entrevista a seguir.

 

Araguaia On Line –  Com a ascensão das mídias sociais nos últimos anos, elas se tornam mais importantes em campanhas eleitorais ou a mídia tradicional ainda é a principal plataforma de propaganda?

Marcos Marinho – Vivemos um novo paradigma da comunicação onde as multiplataformas devem ser observadas e utilizadas como forma de acessar, conquistar, mobilizar e engajar os eleitores. A comunicação deve ser pensada de acordo com as características de cada canal e do target (alvo) que se pretende acessar. É ultrapassado, na minha opinião, esse debate sobre quem é mais importante.

 

Até onde a influência das mídias sociais pode afetar o resultado final das eleições?

Até onde elas forem bem planejadas, integradas às outras plataformas de comunicação e ações de campanha e, principalmente, trabalhadas de modo estratégico e profissional, com conteúdo bem feito e adaptado aos canais em uso. Quem não entende as funções reais das ferramentas da web acaba por atribuir a elas uma expectativa inalcançável.

 

Tem se vendido a imagem do “não-político”. Você acha que a fadiga do eleitor e uma busca pela renovação colaboram para que os candidatáveis reposicionem os discursos?

A imagem do não-político é sim um mote que está em uso. Porém, a meu ver, não cola para todos os cargos e já não tem o mesmo apelo que teve em eleições passadas.

 

As eleições deste ano terão um curto tempo de campanha. O que mais conta na imagem do político para conquistar adeptos? E qual a melhor estratégia de comunicação considerando o tempo de campanha?

O que mais conta é o trabalho prévio de apresentação e consolidação de imagem. Com o tempo mais curto, candidatos pouco conhecidos possuem menos chances de serem eleitos. A imagem e o discurso devem ser alinhadas à significação que o candidato possui junto aos seu target e, fundamentalmente, coerente com o contexto em que ocorre o pleito. A melhor estratégia é não deixar para fazer o trabalho só durante o período da campanha.

O pesquisador e consultor, Marcos Marinho. Foto: acervo pessoal.

Goiás tem maior crescimento em transplantes renais do país

O procedimento é uma opção de tratamento para os pacientes que sofrem de doença renal crônica avançada. Até agosto de 2018 foram realizados 92 transplantes no HGG

Texto: Maria Planalto

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Créditos da imagem: Deccan Chronicle

A doação de órgãos é um ato nobre que pode salvar vidas. Muitas vezes o transplante pode ser a única esperança ou a oportunidade de um recomeço para uma pessoa. O Serviço de Transplantes Renais do Hospital Estadual Alberto Rassi (HGG) registrou, no primeiro trimestre de 2018, um crescimento de 100% no número de transplantes renais realizados na unidade. O comparativo é em relação ao mesmo período do ano passado. Até agosto de 2018, a unidade registrou um total de 92 transplantes de rins.

Goiás e outros quatro estados (Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará) apresentaram o aumento deste tipo de procedimento. Contudo, segundo o Registro Brasileiro de Transplantes, o Brasil registrou uma queda de 10% no número de transplantes renais no primeiro trimestre de 2018, quando comparado ao mesmo período de 2017.

Para coordenador do Centro de Terapia Intensiva (CTI) do HGG, Marcelo Rabahi, além dos bons resultados em relação ao número de transplantes realizados em Goiás, é importante que os processos sejam satisfatórios. A avaliação dos casos transplantados no ano de 2018 mostra que 92,3% dos pacientes obtiveram sucesso com o procedimento. “Esses dados trazem a certeza que a decisão de implementação do serviço de transplante renal foi acertada e o trabalho multidisciplinar desenvolvido na instituição deve continuar”, explicou.

Gastos

A prevalência de doenças renais crônicas vem crescendo na maioria dos países, consequentemente também existe um aumento de internações e consumo de recursos financeiros. O Sistema Único de Saúde (SUS) é o responsável pelo financiamento de 90% dos tratamentos de pacientes que se encontram em terapia renal substitutiva, como a diálise, que inclui a hemodiálise e diálise peritoneal.

“O transplante renal representa uma alternativa custo-efetiva para o tratamento das doenças renais crônicas, por isso, devemos investir cada vez mais tanto no incentivo da doação de órgãos quanto no investimento dos serviços de transplante no setor público”, avaliou Marcelo Rabahi.

Em Goiás, existem mais de 190 pessoas na fila de espera por um transplante de rim. O número de doares no Estado é baixo se comparado à média nacional. Ao fim do primeiro semestre deste ano, a taxa foi de 7,2 doadores por milhão de população, sendo a média nacional de 16,2 por milhão, conforme dados da Secretária Estadual de Saúde de Goiás.

O profissional por trás do transplante

Entre a retirada e o transplante de um órgão existem uma série de etapas. Para que isso seja possível, é necessário que o órgão corresponda a uma série de exigências até chegar ao novo corpo. Essas etapas vão desde as mais simples, como a verificação do tipo sanguíneo, até uma série de análises realizadas pelo Médico Patologista. Este profissional é o responsável por verificar se o órgão está em pleno funcionamento para desenvolver sua função em um novo organismo.

“Para que um órgão seja aceito em um corpo diferente, precisamos levar em conta não só a classificação sanguínea, mas o tamanho e a capacidade de desenvolver suas funções, pois em casos de mortes por infecção, por exemplo, o transplante pode ser descartado”, afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), Dr. Clóvis Klock. A equipe médica, além desses especialistas, também é responsável por encontrar um destino com critérios de proximidade, considerando o tempo útil do órgão fora do corpo, gravidade do paciente e o tempo na lista de espera.

“Quando há um alerta de possibilidade de doação, tudo tem que acontecer com muita rapidez, partindo da conversa com os familiares, passando pela busca por um paciente compatível. Todo o processo deve acontecer respeitando o tempo limite de sobrevida de um órgão, que pode variar. Um coração pode ficar parado por até 4 horas, já um fígado resiste até 12 horas fora de um corpo e um rim aguenta 36 horas sem circulação sanguínea”, contou o Dr. Klock.

Quero ser Doador de Órgãos. O que fazer?

Se você quer ser doador de órgãos, avise a sua família.

Para ser um doador, basta conversar com sua família sobre o seu desejo de ser doador e deixar claro que eles, seus familiares, devem autorizar a doação de órgãos.

No Brasil, a doação de órgãos só será feita após a autorização familiar.

Dois tipos de doador:

1 – O primeiro é o doador vivo. Pode ser qualquer pessoa que concordo com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, só com autorização judicial.

2 – O segundo tipo é o doador falecido. São paciente com morte encefálica, geralmente vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).

Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes.

 

A campanha ‘Setembro Verde’ é uma das iniciativas que incentiva a doação de órgãos. Créditos da imagem: Espaço Rafah

Faculdade Araguaia discute as relações entre a Ditadura Militar e a mídia

Texto: Raquel Fernandes

Edição: Vinícius Martins

 

Foi realizada na última quarta-feira (29), a primeira sessão do Projeto de Extensão Cineclube Araguaia 2018/2, como parte da programação da Semana de Integração Acadêmica. Na ocasião foi exibido o filme O Dia que Durou 21 Dias, para relembrar a ditadura militar no Brasil e os 50 anos do Ato Institucional nº 5.

A Semana de Integração da Faculdade Araguaia reuniu calouros e veteranos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, além de grandes nomes da comunicação, como o Professor Renato Dias, a jornalista Glória Drummond e o coordenador do curso de Jornalismo da PUC-Goiás, Antônio Carlos.

