24/04 – Momento Transmídia

Dia do evento: 24/04/15 (sexta-feira)
Local: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno – Auditório Bloco IV
Horário: 18:30 até 21:30

PROGRAMAÇÃO:

1º horário: exibição do filme “EXISTENZ” e comentário sobre o mesmo no próximo horário evidenciando o uso outras plataformas midiáticas;

2º horário: demonstração da narrativa transmídia em jogos de tabuleiros, objetos temáticos do universo da Saga “Cavaleiros do Zodíaco” e “Mortal Kombat” (CDs, DVDs, animes e filmes) e também na plataforma eletrônica do playstation 3;

 

Estudante de Jornalismo da Fara vence prêmio Fecomércio de Comunicação em Goiás

Yago Sales, 22 anos, estudante do 8° período de Jornalismo da Faculdade Araguaia, venceu o primeiro lugar na categoria Impresso do 8° Prêmio Sistema Fecomércio de Comunicação em 2016.
Com a reportagem “Navalhadas na crise”, publicada no jornal semanário Tribuna do Planalto, o estudante recebeu, além de um troféu, um cheque no valor de R$5 mil das mãos do presidente da Fecomércio, José Evaristo dos Santos.
Em primeiro lugar na categoria Impressa, uma das mais concorridas, Yago deixou para trás veículos grandes da capital e jornalistas experientes. “Ainda não acredito que, antes mesmo de terminar o curso, eu tenha vencido a tantos jornalistas experientes de veículos maiores. A emoção foi tanta que saltei de alegria”, disse.

Estudante da Faculdade Araguaia participa de Congresso de Jornalismo Investigativo, em São Paulo

Quatro anos podem parecer muito para se aprender Jornalismo, mas não é. Aprender Jornalismo depende de uma vida toda. Aprender que jornalista, muito além de ser um replicador de informações oficiais, abre aspas, tem de ser revelador, tem de saber explicar bem, conectar o público com o que de mais importante acontece no mundo. Contar histórias que contextualizem, humanizem, emocionem e denunciem.

A conclusão acima se chega em sala de aula, com professores cheios de experiências. Mas quando solicitei apoio à Faculdade Araguaia para participar do 11° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, entre os dias 23 e 325 de junho de 2016, tinha certeza de que precisava aperfeiçoar mais a respeito da profissão de jornalista. Não me surpreendi quando consegui, junto a professores, coordenação e a direção, apoio da instituição, que tem tradição em refletir o ensino do Jornalismo.

Estudante da Faculdade Araguaia participa de Congresso de Jornalismo Investigativo, em São Paulo

Quatro anos podem parecer muito para se aprender Jornalismo, mas não é. Aprender Jornalismo depende de uma vida toda. Aprender que jornalista, muito além de ser um replicador de informações oficiais, abre aspas, tem de ser revelador, tem de saber explicar bem, conectar o público com o que de mais importante acontece no mundo. Contar histórias que contextualizem, humanizem, emocionem e denunciem.

A conclusão acima se chega em sala de aula, com professores cheios de experiências. Mas quando solicitei apoio à Faculdade Araguaia para participar do 11° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, entre os dias 23 e 325 de junho de 2016, tinha certeza de que precisava aperfeiçoar mais a respeito da profissão de jornalista. Não me surpreendi quando consegui, junto a professores, coordenação e a direção, apoio da instituição, que tem tradição em refletir o ensino do Jornalismo.

Ao representar a Faculdade Araguaia, em São Paulo, tive a missão de trazer um relato. Pensei muito antes de escrevê-lo. Sei que a missão de nossa faculdade, cuja missão é incentivar atividades extracurriculares a contribuir com o ensino e cooperar para que o estudante exerça seu papel como participante da construção do futuro da prática do Jornalismo.

Estudar jornalismo muitas vezes vem do anseio de o aspirante a jornalista de mudar o mundo. No primeiro período mesmo percebemos que isso é impossível, mas não motivo para desanimar, trancar a matrícula e abandonar a profissão. Jornalismo serve para apontar os erros de governos, alertar para excessos, cuidar para que direitos sejam garantidos, que deveres sejam cumpridos.

Jornalismo tem seu papel social. E, sem discuti-lo é impossível aperfeiçoá-lo. O congresso promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, a Abraji, é um ambiente favorável para se compreender as lacunas que separam esse papel e o exercício da profissão, muito pouco discutida, principalmente em Goiás.

Os paineis discutiram desde as novas ferramentas até o futuro da profissão.

O papel do Jornalista em um contexto de corrupção generaliada deve ser difundido, quando se vê um total descrédito à profissão, sobretudo quando ainda se permite o discurso do fim do diploma. Diploma duramente conquistado em quatro anos de formação, de investimento em professores experimentados, equipamentos à prática e laboratórios.

Os debates envolvendo jornalistas renomados de grandes veículos, tais quais Caco Barcelos, que lançou, além de luz sob o futuro da profissão, um livro sobre os 10 anos do programa da Rede Globo, Profissão Repórter.

Assédio sexual cresce em transporte público

O número de registro aumenta nas delegacias por assédio dentro dos ônibus na região metropolitana de goiana.

