Aumento da gasolina é considerado excessivo

De acordo com estudos de economistas, má gestão e questões políticas internas têm sido responsáveis pelo aumento excessivo do combustível.

Foto: Imagens da internet.
O preço da gasolina está em alta desde o começo do ano. Muitas pessoas estão reclamando, pois o preço não está de acordo com o salário mínimo. Como de costume todo ano o salário mínimo aumenta, porém a gasolina não tem acompanhado o valor desse salário, ela tem aumentado muito mais, então os consumidores não aceitam essa escolha. O estudante de educação física Rômulo Duarte considera desproporcional o valor da gasolina se comparado ao salário mínimo. ‘’Eu venho pra faculdade e para o trabalho de moto que é mais econômico, mas mesmo assim fica meio puxado pra gente pagar esse valor na gasolina. O preço está muito alto’’, afirma o estudante.
O preço da gasolina nos últimos anos só tem aumentado. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) o valor tem chegado a R$ 4,50 no estado do Rio de Janeiro, mais barato do que em Goiás, onde atinge R$ 2,35. O órgão de proteção e defesa do consumidor (PROCON) de Goiás chegou também divulgar a media do preço da gasolina em R$2,85. ‘’Em vez de aumentar o valor, deveria ter baixado o valor já estava alto, eu ando de moto é estou vendo que vou ter que começar a andar de ônibus gasto 7,00 reais para ir estudar todos os dias’’, afirma o entregador Renato Borges.
De acordo com o professor e economista Arnaldo Freire ‘’O aumento da gasolina está relacionado com as relações politicas internas do Brasil. O preço do barril do petróleo tem caído mundialmente, e hoje está menos de 50,00 dólares o barril. Sendo assim se fosse em condições normais de mercado, o preço da gasolina teria que estar reduzida em torno de 50%. No Brasil, a gasolina é gerida pelo monopólio que é uma empresa estatal chamada Petrobras. Como ela é a única empresa do Brasil que pode fornecer gasolina ela coloca o preço que ela quiser, então depende da boa vontade do governo’’.
‘’Tudo que é monopólio é tudo que vem pelo governo hoje nós estamos sujeitos nas condições que não são condições de mercado, são condições politicas que realmente interferem no preço, no caso da Petrobras todos nós estamos acompanhado existem várias questões ligadas à corrupção, mas não principalmente a corrupção o principal na Petrobras é a má gestão ela que esta em vários e vários anos e assim faz a empresa estar sendo sucateada como esta’’, afirma o economista.

 

Agência de Notícias

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