O evento apresentou o documentário AI-5 – O Dia Que Não Existiu, dirigido pelo jornalista Paulo Markun, que mostra a crise política que motivou a decretação do Ato Institucional nº 5, levando ao extremo o autoritarismo do regime militar, em 1968. Por fim, a mesa redonda composta pelos convidados discutiu suas experiências com a ditadura militar, além dos efeitos que a mesma causou na imprensa brasileira.

Para entendermos o contexto

Quando falamos em ditadura, nos referimos a qualquer regime de governo autoritário em que todos os poderes estão sob autoridade de um indivíduo ou de um grupo. No caso de uma ditadura, ou regime militar, que é aquele composto por militares, o grupo que detém o poder quase sempre chega a ele por meio de um golpe de Estado.

As ditaduras militares que não contam com o apoio popular são marcadas pela crueldade, por perseguições e torturas aos defensores da oposição, e pelo desrespeito aos Direitos Humanos. Um golpe de Estado consiste no derrubar de um governo legítimo, podendo apresentar características pacíficas ou violentas. Portanto, o controle do Estado passa subitamente das mãos de um governo constitucionalmente eleito para outro grupo de governantes. No caso de uma ditadura militar, esse controle é exercido por uma equipe de militares.

Uma das características destes regimes, é que eles geralmente se apresentam como apartidários, ou como um partido “neutro” que pode trazer a liderança necessária para a sociedade em tempos de crise. Eles também tendem a retratar civis como políticos corruptos e ineficazes.

Em casos extremos, e como demonstração desta liderança, o militar, ou conjunto de militares no comando, implantam um sistema de leis denominado lei marcial. Este sistema consiste na suspensão de todas as (ou parte das) liberdades fundamentais do cidadão, como o ato de se deslocar, se reunir e principalmente manifestar sua opinião.

Ditadura militar no Brasil

No Brasil, o regime militar ocorreu entre 1964 e 1985. Também conhecido como Quinta República Brasileira, o país permaneceu sob a influência de sucessivos governos militares durante mais de 20 anos. As tensões políticas se destacaram no Brasil na década de 1950 quando importantes círculos militares, os quais adquiriram grande poder político após a vitória na Guerra do Paraguai, se aliaram a ativistas de direita na tentativa de impossibilitar que presidentes como Juscelino Kubistchek e João Goulart tomassem posse, devido à sua concordância com ideologias comunistas.

Em 1961, Goulart foi autorizado a assumir o cargo, sob um acordo que diminuiu seus poderes como presidente com a instauração do parlamentarismo. No entanto, este sistema durou somente um ano dando lugar ao presidencialismo, o que fez com que os poderes de Goulart crescessem e o fizessem propor a implementação de políticas de esquerda, como a reforma agrária e a nacionalização de empresas em vários setores econômicos.

Com o receio de que o Brasil se unisse a Cuba como parte do bloco comunista da América Latina, políticos influentes, setores conservadores da Igreja Católica, os latifundiários, a burguesia industrial e uma parcela da classe média solicitaram uma “contra-revolução” por parte das Forças Armadas para afastar João Goulart do governo. O golpe se consolidou na madrugada de 31 de março de 1964, quando tropas militares, sob o comando do general Olympio Mourão Filho, se mobilizaram para o Rio de Janeiro, onde Goulart se encontrava, o que o fez partir para o exílio no Uruguai.

O primeiro Presidente da República no regime militar foi o marechal Castelo Branco, o qual afirmava que a intervenção era apenas temporária e tinha caráter corretivo. No entanto, as Forças Armadas, lideradas pelo general Artur da Costa e Silva, não tinham como prioridade o caráter moderador, mas sim estipular a linha dura de reprovação às atividades políticas esquerdistas, consideradas pelos militares golpistas como “terroristas”.

Imediatamente após a tomada de poder pelos militares, foram estabelecidos dezessete Atos Institucionais, que eram conjuntos de normas e decretos utilizados como mecanismos de legitimação e legalização das ações políticas dos militares, designando para eles próprios vários poderes extraconstitucionais. Por meio das normas estabelecidas por estes atos, o governo militar tinha o poder de alterar a constituição, cassar leis legislativas, instituir eleições indiretas para presidentes da República, dissolver todos os partidos políticos existentes no país, estabelecer regras para a reforma agrária, banir do território brasileiro as pessoas consideradas “perigosas para a segurança nacional”, entre outros.

Um dos Atos Institucionais que mais merece destaque é o AI-10, que atingiu direta ou indiretamente os cargos administrativos, as instituições de ensino e as organizações consideradas de interesse nacional, por meio de cassações e suspensões de direitos políticos. Por este motivo, mais de 500 pessoas foram atingidas com punições, entre elas membros do Congresso Nacional e das assembleias estaduais e municipais, jornalistas, militares, diplomatas, médicos, advogados e professores.

Em 13 de dezembro de 1968, entrou em vigor o mais duro golpe na democracia que deu poderes quase absolutos aos militares, o Ato Institucional número 5. Este se tornou o maior marco da repressão durante o regime militar. Chamado de “golpe dentro do golpe” pelo jornal Correio da Manhã, esse decreto marca o período denominado “anos de chumbo”, que vai do governo de Costa e Silva até o fim do Governo Médici.

O estopim para a implantação do AI-5 ocorreu no contexto das manifestações estudantis, com a morte do estudante Édson Luís Souto durante um protesto contra o atraso das obras no restaurante estudantil Calabouço, no estado do Rio de Janeiro.Em resposta, o deputado Márcio Moreira Alves, do Movimento Democrático Brasileiro, discursou no Congresso sugerindo que a população sabotasse o desfile de 7 de Setembro e que as mulheres não se relacionassem com oficiais que fossem coniventes com a violência operada pelos militares. Por isto, o AI-5 passou por cima da Constituição elaborada pelos próprios militares e deu amplos poderes ao Executivo para perseguir e punir seus opositores retirando-lhes qualquer garantia constitucional.

Dentre as medidas decretadas pelo AI-5, estava o fechamento do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas, a permissão para o governo federal, sob pretexto de “segurança nacional”, para intervir em estados e municípios, a ilegalidade das reuniões políticas não autorizadas pela polícia causando diversos toques de recolher em todo o país, o cancelamento do habeas corpus por crimes de motivação política, a suspensão dos direitos políticos dos cidadãos considerados subversivos, privados por até dez anos da capacidade de votação ou de eleição, e a censura da imprensa e de todo tipo de arte, como teatro, música, cinema e televisão, mesmo por motivos vagos como a subversão da moral ou dos bons costumes.

Manchete do Diário de São Paulo sobre a interrupção do Congresso após a implantação do AI-5.

 

O AI-5 se instaurou no país por 11 anos, e durante os seus primeiros meses, a população vivia um terror. Vários servidores foram aposentados ou cassados, intervenções foram realizadas na diretoria de sindicatos a fim de excluir lideranças de oposição, estudantes, professores e demais funcionários das universidades também foram alvo dos militares que, a partir do Decreto nº 477, passaram a suspendê-los por considerarem que praticavam “atividades subversivas”. Além disso, militares perseguiram, prenderam e torturaram milhares de pessoas, levando centenas a óbito, algumas cujos corpos até hoje não foram encontrados.

Em um contexto de euforia nacionalista e milagre econômico, o AI-5 teve espaço amplo de atuação, gerando reação contrária de resistência que fortaleceu os movimentos de oposição e a luta armada.