Imagem retirada do portal jusbr.com

O número de reclamações relacionadas ao abuso sexual nos ônibus que circulam na região metropolitana de Goiânia tem aumentado. De acordo com a Polícia Militar (PM) em que atua nos pontos estratégicos, é comum receber ligações de usuários insatisfeitos com a conduta de outras pessoas que utilizam o meio de transporte. Usuários do transporte público, dizem que os abusos ocorrem com uma maior frequência nos horários de pico (07:00 as 8:30, e das 17:00 as 18:40). Os aliciadores procuram vítimas despercebidas. Uma das vítimas informa “fui assediada ao embarcar no terminal Praça da Bíblia em Goiânia. Ao sair da plataforma um homem se aproximou e me “encoxou” por trás, quando percebi que o homem estava sem roupa íntima e ereto entrei em pânico”. A moça de 19 anos que utiliza diariamente o sistema de transporte público começou a gritar chamando a atenção do motorista, que pediu apenas para que o homem desembarcasse de imediato. Indignada a moça prestou queixa na delegacia civil. Depois de registrar a ocorrência, ela foi instruída caso ocorra novamente.

De acordo com a PM as preferências são mulheres e crianças de ambos os sexos.
O Jornal do Meio Dia na TV Serra Dourada mostrou o caso de um homem que foi detido por populares depois de assediar uma mulher em uma das linhas do transporte coletivo.

Aumenta abuso doméstico envolvendo menores de idade

Com relação a abusos domésticos, no ano de 2012 na capital e em Aparecida de Goiânia, foram registrados de janeiro a maio 300 boletins de ocorrência envolvendo crianças. Segundo dados da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), somente no mês de janeiro, foram 118 boletins de ocorrência e 109 denúncias em Goiânia contra 181 casos registrados em Aparecida. No ano de 2011, a DPCA da capital registrou 257 boletins de ocorrência de abuso de crianças e adolescentes e 311 denúncias anônimas. Este número assusta a população que na maior parte dos casos, não sabem a quem recorrer.
A capital goiana possui apenas dois abrigos que recolhem crianças e adolescentes vitimas de algum tipo de violência domestica. E para atender a demanda os municípios precisam arcar com a contratação de mais psicólogos na rede de saúde básica. Conforme informações obtidas pela PM, além das crianças as mulheres tornaram-se alvo de abusadores que utilizam o transporte urbano, na tentativa de cometer o ato.

Robson Alves Jornalismo – 7º Período

10 DICAS: para se tornar um bom jornalista

Muita gente vem nos perguntar como se tornar um bom jornalista, como entrar no mercado de trabalho, como escrever bem. Então resolvemos escrever essa lista com 10 coisas que todo estudante de jornalismo, que realmente queira se dar bem na área, pode fazer.
É claro que não são mandamentos que devem ser seguidos sob o risco de nunca atuar no jornalismo.
Mas essa lista é resultado de uma série de conselhos de profissionais da comunicação que recebemos ao longo dos anos de faculdade. É um caminho que, pelo menos no nosso caso, tem dado certo, por isso resolvemos compartilhar com vocês.
1 – Acompanhar as notícias nacionais e internacionais, seja através do rádio, da televisão, do jornal impresso ou pela internet. Lembre-se que o bom jornalista deve saber de tudo o que está acontecendo, ainda que superficialmente.
2 – Ouvir o que os comentaristas conceituados dizem sobre as manchetes do dia. Isso poderá lhe ajudar a ter um espírito crítico.
3 – Escrever para blogs, jornais de pequeno porte, ou qualquer veículo de comunicação. Assim, além de praticar, você terá a oportunidade de divulgar o seu trabalho e fazer o seu nome circular. (Uma importante observação foi feita pelo jornalista Gabriel Toueg sobre esse ponto. “Escrevam, sim. Mas não publiquem em meios com fins lucrativos sem cobrar. Jamais. Isso prejudica os colegas mais experientes (e um dia vocês serão os colegas mais experientes), cria e eterniza um hábito péssimo de pedir colaborações gratuitas. Fazer seu nome aparecer de graça não é bom nem para você nem para a profissão. Se você não save quanto cobrar, peça conselhos. Só não faça de graça. O jornalismo agora é a profissão de vocês. Seu ganha-pão).
4 – Assista ao Programa Intervalo de Aula (especial Jornalismo) isso te dará diversas dicas de grandes jornalistas que estão atuando no mercado goiano:

5 – Seja amigo dos professores. Esse conselho parece meio furado, mas na verdade é muito importante. Pense, os professores em sua maioria são profissionais que já atuaram ou atuam na área. Logo, eles tem muitos colegas em veículos de comunicação que de tempos em tempos precisam de estagiários ou coisas do tipo. Se você mostrar interesse nas aulas e dizer para o professor que quer atuar na área, é muito provável que ele lhe indique para trabalhar (ou estagiar) em um veículo de comunicação.
6 – Participe de palestras, workshops, congressos, e eventos de jornalismo em geral. Ali você poderá obter inúmeros contatos, além de aprender mais sobre jornalismo. Dicas de eventos sempre são dadas em nosso twitter e facebook.
7 – Crie um blog. É essencial que o estudante de jornalismo tenha um espaço para divulgar os seus textos. Além de escrever para outros veículos esporadicamente, é mais do que recomendável que o jovem jornalista tenha um blog pessoal, onde possa difundir as suas opiniões e críticas, sem receio dos editores.
8 – Utilize aplicativos que lhe auxiliem no seu trabalho de jornalista. Hoje em dia existem um grande número de Apps para jornalistas. Tradutores simultâneos, conversor de áudio, editor de textos, enfim, é só procurar e testar. Com certeza encontrará algum que sirva para você.
9 – Tenha contatos fora do mundo do jornalismo. É bom ter amigos jornalistas, mas na maior parte das vezes a sua fonte não fará parte dele, portanto é bom conhecer pessoas de outras áreas também. Veterinários, policiais, advogados, garis, todos tem a capacidade de se tornar uma fonte preciosa. Além disso, muitas vezes nas conversas com essas pessoas você pode encontrar uma bela história para ser narrada.
10 – Aprenda outra língua. O inglês é primordial e imprescindível para quem quer trilhar o caminho do jornalismo. Existem empresas que nem perguntam se o candidato fala inglês, eles já dizem: “Além do inglês e do português que língua você domina?”. A situação já está nesse pé, portanto invista pelo menos no seu inglês.
Com informações do Casa das Focas

