Debate sobre ciência reúne especialistas e conta com participação da Uniaraguaia em Goiânia

Texto por Tatiana Carilly

A capital goiana sediou, nesta terça-feira (28), um importante debate sobre o papel estratégico da ciência no desenvolvimento do país. O encontro foi realizado às 9 horas, no Teatro Asklépios, da Universidade Federal de Goiás, na Praça Universitária, em Goiânia, e reuniu pesquisadores, professores, gestores e representantes de instituições científicas.

O reitor da UniAraguaia, Arnaldo Cardoso Freire, compôs a mesa diretiva de abertura do evento e participou da solenidade, acompanhado por membros da equipe docente da instituição, entre eles a Pró-Reitora Pedagógica, Tatiana Oliveira Andrade, a Coordenadora Geral dos Cursos Presenciais, Karla Kellem de Lima, a coordenadora dos cursos de Engenharias, Tairine Carneiro, e o pró-reitor de pesquisa, extensão e pós-graduação Ronaldo Rosa dos Santos Júnior, reforçando o compromisso da UniAraguaia com o fortalecimento do debate acadêmico e científico.

A programação contou com a presença de Olival Freire, que conduziu a discussão sobre os desafios estruturais e os caminhos estratégicos para o fortalecimento da ciência brasileira. Entre os temas abordados estiveram o financiamento da pesquisa, os critérios de avaliação acadêmica, a internacionalização da produção científica e a articulação entre universidades, institutos tecnológicos e o setor produtivo.

Durante a abertura, foi destacado que a UniAraguaia considera de extrema importância a discussão proposta pelo evento, reconhecendo seu impacto tanto na formação acadêmica quanto no desenvolvimento da sociedade. A instituição reafirmou seu compromisso com iniciativas que promovem o pensamento crítico, a inovação e a integração entre ensino, pesquisa e extensão.

O debate ocorreu em um contexto em que especialistas apontam a necessidade de reposicionar a ciência como eixo central das políticas de desenvolvimento nacional. A ampliação da capacidade científica e tecnológica é vista como fundamental para garantir autonomia ao país, impulsionar a inovação e reduzir a dependência externa.

A atividade foi gratuita e aberta ao público, promovendo não apenas reflexões, mas também incentivando a participação ativa da comunidade acadêmica e da sociedade civil na construção de propostas voltadas ao fortalecimento do sistema nacional de ciência e tecnologia

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