Ditadura militar e a imprensa

O regime militar atingiu direta e violentamente a imprensa brasileira. Os jornais O Estado de São Paulo e Correio da Manhã foram invadidos pela polícia e suas edições impedidas de circular. Antes mesmo que o AI-5 fosse divulgado através da Hora do Brasil, a polícia já havia prendido milhares de pessoas consideradas um perigo para a segurança nacional. Com a implantação deste ato, o país viveu uma censura aos meios de comunicação jamais vista no país. Novelas, peças de teatro, livros e até mesmo o Balé Bolshoi foi proibido de se apresentar no Brasil, por ser russo.

Diversas personalidades públicas foram forçadas ao exílio após a edição do AI-5, dentre elas os músicos Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque de Holanda. Durante o regime militar, alguns periódicos, como O Estado de S. Paulo, ainda tentaram preservar sua autonomia, no entanto o governo passou a utilizar a figura do censor para supervisionar a redação desses jornais, tentando manter o máximo controle possível sobre as informações veiculadas.

A censura aos meios de comunicação impressos tradicionais levou um grupo de profissionais a investir numa outra vertente, que foi chamado de imprensa alternativa, ou nanica, e se tomou o principal meio de denúncia das barbaridades cometidas pelos militares. O idealizador e criador da imprensa alternativa foi o humorista Millôr Fernandes, que produziu a revista Pif-Paf, em maio de 1964. A revista reuniu um grande número de artistas, cujo objetivo era criticar os valores da sociedade burguesa e as excessivas perseguições políticas, desaparecimentos e torturas do recém-instalado regime militar.

A bipolaridade invadiu os meios de comunicação no Brasil, deixando de um lado as mídias que apoiavam o Golpe, as quais tinham guarida legal e muitas vezes apoio econômico para operar, e de outro as mídias que eram opostas à ditadura. Neste período os estudantes, os intelectuais, os engajados políticos e os comunicadores foram as principais vítimas do sistema que contestavam.

Em 1970 foram criados os DOI (Departamento de Operações e Informações) e os CODI (Centro de Operação e Defesa Interna). O DOI-CODI na prática era uma máquina de repressão e tortura, utilizando seus porões para violentar os prisioneiros com choques elétricos, afogamentos, palmatórias, e em alguns casos, até mesmo a morte. Um dos casos mais enfáticos de tortura e morte no DOI-CODI foi do jornalista Vladmir Herzog, o qual foi encontrado com um cinto amarrado ao pescoço, e dado como suicida pela imprensa que apoiava a ditadura.

Mestres e historiadores falam sobre a Ditadura

Em entrevista ao Araguaia Online, o historiador Renato Dias destaca as conseqüências políticas, sociais e econômicas do regime para o Brasil, e dá a sua opinião sobre a maior ameaça à democracia do país.

Confira a entrevista:

ARAGUAIA ONLINE: Qual a sua visão sobre a Ditadura Militar no Brasil?

RENATO DIAS: Um golpe de Estado civil e militar depôs, em 1 e 2 de abril de 1964, o presidente da República, João Belchior Marques Goulart. Um nacional-estatista. Em sua versão trabalhista, Jango queria executar as Reformas de Base para construir um país menos desigual e mais democrático. Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica-, com o aval do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, além da cobertura negativa intensiva dos grandes conglomerados de comunicação e financiamento dos Estados Unidos, sob Lyndon Johnson, instalaram uma ditadura que durou 20 anos. Com milhares de presos, torturados, exilados, mortos, desaparecidos e demitidos. A economia produziu elevado endividamento externo, inflação, fome e desemprego. Com censura.

AO: O que significa para o país o marco de 50 anos da época mais violenta de sua história?

RD: 50 anos depois. O Brasil sofre, em 2016, um golpe pós-moderno. Líquido. Frio. Sem tanques e com togas. Com o aval de um Congresso Nacional financiado por recursos ilegais. Com o suporte dos EUA e dos monopólios de mídia. Controlados por apenas sete famílias. Um impeachment sem crime de responsabilidade. O resultado? 27,7 milhões de desempregados e desalentados; 36 milhões no mercado de trabalho informal ou invisível, sem renda fixa, direitos trabalhistas ou previdenciários; 19,5 milhões de pessoas na pobreza extrema, com consumo de menos de um dólar por dia. Com 63 mil homicídios em 2017. Maior do que a Guerra na Síria. Retrocessos políticos e sociais. Triste. Trágico.

AO: O Brasil ainda tem características deixadas pela Ditadura?

RD: O Brasil não puniu os responsáveis por prisões ilegais, torturas e desaparecimentos. O racismo, a homofobia, o sexismo, a misoginia, a xenofobia e a violência nas ruas, delegacias e no sistema prisional, constituem heranças das ditaduras do Estado Novo – 1937 à 1945 – e civil e militar – 1964 à 1985.

AO: No atual cenário político e econômico em que o país se encontra, qual seria a maior ameaça para um possível retorno do regime militar?

RD: O capitão do Exército na reserva Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas para a Presidência da República é, hoje, a maior ameaça para a frágil democracia do Brasil.

O professor, historiador e jornalista Renato Dias.

A professora Viviane Maia, jornalista e coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia, reitera a importância da discussão sobre a ditadura militar, não só nos cursos de comunicação social, mas em todas as outras graduações. Ela afirma que existe a necessidade do conhecimento deste capítulo negro e recente da nossa história, por parte dos alunos.

“O que a gente propõe aqui na faculdade com esta discussão, é resgatar o que foi este período no Brasil, o que ele representou para o país e de que forma ele impactou na vida das pessoas e no jornalismo.” Viviane ainda destaca a importância de todo brasileiro conhecer a sua história e este capítulo da ditadura, para que não hajam clamores por parte da população para que estes dias se repitam.

Cursos de comunicação discutem eleições e aniversário do AI-5

Texto: Samantha Henrique

Edição: Profa. Viviane Maia

 

Com intuito de discutir temas atuais e relevantes para a formação de seus alunos, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia definem a cada semestre um assunto norteador. Por isso, no segundo semestre de 2018, alunos e professores participarão de atividades que vão abordar o tema Eleições e Política na Rede, entre palestras, mesas redondas e sessões de cineclube.

O tema foi escolhido em decorrência de 2018 ser um ano eleitoral. Nas próximas eleições serão escolhidos o presidente e o vice-presidente do Brasil, além de governadores dos estados, senadores, deputados federais e estaduais. A professora Viviane Maia, coordenadora dos cursos de Comunicação, destaca a importância de se discutir o tema.

“Estamos vivenciado momentos turbulentos e controversos com relação à política no Brasil. Além disso estamos em plena campanha eleitoral. Por isso, não há nada mais urgente e atual do que discutir a influência das mídias, em especial as mídias digitais, no quadro político e eleitoral brasileiro”.

O fato do Ato Instituicional nº 5 completar 50 anos no próximo dia 13 de dezembro também motivou a escolha pela pauta. A coordenadora de cursos alerta para a emergência de se relembrar a história recente do Brasil, desconhecida por muitos discentes.

“O AI-5 representou o golpe dentro do golpe. O Brasil já vivia um clima de repressão, desde 1964. É fundamental discutirmos, relembrarmos o que foi a ditadura militar. Lembrar para não esquecer. O mais preocupante é que existe um desconhecimento por parte dos nossos alunos sobre a história do Brasil. Temos de colaborar para formação crítico-reflexiva dos nossos alunos.”

Professora Viviane Maia, coordenadora dos cursos de Comunicação da Faculdade Araguaia

Filme mostra como os EUA colaboraram para o golpe militar no Brasil

Para relembrar e discutir sobre a ditadura militar no Brasil, será realizada na próxima quarta-feira, 29 de agosto, a partir das 18h30, a primeira sessão do Projeto de Extensão Cineclube Araguaia 2018/2, no auditório da unidade Bueno. O filme escolhido é AI-5 – O Dia que Durou 21 Anos.