TÁ NA MÃO. Serviço de achados e perdidos da RMTC

Pensando em melhorias no serviço prestado a população goianiense o consórcio RMTC, que gerencia o transporte coletivo na capital oferece a sociedade o serviço de achados e perdidos TÁ NA MÃO

Objetos perdidos e encontrados, à disposição na central Tá na Mão

O número de usuários do transporte coletivo de Goiânia, administrado pelo Consórcio RMTC – Rede Metropolitana de Transportes Coletivo, chega a aproximadamente oito milhões e meio de pessoas por dia. São trabalhadores, estudantes, donas de casa, todo que em determinado momento do dia precisam de um ônibus para se locomover.
E nesse vai e vem de pessoas, todos sem tempo a perder, em meio a atrasos e distrações, que muitas vezes alguns usuários acabam deixando para trás um pedaço de si. E em meio a tanta gente, como fazer para encontrar aquilo que foi perdido?
Desde o seu lançamento, no mês de maio de 2014, o Serviço de Achados e Perdidos da RMTC, o TÁ NA MÃO, já catalogou mais de 4.820 itens esquecidos em ônibus e terminais de Goiânia. Dentre eles estão documentos, que lideram a listas de itens perdidos, ferramentas de trabalho, bolsas, e até um forno micro-ondas engloba essa vasta lista, mas não se assuste, boa parte desses itens já foram devolvidos aos seus donos.
Segundo a assessoria de comunicação do Consorcio RMTC, esse projeto surgiu da necessidade de uma central única de recebimento de objetos e documentos perdidos e posteriormente achados nas garagens e terminais da empresa, pois muitos eram encontrados e ficavam sem destino por não havia uma fonte de coleta e entrega desses objetos, o que gerava certa insatisfação aos passageiros.
Todos objetos achados ou perdidos em um dos 14 terminais de Goiânia, administrados pela RMTC devem ser entregues aos Encarregados do respectivo Terminais, responsáveis por direcionar os itens para a central Tá Na Mão, localizada no Terminal das Bandeiras, região sudoeste da cidade.

Quem perdeu ou esqueceu algo que possa ser identificado pelo nome do proprietário, como documentos pessoais, agenda, exames médicos, dentre outros, pode verificar se o item está na Central através do Sistema de Busca no site da RMTC, rmtcgoiania.com.br, ao através do telefone 0800-648-2222. Para localizar objetos como roupas, acessórios, bolsas ou guarda-chuvas, por exemplo, é necessário ir diretamente à Central Tá na Mão e apresentar um documento pessoal com foto. Os objetos permanecem à disposição do proprietário por 30 dias, contados a partir da data em que foram entregues. Após este período, os documentos pessoais são encaminhados ao achados e perdidos dos Correios e demais objetos, encaminhados para doação.
Luciana Fernandes, usuária do transporte coletivo da capital diz que é boa à iniciativa, pois às vezes as pessoas acham um documento e não sabem onde deixar e o terminal é o lugar ideal para deixar esses objetos.
Márcio Souza também aprova o serviço:

Acho bom porque através disso ai a pessoa que perdeu qualquer coisa acha. Ter um local certo onde a pessoa busca o que perdeu facilita o processo.


Sérgio Areda
Jornalismo 6º Período

Vendedores ambulantes enfrentam dificulades para comercializarem seus produtos no Terminal Praça da Bíblia

Ambulantes  encaram no dia a dia de comércio consumidores exigentes que buscam preço baixo e qualidade
 
A vendedora Maria Bonfim, de 42 anos, quase sussurra. O assunto pode ser assuntado por qualquer passante, mas dispara: “Olha, uma das formas de higienizar as calcinhas é lavar com sabão neutro em água quente e corrente”. Além de vender calcinhas e lingerie e sutiãs de várias cores, Maria dá dicas.
“Quando a gente ensina, elas voltam”. É o segredo de quem aprendeu tudo na internet. “Chego em casa e pesquiso tudo sobre roupas íntimas”, conta.
O cenário é o  terminal Praça da Bíblia que se encarrega de direcionar milhares de pessoas a suas casas todos os dias. O vai e vem de pessoas no meio de uma semana, como na segunda-feira, é intenso.

Barraca de produtos diversos no Terminal Praça da Bíblia
A movimentação não favorece apenas àqueles que estão diretamente ligados aos ganhos do transporte coletivo. São cerca de 60 barracas acomodadas nas plataformas A e C do Terminal.
O exemplo de Maria é apenas um de vários motes para se esquivar de shoppings centeres, já que o produto está ali, ao lado.
Numa só barraquinha, pode-se comprar cerca de 400 “bugigangas”, como chama a vendedora Valquiria Santos, trabalhando há três no terminal. “Aqui a gente tem de apostar na exposição dos produtos”, explica.
Marinalva Coutinho veio da Bahia tem 20 anos. Trabalhou até de vender pequi nas ruas do Centro de Goiânia. “Larguei o pequi porque eu nunca gostei daquele cheiro”, confessa, atendendo a uma cliente antiga.
Antônia Sônia Alencar, de 57 anos, só compra salgado de Marinalva. “Ela não é sebosa. Olha só a limpeza das coisas dela”, diz, antes de esbarrar no copo de suco do marido.
As histórias naquele terminal, nas beiras das barraquinhas são de se impressionar. Uma mulher que disse que não contaria o nome, principalmente se fosse para jornal, disse que tem “muita gente safada” no terminal. “Aqui tem muito material de péssima qualidade”, conta, quase sussurrando.

Produtos armazenados diariamente no improviso

Ana Paula Félix

A educação como um jogo de interesses

Foi realizada nos dias 25 a 29 de maio, a VIII Semana da Educação da Faculdade Araguaia na unidade Centro direcionada aos acadêmicos de Pedagogia, porém o tema discutido oferece uma série de informações para quem se interessar, já que o evento é aberto para toda a comunidade. Com programações distribuídas durante toda a semana, os participantes tiveram a percepção da situação em que a educação se encontra em nosso país. Na quinta (28) foi o dia de oficinas com discussões relacionadas à educação e em uma das salas o professor Paulo Roberto Miranda esteve palestrando sobre a relação da educação com o trabalho e a tecnologia.
A oficina ofereceu uma discussão esclarecedora para algumas dúvidas dos participantes. Kaline Frances, estudante do curso de Pedagogia do 2º período mostrou o seu anseio de entender onde ela está se inserindo e ela percebeu a importância dessa discussão nas salas de aula, pois só assim pôde enxergar a realidade. Esse assunto trouxe a ela crescimento intelectual e com o resultado da discussão entendeu que a desigualdade social e os interesses políticos estão dificultando o avanço da educação no Brasil. Ela quer desempenhar da melhor forma o seu papel como pedagoga para mudar esse quadro em sua volta.

O professor Paulo, quando foi interrogado sobre a negligência do governo com a educação direcionou esse fato como “um jogo de interesses onde o controle do estado está em primeira instância, pois não querem uma sociedade crítica que questione o poder”. Para ele, a educação só começaria a avançar quando fosse universalizada, ou seja, para todos. Como pode haver qualidade em um país onde o professor não é reconhecido e o ambiente escolar não é propício para o aprendizado?
Foram feitos vários questionamentos, e essa discussão vai longe quando começamos a fundamentar e argumentar os fatos. Mas o tempo foi curto para estudar tudo o que envolve esse momento em que vivemos na educação brasileira. Portanto, a educação não está sendo para todos e sim para as classes dominantes. Como o professor Paulo citou, “O trabalhador é para trabalhar e a elite é para pensar”. Tudo é feito para manter o controle do estado sem que seja questionado.
Texto e Fotos por: Felipe Sena, Isadora Brito e Kariny Bianca, alunos do terceiro período de jornalismo Faculdade Araguaia

Faculdade Araguaia realiza Colóquio em parceria com UFG e UFRJ

De 12 a 19 de junho, o Grupo de Estudos em Jornalismo Comunitário da Faculdade Araguaia realiza em parceria com a Universidade Federal de Goiás e a Universidade Federal do Rio de Janeiro o Colóquio Vivências em Jornalismo Comunitário. Estudantes de comunicação das três instituições participam da programação.
O evento está acontecendo na cidade do Rio de Janeiro e conta com atividades práticas de produção de texto, rodas de conversas com professores e pesquisadores, além de atividades científico-culturais. A abertura contou com um debate sobre A Comunicação Comunitária e as Cidades com o professor da UFG Nilton José Rocha, a doutoranda em Comunicação da UFRJ Dérika Virgulino e a coordenadora do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia Gabriela Marques.

A ideia do evento partiu da iniciativa da disciplina Laboratório em Jornalismo Comunitário da UFRJ, do Laboratório Magnífica Mundi da UFG e do Grupo de Estudos da Faculdade Araguaia e tem como objetivo promover a troca de experiências entre as três instituições, além de aprofundar os debates teóricos e práticos sobre a Comunicação Comunitária.
A participação da Faculdade Araguaia mostra seu compromisso não só com o ensino, mas com o incentivo à pesquisa e à extensão, proporcionando vivências que são de grande importância para a formação dos futuros jornalistas. Os dois alunos que representam a instituição, Domingos Ketelbey e Fabiana Souza, mantêm desde o início do ano a página no Facebook Inspire-Coletivo de Histórias, onde publicam histórias de pessoas comuns das cidades.
Por: Gabriela Marques 
(Coordenadora do curso de Jornalismo Faculdade Araguaia)

A “Revolução da Qualidade” está chegando! Em um blog perto de você

É bem isso. Em 2015 estamos passando por uma mudança na internet.
Antes as pessoas ansiavam por textos curtos, conteúdo rápido. Era um frenesi de usar a internet em quantidade. Talvez fosse o reflexo de um tempo em que tínhamos um limite na conexão — o tempo do provedor, as poucas horas do final de semana (a duração do pulso único), ou mesmo o dinheiro x tempo na lan house; Talvez seja o amadurecimento, o costume de usar a tecnologia nos faz sermos menos deslumbrados com cada botão ou link que vemos.
Por isso, independente do que você ou eu pensemos que é um conteúdo bom, quando falo em qualidade falo em aprofundamento, em reflexão, em um conteúdo que é menos efêmero e sem preocupação com o quão longo deve ser: ele é do “tamanho” que precisa ser.
Como se ele fosse uma estrada: Antes, o nosso objetivo era pegar uma freeway, que levasse do ponto A ao ponto B em uma reta, no melhor espaço de tempo. A intenção não era apreciar o conteúdo, apenas consumi-lo e ficávamos felizes em pegar um túnel, contanto que ele nos fizesse terminar a viagem mais rápido. Agora, aprendemos os prazeres de pegar uma estrada que talvez tenha mais voltas, e demore mais tempo, mas que nos traz paisagens mais bonitas, um tempinho para saborear o caminho, e refletir sobre o que vimos.
E por isso, cada vez é mais comum ver textos longos tomando conta da tela e da atenção dos leitores. Os parágrafos mais elaborados e explicativos não são apenas uma questão de estilo: o autor mede suas palavras (parça), com o intuito de desenvolver uma narrativa que crie uma conexão com os leitores. Agora, a intenção é criar uma relação emocional, onde antes a intenção era criar um produto de consumo rápido, que permitisse o maior número de pageviews no menor espaço de tempo.