Após a exibição do filme, será realizada uma mesa redonda que contará com a presença do jornalista, sociólogo e escritor Renato Dias; jornalista Glória Drummond; e o professor e coordenador do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Antônio Carlos Cunha.

Renato Dias atualmente é repórter especial do Diário da Manhã, pesquisador da ditadura militar brasileira e outros regimes autoritários. Recebeu no ano de 2017 o Prêmio Nacional de Jornalismo e Direitos Humanos. Tem um irmão desaparecido político desde 1972.

Glória Drummond é jornalista da velha guarda. Iniciou a carreira em Goiás como apresentadora de telejornalismo da TV Anhanguera, no final dos anos 1960; atuou como editora de cultura no jornal O Popular, na década de 1980; e foi vítima da ditadura militar logo após o golpe militar, em 1964.

Pesquisador, jornalista e professor universitário, Antônio Carlos Cunha também tem sua história marcada pela ditadura militar brasileira. Nasceu no Chile, em 1973, porque seus pais fugiram para o país vizinho perseguidos pelo regime de exceção.

Ditadura militar no Brasil será tema de discussão do Cineclube Araguaia 2018/2, no dia 29 de agosto

ESTUDANTES ABORDAM TEMÁTICAS ATUAIS COMO A BIOTECNOLOGIA DURANTE IX JORNADA CIENTÍFICA DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Texto: Naddiny Barros

Edição: Vinícius Martins

 

Entre os dias 21 e 23 de maio, a Faculdade Araguaia realiza a IX Jornada de Iniciação Científica do curso de Ciências Biológicas, que promete abordar temáticas atuais, com o inter-relacionamento entre várias áreas da Biologia. O evento acontece na Unidade Bueno, a partir das 18h. A entrada é gratuita.

O tema desta edição da Jornada é “Biotecnologia: avanços e perspectivas no desenvolvimento tecnológico e social”.

Na segunda-feira (21), os alunos podem fazer suas inscrições nos minicursos e devem assinar a lista. O horário para a realização deste processo é das 18h às 19h. E a programação não para por aí. Já no segundo dia (22), acontecem os minicursos, das 18h30 às 22h.

Por fim, no terceiro dia (23), entre as 18h30 às 21h, os acadêmicos participam das Comunicações Orais – os projetos dos trabalhos de conclusão de curso e as apresentações científicas de pôsteres, além da exposição das produções de materiais pedagógicos.

Em entrevista ao Araguaia Online, a professora Rafaella Rodrigues, coordenadora do curso de Ciências Biológicas destaca que esta Jornada é o principal caminho para os alunos realizarem pesquisa e extensão.

Ela afirma que os trabalhos científicos apresentados contribuem para melhorar os currículos dos estudantes e deixar como experiência situações científicas, que os constituirão pesquisadores. “A expectativa é bastante positiva, visto que os alunos se envolveram na produção dos trabalhos. Além disso, receberemos para o evento importantes nomes da pesquisa regional relacionados à temática proposta”, acrescenta.

Professora Rafaella Rodrigues, coordenadora do curso de Ciências Biológicas

SERVIÇO

IX Jornada de Iniciação Científica do curso de Ciências Biológicas

Tema: Biotecnologia: avanços e perspectivas no desenvolvimento tecnológico e social

Quando: 21 a 23 de maio de 2018

Horário: 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno – Av. T-10 n° 1047 – Goiânia-GO

Evento Gratuito

Informações: Unidade Bueno – (62) 3923-5400

PROGRAMAÇÃO

21/05/18 (Segunda-feira)

18h às 19h – Inscrição nos minicursos e assinatura de lista
19h às 19h15 – Solenidade de abertura
19h15 às 19h30 – Apresentação cultural
19h30 às 21h30 – Mesa-redonda e debate
Perspectivas biotecnológicas das diferentes áreas: diálogo entre os saberes
– Prof.ª Dra. Angela Adamski da Silva Reis (UFG)
– Prof. Me. Lucas Carlos Gomes Pereira (UFG – HC)
– Prof. Esp. Laura Raniere Borges dos Anjos (UFG)
– Mediação: Prof.ª Dra. Jalsi Tacon Arruda (FARA)

22/05/18 (Terça-feira)

18h30 às 22h – Minicursos
– Minicurso 1 (Sala 321): Gestão de resíduos sólidos – Profª. Fernanda
Gratão Lemes
– Minicurso 2 (Sala 322): Ecologia e conservação de anfíbios e répteis do
Brasil – Dr. Vinícius Guerra Batista (Universidade Estadual de Maringá – UEM)
– Minicurso 3 (Sala 323): Biotecnologia e genética do melhoramento na
agroecologia – Profº. Eduardo José dos Santos (UFG)
– Oficina: Biotecnologia na produção de cosméticos artesanais – alunos
do primeiro período, sob supervisão da profª. Ma. Maria Cecília Vieira (FARA)

23/05/18 (Quarta-feira)

18h30 às 21h – Comunicações orais (projetos dos Trabalhos de Conclusão de
Curso)
19h às 20h – Apresentação científica de pôsteres e exposição das produções
de materiais pedagógicos.

VIII Jornada Científica de Engenharia Civil e Construção de Edifícios debate inclusão e combate ao preconceito na construção civil

Texto: Avelino Mateus

Edição: Vinícius Martins

 

A temática da VIII Jornada de Iniciação Científica dos cursos de Engenharia Civil e Tecnologia em Construção de Edifícios da Faculdade Araguaia, foge aos padrões técnicos nesta edição. Os debates serão voltados para inclusão e combate ao preconceito, diferentemente de anos anteriores, em que os temas falaram sobre energias alternativas, reaproveitamento e meio ambiente. O evento ocorre nos dias 17 e 18 de maio, na Unidade Bueno, localizada na Avenida T-10, próximo ao Parque Vaca Brava.

Para o coordenador dos cursos, Professor Juliano Geraldo Ribeiro Neto, o tema desta edição é uma oportunidade para os alunos pesquisarem sobre temas além das técnicas da profissão. “Para os alunos especificamente, o desenvolvimento do trabalho é uma oportunidade que eles têm para trabalhar com pesquisa, produzir e ler, porque na parte de Engenharia Civil, por exemplo, as disciplinas em si são mais técnicas, mais focadas na parte de formação profissional”, declara.

O professor Juliano avalia que houve crescimento no número de mulheres interessadas neste mercado. “Quando me formei, em 2005, na minha turma haviam duas mulheres. Hoje você chega em uma sala aqui, 40 a 50% dela tranquilamente é formada por mulheres. Então é algo que tem chamado atenção para essas questões dentro do curso”, acrescenta.

Além do tema principal, as apresentações foram divididas em subtemas, que estabelecem o que cada turma deve pesquisar para elaboração do material.

As turmas de 1° e 2° período ficam com o tema “Questões étnico-raciais na construção civil”. 3° e 4° períodos abordam “Questões de desempenho e acessibilidade em edificações”. Os alunos de 5° e 6° estão incumbidos de trabalhar “Influência indígena e africana na construção civil”. E por fim, os alunos de 7° e 8° período apresentam “Diversidade sexual e de gênero: o preconceito na construção civil”.

A organização do evento foi dividida em dois módulos: na quinta-feira (17), os alunos de 1° a 4° período apresentam seus trabalhos no ginásio da instituição. Já os alunos de 5° a 8° período apresentam seus trabalhos em sala de aula. Na sexta-feira (18), acontece uma sequência de oficinas e minicursos, com palestras para agregar na área técnica de engenharia.