Lendo como se não houvesse amanhã
E não é lindo isso? A reorganização de um pensamento e a transição de um formato que era para o consumo e descarte, agora é para que se possa guardar e agregar.
Essa é uma prática que já existe desde que a internet existe, mas ela não era comum (e, para alguns, nem bem vista) e existem alguns ótimos blogs que se construíram assim antes de “virar moda”. Só que, agora, o que antes era exceção está virando regra, e um dos maiores expoentes disso é a popularização do Medium.

BLOG + REDE SOCIAL

“O importante é o conteúdo, e não a plataforma em que ele é publicado”, alguns podem dizer. Eu discordo em parte. As vezes a plataforma é muito importante pois, por mais interessante que seja algo, se ele não tem os meios para encontrar o seu espaço e público, ele não ganha relevância. E a relevância do textão não se popularizou antes, porque não tínhamos o local e o cenário certos? Talvez:
  • Tumblr já foi a “plataforma da vez”. E mesmo assim, não era local de textão.
  • Outras plataformas de blog não foram o suficiente para serem consideradas pelas “práticas da indústria”, o local ideal de textão.
  • Linked In lançou a sua plataforma de textão. E o que parecia ser o local ideal, já que uma das características do textão é mostrar que o autor pensou bastante sobre o assunto, e tem domínio suficiente para escrever sobre… Bem, se mostrou uma ferramenta pouco amigável. E pouco relevante.
Já o Medium é diferente. Ele foi criado para o textão: o seu design, a sua facilidade de escrever, a sua lógica de funcionamento: como você segue publicações, autores, escreve respostas e comentários, além da maneira com que tudo isso é compartilhado no seu… olha só… Newsfeed! Ele é uma tentativa muito bem-sucedida de misturar o Brasil e o Egito os blogs e as redes sociais, e ainda popularizar os conceitos por trás do uso de Feeds e leitores de RSS.
E é em momentos como esse, que revoluções são possíveis. Existe um movimento em direção à um novo comportamento, e ferramentas que permitem a sua popularização, divulgação e estabelecimento.

Você conhece o Espaço Sonhus?

O Espaço Sonhus foi idealizado e é mantido por quem é apaixonado pela arte.

Foto: Lucas Carvalho

Bem no centro da capital goiana, o espaço surpreende e oferece variados projetos culturais, apresentados nos mais variados formatos, e o melhor, acessíveis para todos os públicos.

Situado no prédio do colégio Lyceu de Goiânia, um símbolo da arquitetura ArtDecó na capital, o espaço pretende reunir produtores culturais, estudantes e artistas interessados em construir e aprimorar seus conhecimentos sobre o universo das artes. A programação do Espaço Sonhus conta com teatro, dança, cinema, música e artes visuais com artistas da cidade e de outros estados.

Entre alunos e público externo, o Espaço Sonhus recebe cerca de 500 à 1500 visitantes mensais, dependendo da quantidade de eventos no mês.

A ideia de transformar o colégio Lyceu surgiu da necessidade do Grupo Sonhus Teatro Ritual ter um espaço, pois até então estava sem lugar próprio. O momento foi propício, o colégio havia acabado de se tornar escola de tempo integral e estava com o turno noturno e os finais de semana ociosos, além, de o auditório estar completamente abandonado e funcionando como um depósito de material em desuso.

Foto: Lucas Carvalho

A metamorfose que o espaço sofreu impressiona. O velho auditório do colégio, que não permitia produções elaboradas e não agradava os alunos da instituição, foi transformado em um teatro com capacidade para 150 pessoas, e iluminação e acústica de primeira.

A lateral do Lyceu também estava tomada por moradores de rua e usuários de drogas. Um espaço que antes era utilizado pelos alunos para aguardar o toque do sino, marcando o início do dia letivo, hoje existe uma tenda de circo instalada. Já passaram por lá diversas apresentações culturais e cursos, que são oferecidos gratuitamente para toda a comunidade.

Os estudantes do Lyceu têm ainda uma programação especial semanal chamada “Projeto Sesta Cultural”, com espetáculos culturais de segunda a quarta-feira, após o almoço, entre as aulas do turno matutino e vespertino.

O Grupo Sonhus Teatro Ritual, que completa 19 anos em 2015, foi criado dentro do colégio e hoje mantém oficinas que vão desde a montagem de espetáculos teatrais, passando pela produção e gestão cultural. O grupo já proporcionou apresentações artísticas, com grupos teatrais, música, e inclusive, festivais nacionais e internacionais. Dentro do espaço cultural existem, o Teatro Sonhus, o Circo Sonhus,  e o Cine Sonhus.  Cerca de 100 alunos participam das oficinas, cursos e eletivas de teatro. 20 participam da dança de salão, e outros 20 para os cursos de produção. Além de treinos abertos e eventos.

Foto: Lucas Carvalho

O Espaço Sonhus é mantido com projetos e cachês de apresentações realizadas pelo Grupo Sonhus Teatro Ritual. A coordenação do centro cultural informa que não recebe nenhum repasse financeiro da Secretaria de Educação para custeio, aquisição de equipamentos, ou ainda manutenção e realização de eventos.

As despesas de telefone e internet, manutenção de equipamentos entre som, iluminação e ar-condicionado, e ainda pequenas reformas e reparos em rede elétrica, pintura, jardinagem, geram o custo com a manutenção que alcança os R$6000 mensais.

O grupo custeia e mantém telefone, internet, sistema de alarme e vigilância, os equipamentos de som e iluminação profissionais, materiais de limpeza e de escritório, móveis, e assim por diante. Além de pagar para a realização de pequenas reformas estruturais como pinturas, adequações de espaço e isolamento acústico. Os materiais de limpeza são solicitados aos alunos de oficinas e cursos e também aos grupos de teatro e artistas que ensaiam ou se apresentam no local.

Em caso de eventos com ingressos, o grupo pede a retribuição de 20% do que for arrecadado. Como a grande maioria dos eventos apresentados são gratuitos ou seguem o sistema de “Retribuição no Chapéu” ou “Quanto Vale o Show?” então essa ajuda quase nunca supri as necessidades. A Secretaria, além de ceder o local, concede uma pequena equipe contratada. Para o restante, o grupo tem que se virar, matando um leão por dia.

A seleção de espetáculos é feita via edital ou chamada pública. A seleção é feita de acordo com a disponibilidade de datas e as propostas são filtradas para que não agridam ou ferem nenhuma classe de pessoas de algum modo prejudicial.

Em entrevista, o coordenador do Espaço Sonhus, Nando Rocha, conta um pouco mais sobre a importância do resgate cultural que o projeto defende.

“Os governos (Estadual e Municipal) vêem a cultura como despesa, e não como investimento, a falta de recursos é a resposta usada para qualquer questionamento sobre investimento em cultura. Acredito que só podemos mudar essa realidade exigindo o contrário.  Resistindo e não se calando, não se omitindo. A arte é uma necessidade vital da humanidade. Podemos viver sem a consciência da arte, mas não sem arte inserida em nossas vidas. Arte está em tudo, em qualquer cultura humana. Ela define quem somos, como somos, o que pensamos, ela registra como vivemos. Arte está nos museus e também nas camisetas que vestimos, nas ruas, nos prédios em tudo ao nosso redor. O custo com a cultura é uma responsabilidade, um dever social por parte de qualquer governo. Tão importante quanto oferecer educação. A difusão e manutenção da arte é uma questão de saúde social. Não que a arte salve alguém como muitos pregam. A arte não tem esse dever e tampouco essa capacidade, nem a arte, nem a religião salvam ninguém nem coisa alguma. Se alguém ou alguma coisa precisa ser salva, só se salvará por si mesmo. A questão é que o Homem viver em sociedade sem a presença da arte em suas vidas é algo inconcebível.  Nem todos os nossos administradores tem consciência da arte, mas se estão em um cargo público, deverão ser chamados a atenção pela própria comunidade, ou seja, nós todos. Cada sociedade desenvolve sua cultura defendendo aquilo que lhe é muito caro, aquilo sem o qual não poderiam viver. Resta saber o quanto nós, os goianos, fazemos questão de preservar os espaços de arte e os artistas. É uma questão de consciência. Não pode ser tratado como um problema contábil ou econômico. Não economizamos o ar que respiramos (ainda). A arte é tão importante quanto o vento. Se você pensar superficialmente verá que o vento não serve para nada. Mas nos sentimos bem melhores quando sentimos bater uma brisa. Imagine o mundo sem vento.”

Foto: Lucas Carvalho

Pelo site www.teatroritual.com.br, você pode conferir a programação, lista de shows, espetáculos e cursos oferecidos no espaço.

Para saber sobre cursos disponíveis, basta clicar aqui. Já programação artística de espetáculos e shows, pode ser acessado aqui. Toda semana a uma nova programação artística em cartaz. Mais informações pelo fone 32252013 ou site.

Escrito por: Lucas Carvalho, aluno do 7° período de jornalismo

Faculdade Araguaia cuidando de sua natureza

A Faculdade Araguaia, FARA, foi instituída em Goiânia em 2001. Uma faculdade jovem, com menos de 15 anos de história e que já formou vários profissionais conceituados no mercado atual. Em suas duas unidades contém cursos de graduação, no período noturno, e pós-graduação lato sensu, aos sábados. É uma instituição inovadora, voltada para o desenvolvimento intelectual de seus estudantes. Na unidade do Centro, funcionam os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia. Já na unidade Bueno, Ciências Biológicas (licenciatura e bacharelado com ênfase em saúde), Engenharia Ambiental, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Educação Física (licenciatura), e agora, pensando em atender às necessidades da comunidade, em relação a cursos oferecidos, a faculdade trás novas modalidades de graduação como: Engenharia Civil, Educação Física, na modalidade bacharelado e Gestão Comercial. Pós graduações também estão na nova grade, como: MBA Agronegócio Sustentável, Gestão de Resíduos Sólidos, Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas e Artes Visuais com Ênfase em Arte e Educação.
A instituição visa a interação entre alunos e educadores através da ética, formada nos valores e na interação entre ambos. Nessa interação a faculdade busca unificar pessoas, com a oferta de descontos diferenciados. Os valores são mais acessíveis em comparação com outras faculdades, bolsas de estudos de programas sociais, Prouni (Programa Universidade Para Todos), Fies ( Financiamento Estudantil) e Ovg (Organização das Voluntárias de Goiás), através de parcerias com o governo federal e o governo estadual.