SERVIÇO

VIII Jornada de Iniciação Científica dos Cursos de Engenharia Civil e Tecnologia em Construção de Edifícios

Quando: 17 a 18 de maio de 2018

Horário: 18h30 às 22h

Onde: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno – Av. T-10 n° 1047 – Goiânia-GO

Evento Gratuito

Informações: Unidade Bueno – (62) 3923-5400

Faculdade Araguaia promove VIII Jornada Científica de Jornalismo e Publicidade e Propaganda

Texto: Raquel Fernandes

Edição: Vinícius Martins

 

Nos dias 14 e 15 de maio, a Faculdade Araguaia realiza a VIII Jornada de Iniciação Científica dos cursos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda. O evento tem como grande objetivo o desenvolvimento de pesquisas e produções científicas nas áreas de formação.

No semestre 2018/1, a VIII JIC COM terá como eixo temático a Leitura Crítica da Mídia, direcionando seus estudos para as fake news e para o reposicionamento de marcas.

Como forma de exposição de projetos, os alunos deverão produzir resumos expandidos sobre o assunto escolhido, e apresentá-los em grupos de trabalhos (GT’s). Ao final do evento, os trabalhos serão reunidos em um portfólio para publicação no site da faculdade.

O evento é de grande importância para a construção do conhecimento dos alunos, como destaca a professora Viviane Maia, coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. “A jornada de iniciação científica é de grande relevância para a formação acadêmica. O evento coloca o aluno desde o primeiro período em contato com a pesquisa científica e a produção de texto acadêmico. Desta maneira, ao longo do curso o discente vai produzindo estudos que vão o preparando para a produção do trabalho de conclusão de curso, o temido TCC. Além disso, o aluno também tem a oportunidade de apresentar uma produção acadêmica para uma banca de professores e discutir criticamente com outros discentes e docentes sobre o trabalho em questão.”

Para a instituição, Viviane afirma que “o evento é importante porque agrega qualidade à formação dos discentes e consequentemente este repercute positivamente na imagem da faculdade pela qualidade do profissional formado por ela.”

Professora Viviane Maia, coordenadora dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda

Entenda o eixo temático

As fake news, ou notícias falsas, fazem parte da denominada imprensa marrom, a qual tem como principal característica o sensacionalismo que visa elevada audiência e vendagem por meio da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos.

Neste caso, a distribuição deliberada de desinformação ou boatos nos meios de comunicação, tem a intenção de enganar o leitor a fim de persuadi-lo, criar uma percepção equivocada sobre determinado assunto, causar dano a alguém ou alterar um pensamento coletivo.

Em uma sociedade tão influenciada pela tecnologia e pelas mídias sociais, é papel dos comunicadores apurar todas as informações antes de publicá-las, para que as notícias falsas sejam desmontadas e que se denuncie o que elas carregam de manipulação e desprezo pela Inteligência.

O reposicionamento de marcas consiste em mudar a imagem que os consumidores têm de determinada empresa, criando uma nova identidade para a marca e se comunicando paralelamente à necessidade de quem a consume.

Para que um reposicionamento aconteça, é necessário que a empresa leve alguns aspectos importantes em consideração. O primeiro deles é que o consumidor não é o mesmo ao longo da vida. Ele passa por importantes processos de mudança que impactam o relacionamento com a empresa e sua marca.

É nesse momento que a empresa precisa se reposicionar frente às mudanças comportamentais do seu consumidor.
Outras mudanças a se considerar são nas estratégias dos concorrentes e até mesmo aqueles que estão entrando no mercado, além de crises e oportunidades que atingem o meio em que a empresa atua.

SERVIÇO

VIII JIC COM – Jornada de Iniciação Científica dos cursos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Faculdade Araguaia

Tema: Leitura Crítica da Mídia – Fake News e Reposicionamento de Marcas

Quando: 14 e 15 de maio de 2018
Horário: 18h30 às 22h
Onde: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno
Endereço: Av. T-10, nº 1047 – Setor Bueno – Goiânia-GO
Entrada gratuita

Modalidade de trabalho: Resumos Expandidos

Orientadores dos resumos:

– Prof. Frederico Carvalho
– Prof. Gildésio Bomfim
– Prof. José Antônio Cirino
– Profª. Juliana Junqueira
– Profª. Márcia Pimenta
– Profª. Roberta Barros
– Profª. Sandra Paro
– Profª. Viviane Maia

Grupos de Trabalho (GT’s):

– GT 1 – Ciberdemocracia
– GT 2 – Representação e Ideologia na Mídia
– GT 3 – Ética, Pós-Verdades e Manipulação no Discurso
– GT 4 – Análise Política da Mídia

Engenharia Ambiental da Faculdade Araguaia realiza IX Jornada de Iniciação Científica

Texto: Werônica Estevan

Edição: Vinícius Martins

 

A Coordenação do curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Araguaia convida a todos para participarem de sua IX Jornada de Iniciação Científica, com o tema “O papel do Engenheiro Ambiental na Sociedade”. O evento conta com apresentações dos alunos, oficinas e minicursos ministrados pelos professores da Instituição. A jornada é gratuita, e acontece de 14 a 17 de abril, na unidade Bueno.

O curso de Engenharia Ambiental está presente na FARA, desde 2010. A Jornada Científica – que previamente era conhecida como Eixo Temático, é realizada há nove semestres. Os temas dos eventos anteriores estavam ligados a questões ambientais (lixo, poluição do ar, esgoto, inundações e outros). Pensando nisso, a direção do projeto resolveu inovar, e tratar sobre a gestão do Engenheiro Ambiental neste semestre.

O principal objetivo desta jornada é promover a divulgação do conhecimento científico e efetivar a troca de ideias entre professores e alunos. Em entrevista ao Araguaia Online, o Professor Doutor Fernando Ernesto Ucker, coordenador do curso há cinco anos, explica. “Neste semestre, iremos falar muito sobre carreira. Queremos divulgar também sobre o que faz um Engenheiro Ambiental, onde ele atua, com quais profissionais ele trabalha”. Os alunos terão a oportunidade de conhecer o vasto campo de atuação do Engenheiro Ambiental.

Coordenador do curso de Engenharia Ambiental, Professor Doutor Fernando Ernesto Ucker

ENGENHARIA AMBIENTAL
O PAPEL DO ENGENHEIRO AMBIENTAL NA SOCIEDADE

PROGRAMAÇÃO

14/05/2015 (Segunda-feira)

– 18h45h às 19h (Participação obrigatória de todos os discentes do curso)
Solenidade de Abertura

– 19h às 22h (Participação obrigatória de todos os discentes do curso)
19h
Eng. Ambiental Paulo Junior Santos de Oliveira
Analista Ambiental Da laticínios Bela Vista
Tema: Eng. Ambiental na Industria de laticínios

19h30
Eng. Ambiental Aline Candida da Silva Garcia
Esp. em Engenharia de segurança de trabalho
Tema: Educação ambiental e Gestão de Resíduos urbanos tarifados

20h
Eng. Ambiental Gisele Lemes Costa
Tema: Setor público e Saneamento

20h30
Bióloga Daniela de Souza e Silva
Proprietária da Ecovel (Empresa de licenciamento ambiental e recuperações de áreas degradadas)
Tema: O que o mercado espera do profissional Eng. Ambiental

15/05/2018 (Terça-feira)

– 19h às 21h30

– Apresentação de trabalhos do Curso de Engenharia Ambiental do 1º ao 6º períodos.
Local: Quadra Poliesportiva da Faculdade Araguaia – Unidade Bueno.