De acordo Fernando Donato, especialista em educação, os novos cursos trazem benefício para o cenário de trabalho do país. “O mercado de trabalho brasileiro tem um contraste enorme entre uma grande oferta de emprego e uma grande quantidade de pessoas desocupadas, que não ocupam essas vagas por não ter uma qualificação”. O coordenador da faculdade, Rubens Tavares Reis, afirma os interesses da faculdade. “Tendo como foco a educação e a qualificação de profissionais críticos, criativos e competentes, a Fara busca disponibilizar serviços de qualidade para todo o corpo docente e para toda a comunidade. Com uma visão diferenciada, pretendemos ampliar seus conceitos educativos resultando em profissionais inseridos no contexto social. Promove o ensino de forma eficiente e com a qualidade necessária ao bom desempenho profissional dos alunos para que, de modo competente e ético, possam desenvolver seus projetos de vida como cidadãos conscientes de seus direitos, deveres e responsabilidades sociais”, diz o coordenador.

Para o estudante do primeiro período de Engenharia Civil, Cristiano Bernardes, a instituição conta com profissionais capacitados e que a faculdade pode tornar referência. “Estou no primeiro período de engenharia de civil. Quando iniciei o curso, conheci muita gente que já atualmente estão sem estudar e acredito que não é por conta de valores, nem por falta de capacidade, mas por falta de se empenhar mais. A faculdade disponibiliza descontos muito bons e um corpo de professores realmente habilitados. E creio que daqui alguns anos a faculdade possa se tornar referência no ensino em Goiás”, afirma o jovem.
Kaline Cardoso Lima, estudante de Jornalismo do 6 º período

A importância de economizar água

No inicio do ano, o Brasil enfrentou um racionamento de água em algumas capitais do país, nos últimos dias a chuva amenizou a situação, mas ainda não é o fim do problema. Especialista dá dicas de como economizar e evitar um problema ainda maior no futuro 
A água é um elemento natural, muito importante e insubstituível que exige de todos uma ação permanente pela sua preservação e conservação. No inicio deste ano, o Brasil se deparou com um novo pesadelo: a falta de água.

Água , elemento essencial para a vida humana

O problema atingiu grandes centros urbanos, como o estado de São Paulo, que levou ao País um alerta sobre a importância do uso consciente e de esforços para evitar desperdícios deste recurso natural.

De acordo com o superintendente de Comunicação e Marketing da Saneago, Luiz Novo, o Estado de Goiás está em uma situação considerada, relativamente confortável, “Nós não trabalhamos com a hipótese de um racionamento, mas o que temos feito questão de enfatizar é que precisamos mudar a nossa relação com a água. Uma mudança de hábitos é fundamental pra nós mantenhamos essa condição favorável que temos hoje”, explica.

Apesar da volta das chuvas nos últimos dias, o cenário do abastecimento de água nas grandes capitais ainda tem muitas incertezas. Os níveis dos reservatórios continuam muito distantes do que é considerado ideal, e essa situação não deixa alternativa ao brasileiro a não ser economizar. Ser consciente e racional pode diminuir a conta de água e acabar com o desperdício.

A estudante de publicidade Letícia Soares encontrou uma forma de economizar água e, consequentemente, melhorar a economia da casa,

“Desde criança na minha casa nós guardamos água da chuva, sempre pensando em economizar água, e ter um desconto no orçamento”.

Reservar água da chuva pode ser uma medida para economizar

O Superintendente considera muito importante ações sustentáveis como guardar água da chuva, mas esclarece que essa água não pode ser misturada com a água da Saneago. “A água da chuva não é uma água tratada como a da Saneago, então não pode ser ingerida, e deve-se tomar bastante cuidado com o armazenamento dessa água, sempre colocar em um lugar bem tampado e higienizado para não causar dengue”, afirma.

Ele explica que esse recurso é importante e contribui muito com a questão da crise que o país está vivendo. “É importante tomar certos cuidados, mas a água da chuva pode ser utilizada, por exemplo, para regar plantas e lavar a casa”.
A Saneago dá algumas dicas para evitar o desperdício de água, como: Evitar banhos demorados, jamais usar água para limpar a calçada e o quintal, não deixar a pia aberta enquanto escova os dentes, entre outros.
Abaixo segue o panfleto que a Saneago disponibiliza de como economizar água no seu dia a dia:

Detox, o suco saudável

Em dias de calor, o suco detox surge como uma boa opção para repor as energias e os nutrientes perdidos com o excesso de suor

O suco verde desintoxicante que promete cuidar melhor da saúde ganha cada mais o mercado brasileiro. Utilizado há algum tempo nos Estados Unidos, o liquido chamado DETOX é a nova sensação do momento. Há 10 anos no Brasil, virou moda no último ano entre celebridades e ganhou reconhecimento nacional.

Foto: imagem internet
O detoxificante é um importante aliado para aqueles que buscam por equilíbrio e uma vida mais saudável. A base do suco é feita com folhas de couve e pode ser misturado com diversas frutas e raízes.
Com as altas temperaturas, devido as mudanças climáticas, o aumento do nível de transpiração das pessoas é cada vez maior e pode, até, haver perdas de importantes nutrientes no organismo. O suco acaba funcionando como uma “bomba de nutrientes”, já que oferece uma composição muito rica em vitaminas. Apesar de seu uso estar relacionado a dietas emagrecedoras, o objetivo da detoxificação é ajudar o organismo a eliminar toxinas e outras substancias prejudiciais à saúde. A nutricionista Simone Pereira afirma que o corpo perde diversos minerais por causa do calor. “A transpiração intensa, causada pelo calor, faz com que o organismo perca minerais que são expelidos pelo corpo. Hábitos normais do dia a dia, como usar xampu, passar hidratante, ou até mesmo tomar um simples remédio para dor de cabeça, comprometem o bom funcionamento do corpo e, por isso, o detoxificante é importante. Joga fora o que não será usado como nutriente”, afirma a nutricionista.

Fotos: imagem internet
A dona de casa Agueda Janes, diz que sua disposição ficou melhor depois do DETOX.