16/05/2018 (Quarta-feira)

– 18h30 às 22h (Participação obrigatória de todos os discentes do curso)

– Apresentação de trabalhos do Curso de Engenharia Ambiental para o 7º e 8º períodos.
Local: Auditório do bloco V – Unidade Bueno.

17/05/2018 (Quinta-feira)

– 18h30 às 22h

Oficinas:

– Excel
Responsável: Prof. Esp. Cleveland Lemos Freire
Local: Sala de Aula
Vagas: 30
Requisito: Trazer notebook com pacote office.

– Power Point
Responsável: Profa. Ma. Cristina de Fatima Matos Antunes
Local: Laboratório de Informática n. 02
Vagas: 15

– Calculadora Científica
Responsável: Prof. Dr. Michel de Paula Andraus
Local: Sala de aula 422
Vagas: 30

– Currículo Lattes
Responsável: Profa. Dra. Glaucia Machado Mesquita e Prof. Me. Mateus de Leles Lima
Local: Laboratório de Informática n. 01
Vagas: 30
Requisito: Trazer documentos pessoais e possíveis certificados.

– Segurança em Trabalho em Altura NR-35
Responsável: Esp. Carlos Augusto de Oliveira Machado
Local: Sala de aula 414
Vagas: 45

– Consultoria Ambiental
Responsável: Profa. Ma. Lullyane de Queiroz Rodrigues
Local: Sala de aula 424
Vagas: 60

– Normas ABNT
Responsável: Profa. Dra. Martha Nascimento Castro
Local: Sala de aula 412
Vagas: 45

IX Jornada Científica da Engenharia Agronômica debate carreira e negócios na agricultura

Texto e edição: Vinícius Martins

 

Com o propósito de promover a iniciação científica dos alunos e capacitá-los desde o primeiro período por meio da leitura, escrita e pesquisa científica, a Faculdade Araguaia realiza a IX edição da Jornada Científica do curso de Engenharia Agronômica. O evento acontece entre os dias 15 e 18 de maio, na unidade Bueno, nos horários matutino, de 8h às 12h, e noturno, de 18h30 às 22h. A entrada é gratuita.

O tema da Jornada neste ano é “Carreira & Negócios na Agricultura”. As perspectivas do agronegócio e empreendedorismo na agricultura familiar são questões centrais desta edição e complementam os estudos do curso, nos quais os acadêmicos da Engenharia Agronômica são estimulados a identificar problemas no campo, relativos ao agricultor e à profissão e trabalhar em possíveis soluções.

O principal papel da Jornada Científica, neste contexto, é o da inserção científica. É o que explica a coordenadora do curso, professora Ressiliane Ribeiro Prata Alonso, em entrevista ao Araguaia Online. “Desde o primeiro período na Jornada, o aluno já começa a escrever o resumo científico, a saber que a escrita científica é diferente e a ler artigos científicos, não só livros didáticos, mas em um outro patamar.”

A coordenadora também ressalta a participação dos estudantes veteranos. “Os alunos do terceiro, quarto e quinto período em diante participam fazendo um resumo expandido, que é um mini artigo científico. Isso também os auxilia na escrita e a tendência é que ele chegue na fase do TCC (trabalho de conclusão de curso) e no projeto de pesquisa, por volta do décimo período com noção da escrita e da pesquisa bibliográfica. Por isso, incentivamos essa busca desde o primeiro período”, destaca.

Profa. Dra. Ressiliane Ribeiro Prata Alonso, coordenadora do curso de Engenharia Agronômica

Apresentações

A programação para os períodos matutino e noturno vai ter início no auditório da instituição. A partir do segundo dia, os alunos apresentam os trabalhos em horários específicos na quadra esportiva. As oficinas acontecem na sexta-feira (18), último dia do evento. Nestas, os estudantes precisam se inscrever com antecedência naquelas com as quais possuem maior afinidade. As temáticas são variadas e possuem limite de inscrições.

Os trabalhos práticos dividem-se em maquetes e protótipos. Por meio deles, os acadêmicos vão abordar qual a importância da união de agricultores familiares para a formação de cooperativas, visando a melhoria dos seus negócios, dentro da temática deste ano, “Carreira & Negócios na Agricultura”.

A professora Ressiliane Ribeiro Prata Alonso admite ter boas expectativas para a IX edição da Jornada Científica da Engenharia Agronômica. “Temos falado há alguns semestres sobre Desenvolvimento Sustentável, um tema muito marcante para os alunos. Eu quis, junto ao nosso colegiado docente, trazer algo diferente para eles, trabalhar como funcionam os negócios na agronomia para o pequeno e para o grande produtor, quais as facilidades e os desafios que existem nesse meio. Nossas palestras são voltadas para o empreendedorismo na agricultura e no agronegócio”, diz.

Como qualquer mercado, a Engenharia Agronômica possui suas dificuldades. Entretanto, a coordenadora, apesar de realista, enxerga boas possibilidades. “Lógico que temos dois olhares, o dos benefícios e dos malefícios, mas acho que o evento dará uma abertura maior em termos de conhecimento para o aluno. Vamos falar sobre a carreira do agrônomo e gestão de carreiras. Por que é importante para o aluno, por exemplo, fazer um mestrado, uma especialização? Como deve ser a capacitação profissional e a qualificação? Queremos trazer para eles este olhar teórico e mais futurístico. Estamos olhando à frente, para o desenvolvimento profissional deles no campo. As perspectivas são ótimas”, finaliza.

SERVIÇO

IX Jornada de Iniciação Científica de Engenharia Agronômica da Faculdade Araguaia

Tema: Carreira & Negócios na Agricultura

Quando: 15 a 18 de maio de 2018
Horário: 8h às 12h para o turno matutino e 18h30 às 22h para o turno noturno
Onde: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno
Endereço: Av. T-10, nº 1047 – Setor Bueno – Goiânia-GO
Entrada gratuita

CRONOGRAMA MATUTINO

Palestras (16/05/2018)

8h às 10 – Empreendedorismo na Agricultura Familiar – Giuliano de Freitas
10h às 12h – Negócios e Marketing Rural – Luiz Fernando de Araújo Júnior

Apresentação de trabalhos (17/05/2018)

8h às 10 – Apresentação de trabalhos das turmas de 1º e 2º período.
10h às 12h – Apresentação de trabalhos da turma de 3º período.

Oficinas (18/05/2018)

8h às 12h
Germinação e Emergência de sementes de soja – Deyner Damas Aguiar
Histoquímica em plantas medicinais – Divina Vilhalva

8h às 10h
Produção de substrato – Aline Assis Cardoso
Física básica – Rosane Castro

10h às 12h
Empreendedorismo – Antelmo Teixeira Alves

CRONOGRAMA NOTURNO:

Palestras (15/05/2018)

18h30 às 20h15 – Palestra institucional (CREA-GO) – Francisco Antônio Silva de Almeida
20h15 às 22h – Empreendedorismo na Agricultura Familiar – Giuliano de Freitas

Aula/Apresentação de trabalhos (16/05/2018)

18h30 às 20h15 – Aula
20h15 às 22h – Apresentação de trabalhos das turmas de 1º e 2º período.

Aula/Apresentação de trabalhos (17/05/2018)

18h30 às 20h15 – Aula
20h15 às 22h – Apresentação de trabalhos das turmas de 3º, 4º e 5º período.

Oficinas (18/05/2018)

18h30 às 20h15
– Uso e escrita do curriculum lattes – Glaucia Mesquita
– Incrustação de insetos – Aline Kamiya
– Produção de Sabão – Maria Cecília
– Técnicas de apresentação oral e trabalhos acadêmicos – Milton Gonçalves
– Física básica – Rosane Castro
– Integração lavoura-pecuária (ILP) – Arnaldo Bonfim (EMATER)
– Minicurso de calculadora científica Fx-82Ms – Michel Andraus
– Excel básico – André Luiz Silveira
– Germinação e Emergência de sementes de soja – Deyner Damas Aguiar

ACADÊMICOS DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO COMERCIAL REALIZAM JORNADA CIENTÍFICA FOCADA NO MERCADO DE TRABALHO

Texto: Marcos Ferreira

Edição: Vinícius Martins

 

Entre os dias 22 e 23 de maio, a Faculdade Araguaia promove a IX Jornada Científica do curso de Administração e V Jornada Científica do curso de Gestão Comercial. O evento é gratuito e acontece nas unidades Centro, Bueno e Passeio das Águas, das 8h30 às 11h, no período matutino e das 18h30 às 22h, no período noturno, com certificação de dez horas aula.

Com o tema “Empregabilidade e o mercado de trabalho”, os gestores do curso se preocupam com a preparação do acadêmico para sua futura inserção nos negócios. A programação conta com seminários e minicursos.

Por meio da iniciação científica, uma forma de produzir conhecimento estabelecendo respostas e hipóteses para problemas iniciais, os alunos dos cursos de Administração e Gestão Comercial trabalham com pôsteres, resumos expandidos, planos de negócio e pré-projeto do TCC (trabalho de conclusão de curso) para apresentação durante a IX e V Jornada Cientifica.

Visando a importância do trabalho acadêmico na formação para alunos que queiram seguir carreira na docência, o evento traz minicursos com temas atuais e que se aprofundam nas ramificações de competência, gestão, administrativo e empregabilidade.

Mas, atenção! As inscrições para os minicursos estão sendo feitas na coordenação do curso. Para você acadêmico que está se sentindo perdido com horários e afins da IX e V Jornada Científica, informações complementares estão disponíveis com professores e coordenadores de cada curso. Fique atento!

Professor Ronaldo Rosa Júnior, coordenador dos cursos de Administração e Gestão Comercial

SERVIÇO

IX Jornada Científica do curso de Administração e V Jornada Científica do curso de Gestão Comercial

Quando: 22 e 23 de maio de 2018

Horário: 8h30 às 11h para o turno matutino e 18h30 às 22h para o turno noturno.

Onde: Faculdade Araguaia – unidades Centro, Bueno e Passeio das Águas

Endereços:

– Unidade Centro – Rua 18, nº 81 – Setor Central – Goiânia-GO
– Unidade Bueno – Av. T-10, nº 1047 – Setor Bueno – Goiânia-GO
– Unidade Passeio das Águas – Av. Perimetral Norte, nº 8303 – Lot. Mansões Goianas – Goiânia-GO

Informações:

– Unidade Centro – (62) 3224-8829
– Unidade Bueno – (62) 3923-5400
– Unidade Passeio das Águas – (62) 3923-5480

Evento Gratuito

ACADÊMICOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DISCUTEM CONVERGÊNCIA DA CONTABILIDADE BRASILEIRA DURANTE VIII JORNADA CIENTÍFICA

Texto: Marcos Ferreira

Edição: Vinícius Martins

 

Entre os dias 14 e 16 de maio, a unidade Centro da Faculdade Araguaia recebe a VIII Jornada de Iniciação Cientifica do curso de Ciências Contábeis. Com o tema “Contabilidade, Estado e Sociedade: Teorias, normas internacionais e práticas”, o corpo discente tem como linha de discussão o momento de convergência que a contabilidade brasileira está inserida. Com palestras, minicursos e seminários, o evento é gratuito e ocorre durante o período noturno, das 18h30 às 22h, com certificação de dez horas aula.

Através da iniciação cientifica, uma forma de elaborar conhecimento estabelecendo argumentação e pressuposições para problemas iniciais, os alunos do curso de Ciências Contábeis trabalham com pôsteres, resumos expandidos, paper e pré-projeto do TCC (trabalho de conclusão de curso) para apresentação durante a VIII Jornada de Iniciação Cientifica.

Visando a importância do conhecimento das normas internacionais que estão se adequando a legislação brasileira, o evento agrega discussões sobre as leis CPC00, CPC26, CPC04, CPC01 e CPC46 durante as apresentações dos trabalhos, além de contar com minicursos que aprofundam nas questões de substituição tributária, eSocial, terceiro setor, Sped e palestra sobre Normas Internacionais com o contador Fabiano Rodrigues Mendes.

Mas, atenção! As inscrições para os minicursos estão sendo feitas na coordenação do curso. Para você acadêmico que está se sentindo perdido com horários e afins da VIII Jornada de Iniciação Cientifica, informações complementares estão disponíveis com professores e coordenadores do curso. Fique atento!

Durante o evento, o projeto social dos alunos de Ciências Contábeis “Novos Contadores – Doar faz bem”, vai arrecadar caixinhas de leite, fraldas geriátricas e revertê-las em doação à Associação de Combate ao Câncer (ACCG) – Araújo Jorge. Um gesto solidário dentro da unidade Centro da Faculdade Araguaia.

Professora Soraya Pedroso Coqueiro, coordenadora do Curso de Ciências Contábeis da Faculdade Araguaia

SERVIÇO

VIII Jornada de Iniciação Cientifica do curso de Ciências Contábeis

Quando: 14 a 16 de maio de 2018.

Horário: 18h30 às 22h.

Onde: Faculdade Araguaia – Unidade Centro – Rua 18, nº 81 – Goiânia-GO

Evento Gratuito

Informações: Unidade Centro – (62) 3224-8829.

IX Jornada de Iniciação Científica de Pedagogia discute o processo de docência estadual

Texto: Diego Araújo

Edição: Vinícius Martins

 

Nos dias 16 e 17 de maio de 2018, acontece a IX Jornada de Iniciação Científica do curso de Pedagogia da Faculdade Araguaia. O evento será realizado na unidade Centro, das 18h às 22h.

O tema desta edição é “Ética na docência: formação profissional, compromisso social e cidadania”. No primeiro dia, o tema será abordado por meio de uma mesa-redonda que vai reunir professores e alunos da Faculdade, além de uma apresentação cultural, ofertada pelo grupo Ciranda da Arte, vinculado à Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (SEDUCE).

Já no segundo dia, haverá apresentações dos alunos por meio de textos dissertativos, resumos expandidos e ensaios curtos.

De acordo com a coordenadora e diretora pedagógica, professora Rita Del Bianco, a jornada nasceu de uma proposta que veio da Pedagogia. Por isso, é fundamental realçar a importância do curso, por formar professores e por suas demandas nascerem no contexto da educação. Del Bianco realça ainda que essa edição vai dialogar com os alunos, o processo da docência estadual e a necessidade do respeito à carreira e à profissão, pela perspectiva da ética. “A ética faz parte do processo de educação”, afirma.

Cultura, diversidade, inclusão e o papel dos professores estão entre os assuntos centrais de diálogo, sempre com a ética como plano de fundo. Para a coordenadora do curso de Pedagogia, jornadas e palestras também são aulas, mas diferenciadas. “O formato tradicional está caindo por terra”, analisa.

A jornada é um evento que ocorre simultaneamente na Faculdade. O curso de Pedagogia, que está disponível no período noturno e recentemente abriu turmas no período da manhã, traz um tema de grande relevância, escolhido pelo colegiado do curso por ser recorrente e atual.

A professora Rita Del Bianco, explica o compromisso do evento, que traz como debate os preceitos éticos: “A Jornada Científica é um evento interno e possui uma política institucional, que visa a formação de cientistas, já que os alunos produzem conhecimento e a partir do meio do curso, podem se apresentar em outras instituições, como UFG, UEG e PUC”, finaliza.