“Eu achava que o suco daquela cor verde era ruim, por causa da couve, mas quando experimentei achei uma delícia. A primeira mistura que fiz foi com couve, abacaxi, gengibre e hortelã. Ficou muito bom”, diz.

A folha de hortelã da uma ação refrescante a bebida, também pode variar com diversos alimentos, como: melancia, salsinha, limão, gengibre, água de coco e muitos outros. Para Fernanda Fernandes, ciclista, o líquido trouxe mais um hábito saudável. “Agora, o DETOX faz parte de uma alimentação saudável que coloquei como meta para atingir o peso e a resistência que preciso até final do ano”, afirma a atleta.
O suco detox pode ser melhor usado entre as principais refeições, como almoço e jantar, servido como uma opção de lanche.
Existem algumas recomendações. A preparação do suco deve ser feita com alimentos naturais, preferencialmente orgânicas, por não conter agrotóxico e deve ser ingerido logo após o seu preparo, de forma a evitar a perda dos nutrientes. É importante que os ingredientes sejam variados na hora de preparar o suco, pois cada fruta, verdura ou legume possui nutrientes específicos que farão ter o preparo de um alimento saudável. A reposição de sódio, potássio e diversos minerais faz com que o Detox seja uma boa aliada para organismo. Em época de calor, o suco dos famosos é uma boa opção para entrar no cardápio no dia-a-dia dos brasileiros.
João Marcelo Viana.Estudante, 6º período, jornalismo.

Balada Responsável, eu apoio essa ideia

Com pouco mais de três anos, o Programa Balada Responsável, criado pelo Detran-GO, já mostra números positivos para o órgão, tornando uma das campanhas, de educação no trânsito, mais famosas e de relevância para o país.

O Balada Responsável é um programa com o objetivo de combater motoristas que insistem em beber e dirigir. O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), em parceria com a Polícia Militar, leva a iniciativa a várias cidades do estado e também para a capital. Nesse período, já abordou mais de 1,6 milhão de pessoas nas ações educativas e em blitzes da Lei Seca. Se consolida-se como um dos maiores programas de educação para o trânsito do País. Em pouco mais de três anos, a iniciativa contabiliza índices positivos como a redução de mais de 30% no número de acidentes no período noturno e recolhimento de mais de 15 mil CNHs de condutores que dirigiam sob o efeito de álcool. Evitando que mais de 10 mil condutores continuassem dirigindo alcoolizados, cumprindo a Lei Seca e, principalmente, preservando vidas.

O Programa aposta em campanhas publicitárias para a conscientização dos motoristas.

Balada Responsável desde seu início, o programa visa trabalhar em duas frentes. A primeira consiste em abordagens pedagógicas, em bares, restaurantes, aeroportos, locais de grande aglomeração de pessoas, onde se busca-se estimular uma reflexão sobre os perigos de dirigir após a ingestão de bebidas alcoólicas. Já segunda é feita por meio de blitzes, onde, além do cumprimento da Lei Seca, é realizado todo o procedimento de rotina adotado pela Polícia Militar.

Balada Responsável – Eu Abraço Essa Ideia.
O condutor flagrado dirigindo sob o efeito do álcool, terá a CNH recolhida e responderá a um processo, que pode resultar na suspensão de 12 meses do direito de dirigir e recebe multa no valor de R$ 1.915,40, podendo dobrar em caso de reincidência. O veículo também fica retido até a apresentação de um outro motorista, devidamente, habilitado. Se o bafômetro constatar valor igual ou superior a 0,34 miligramas por litro de ar (descontada a margem de erro), o motorista será enquadrado em crime de trânsito. Além das punições administrativas, ele será preso em flagrante, podendo pegar de seis meses a três anos de detenção de acordo com os artigos 165 e 306 do Código de Brasileiro de Trânsito (CBT). A mistura de álcool e direção é um dos fatores que contribuem para o aumento do número e da gravidade dos acidentes de trânsito. A bebida alcoólica diminui o reflexo do condutor e aumenta sua disposição de correr riscos.

#EvoluaNoTrânsito – Balada Responsável.
Para o Gerente de Fiscalização e Segurança do Detran Goiás, Mj. Ivan Furtado Figueiredo reforça que o maior interesse do programa é o bem estar das pessoas. “Nós estamos fazendo um trabalho de educação orientativa e fiscalização para evitar a associação de quem faz o uso de bebidas alcoólicas e faça direção de algum veículo. O condutor que é abordado em qualquer blitz da operação em estado de embriaguez tem a carteira de habilitação apreendida. Infelizmente, o condutor não se conscientiza que a intenção da fiscalização é o bem comum, dos motoristas, passageiros, motociclistas e pedestres o bem de todas as pessoas envolvidas no trânsito”, ressalta o gerente.

Joyce Camargo, que é comerciante, diz que a iniciativa é boa só que, no entanto, falta taxistas para atender a grande demanda de pessoas. “O programa é bom, só que deve-se aumentar a frota de táxis pois, o efetivo atual é pouco para a grande número de pessoas e os valores são altos e por conta disso os motoristas se arriscam a dirigir com álcool no organismo”. O incentivo Balada Responsável baseia-se de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. Segundo o artigo 165 “dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência” resulta em multa e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Já o artigo 306 delibera que “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência” resulta em detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão do direito de dirigir veículo automotor. A legislação de trânsito desperta cada vez mais o interesse da sociedade. Pessoas de todas as idades procuram atualizar-se no conhecimento do CBT e na sua regulamentação, seja como um meio para desenvolver comportamentos seguros no trânsito, ou para reivindicar de todos os agentes públicos e privados.

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