Professora Rita Del Bianco, coordenadora e diretora pedagógica da Faculdade Araguaia

SERVIÇO

IX Jornada de Iniciação Científica de Pedagogia da Faculdade Araguaia

Tema: Ética na docência: formação profissional, compromisso social e cidadania

Data: 16 e 17 de maio de 2018 – dia 16 no auditório da Faculdade, dia 17 nas salas de aula
Horário: 18h às 22h

Local: Unidade Centro – Rua 18, nº 81, Setor Central, Goiânia – GO

Evento Gratuito.

Mais informações: (62) 3224-8829

Jornada Científica de Educação Física da Faculdade Araguaia chega à 9ª edição com novidades

Texto: Jonathan Cavalcante

Edição: Vinícius Martins

 

Com uma programação diversificada e visando atrair maior número de estudantes, a IX Jornada de Iniciação Científica do curso de Educação Física da Faculdade Araguaia será realizada pela primeira vez em dois turnos – matutino e noturno. Palestras, oficinas e apresentações de trabalhos acontecem entre os dias 11 e 16 de maio, na Unidade Bueno.

Promover a saúde, a cultura, o respeito às diferenças e a preservação do meio ambiente é o diferencial desta edição da Jornada. Outra novidade é a diversidade de palestras e a proximidade com o Conselho Regional de Educação Física (CREF-14/GO-TO), que estará presente no evento e vai apresentar as diferentes áreas de atuação do profissional de Educação Física, além de alertar sobre a validade dos cursos da instituição frente ao Conselho.

Em entrevista ao Araguaia Online, o coordenador do curso de Educação Física da Faculdade Araguaia, professor Célio Antônio de Paula Júnior explica de que forma a 9ª Jornada de Iniciação Científica auxilia os alunos, futuros profissionais de Educação Física no mercado de trabalho.

”As atividades, curriculares ou não, voltadas para a solução de problemas e para o conhecimento da nossa realidade, tornam-se importantes instrumentos para a formação dos nossos estudantes. É dentro desta perspectiva que a inserção precoce do aluno de graduação em projetos de pesquisa se torna um instrumento valioso para aprimorar qualidades desejadas em um profissional de Educação Física”, declara.

Segundo o coordenador, o desenvolvimento da Jornada está a todo vapor, com os professores e alunos envolvidos no projeto. “O interesse dos estudantes para apresentar um bom trabalho, bem como participar das palestras e minicursos está bastante evidente, não só pela parte avaliativa, mas principalmente pela contribuição científica que este tipo de iniciativa promove”, destaca.

Adrielly Naiany, acadêmica do 1º período de Educação Física revela a expectativa em participar pela primeira vez da Jornada. ”Creio que vai ser uma experiência incrível e diferente, que vai agregar no meu currículo, além da oficina que participaremos, onde veremos tanto na teoria quanto na prática essa área de conhecimento”, diz a aluna.

Paralelamente à Jornada, será realizada a Semana da Saúde, com orientações para colaboradores e discentes sobre a prevenção de doenças crônicas, diabetes, hipertensão e dislipidemias, além de promover a prática regular de atividades físicas junto a uma boa alimentação para uma vida saudável. No encerramento, após a programação científica, haverá apresentações culturais de dança e confraternização entre os alunos do matutino e noturno.

Semana da Saúde integra a programação da IX Jornada de Iniciação Científica de Educação Física da Faculdade Araguaia

FACULDADE ARAGUAIA INVESTE EM EXPANSÃO NO EXTERIOR

Texto: Naddiny Barros e Raquel Fernandes

Edição: Profa. Viviane Maia

 

A sociedade contemporânea vive em constante avanço e é necessário que a educação também acompanhe este progresso. A globalização e os constantes desenvolvimentos tecnológicos mudam as formas de pensar e requerem variadas práticas pedagógicas. Cabe às instituições de ensino promover uma educação de qualidade e capacitar seus alunos para utilizar, com habilidade e competência, as tecnologias disponíveis. Desta forma, a Educação à Distância (EaD) figura como uma modalidade educacional que possibilita visões diversas do mundo, e variadas formas de ensinar e aprender.

Visando os aspectos positivos da educação à distância – tais como a democratização de oportunidades educacionais e a prática do conhecimento individual e coletivo, favorecido pelos ambientes digitais e interativos de aprendizagem, a Faculdade Araguaia investe nesta modalidade, agora além das fronteiras brasileiras.

A iniciativa faz parte do projeto de expansão Educação sem Barreiras, que prevê a abertura de novos pólos EAD em território nacional e internacional. Os Estados Unidos, juntamente com a Bélgica e Portugal, são países a serem alcançados pelo EAD da instituição.

Neste semestre, o diretor Geral da Faculdade Araguaia, professor Arnaldo Cardoso Freire, esteve nos estados da Flórida, Geórgia e Nova York para a inauguração dos pólos. Segundo o diretor, o público-alvo são brasileiros que moram nos Estados Unidos e que desejam fazer uma graduação ou uma pós-graduação.

No entanto, o projeto também inclui cursos para americanos e latinos em geral. Inicialmente, serão ministrados dois cursos superiores – Administração e Pedagogia – e mais 80 cursos de MBA.

Em entrevista ao Araguaia Online, Arnaldo Freire enaltece a expansão da Faculdade Araguaia para países estrangeiros, à medida que são trazidas tecnologias educacionais de outros países para o Brasil. Além disto, a instituição pretende implantar cursos de inglês para os alunos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Administração, com o intuito de prepará-los para um possível futuro educacional nos Estados Unidos.

O diretor esclarece ainda que a faculdade não procura grande demanda de matrícula, pois preza por qualidade, e não quantidade. O processo de expansão é difícil e gradativo, por isso, Arnaldo Freire cita o escritor Millôr Fernandes: “Eu nasci pequeno e fui crescendo aos poucos”.

Diretor da Faculdade Araguaia, Arnaldo Freire na inauguração de um dos polos nos EUA

Processo seletivo

Os alunos que moram no exterior e desejam ingressar em um dos cursos superiores ofertados, deverão passar por um processo seletivo (vestibular) que validará, ou não, sua entrada na Faculdade Araguaia, no pólo de apoio presencial de sua escolha.

Todos os pólos contam com tutores presenciais preparados para atender as demandas técnicas, no que tange a utilização e o manuseio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), bem como parte das demandas pedagógicas. Após a aprovação, o aluno recebe um contato da Secretaria de Educação à Distância informando os documentos que deverão ser apresentados para a efetivação da matrícula.

Os cursos têm duração de quatro anos, cumprindo as exigências legais de formação de Bacharelado e Licenciatura. Os diplomas serão válidos apenas no Brasil, uma vez que a Faculdade Araguaia ainda está caminhando para possíveis validações internacionais.

Internacionalização

Coordenador do Núcleo de Tecnologia em Educação à Distância (Nutec), Leandro Vasconcelos explica que os dois cursos, espalhados em pontos estratégicos, irão possibilitar muitos brasileiros à retomada dos processos de aprendizagem, principalmente aqueles que têm alguma expectativa de retorno ao seu país, bem como uma retomada às discussões do contexto brasileiro, no que se relacionam as duas áreas do conhecimento: negócios e educação.

Sobre a expansão destes pólos, o coordenador do Nutec afirma que “a Faculdade Araguaia está apenas iniciando seu processo de internacionalização e democratização da educação brasileira. Ainda temos muitas propostas e novidades a serem colocadas em prática.”

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