A educação como um jogo de interesses

Foi realizada nos dias 25 a 29 de maio, a VIII Semana da Educação da Faculdade Araguaia na unidade Centro direcionada aos acadêmicos de Pedagogia, porém o tema discutido oferece uma série de informações para quem se interessar, já que o evento é aberto para toda a comunidade. Com programações distribuídas durante toda a semana, os participantes tiveram a percepção da situação em que a educação se encontra em nosso país. Na quinta (28) foi o dia de oficinas com discussões relacionadas à educação e em uma das salas o professor Paulo Roberto Miranda esteve palestrando sobre a relação da educação com o trabalho e a tecnologia.
A oficina ofereceu uma discussão esclarecedora para algumas dúvidas dos participantes. Kaline Frances, estudante do curso de Pedagogia do 2º período mostrou o seu anseio de entender onde ela está se inserindo e ela percebeu a importância dessa discussão nas salas de aula, pois só assim pôde enxergar a realidade. Esse assunto trouxe a ela crescimento intelectual e com o resultado da discussão entendeu que a desigualdade social e os interesses políticos estão dificultando o avanço da educação no Brasil. Ela quer desempenhar da melhor forma o seu papel como pedagoga para mudar esse quadro em sua volta.

O professor Paulo, quando foi interrogado sobre a negligência do governo com a educação direcionou esse fato como “um jogo de interesses onde o controle do estado está em primeira instância, pois não querem uma sociedade crítica que questione o poder”. Para ele, a educação só começaria a avançar quando fosse universalizada, ou seja, para todos. Como pode haver qualidade em um país onde o professor não é reconhecido e o ambiente escolar não é propício para o aprendizado?
Foram feitos vários questionamentos, e essa discussão vai longe quando começamos a fundamentar e argumentar os fatos. Mas o tempo foi curto para estudar tudo o que envolve esse momento em que vivemos na educação brasileira. Portanto, a educação não está sendo para todos e sim para as classes dominantes. Como o professor Paulo citou, “O trabalhador é para trabalhar e a elite é para pensar”. Tudo é feito para manter o controle do estado sem que seja questionado.
Texto e Fotos por: Felipe Sena, Isadora Brito e Kariny Bianca, alunos do terceiro período de jornalismo Faculdade Araguaia

Faculdade Araguaia realiza Colóquio em parceria com UFG e UFRJ

De 12 a 19 de junho, o Grupo de Estudos em Jornalismo Comunitário da Faculdade Araguaia realiza em parceria com a Universidade Federal de Goiás e a Universidade Federal do Rio de Janeiro o Colóquio Vivências em Jornalismo Comunitário. Estudantes de comunicação das três instituições participam da programação.
O evento está acontecendo na cidade do Rio de Janeiro e conta com atividades práticas de produção de texto, rodas de conversas com professores e pesquisadores, além de atividades científico-culturais. A abertura contou com um debate sobre A Comunicação Comunitária e as Cidades com o professor da UFG Nilton José Rocha, a doutoranda em Comunicação da UFRJ Dérika Virgulino e a coordenadora do curso de Jornalismo da Faculdade Araguaia Gabriela Marques.

A ideia do evento partiu da iniciativa da disciplina Laboratório em Jornalismo Comunitário da UFRJ, do Laboratório Magnífica Mundi da UFG e do Grupo de Estudos da Faculdade Araguaia e tem como objetivo promover a troca de experiências entre as três instituições, além de aprofundar os debates teóricos e práticos sobre a Comunicação Comunitária.
A participação da Faculdade Araguaia mostra seu compromisso não só com o ensino, mas com o incentivo à pesquisa e à extensão, proporcionando vivências que são de grande importância para a formação dos futuros jornalistas. Os dois alunos que representam a instituição, Domingos Ketelbey e Fabiana Souza, mantêm desde o início do ano a página no Facebook Inspire-Coletivo de Histórias, onde publicam histórias de pessoas comuns das cidades.
Por: Gabriela Marques 
(Coordenadora do curso de Jornalismo Faculdade Araguaia)

A “Revolução da Qualidade” está chegando! Em um blog perto de você

É bem isso. Em 2015 estamos passando por uma mudança na internet.
Antes as pessoas ansiavam por textos curtos, conteúdo rápido. Era um frenesi de usar a internet em quantidade. Talvez fosse o reflexo de um tempo em que tínhamos um limite na conexão — o tempo do provedor, as poucas horas do final de semana (a duração do pulso único), ou mesmo o dinheiro x tempo na lan house; Talvez seja o amadurecimento, o costume de usar a tecnologia nos faz sermos menos deslumbrados com cada botão ou link que vemos.
Por isso, independente do que você ou eu pensemos que é um conteúdo bom, quando falo em qualidade falo em aprofundamento, em reflexão, em um conteúdo que é menos efêmero e sem preocupação com o quão longo deve ser: ele é do “tamanho” que precisa ser.
Como se ele fosse uma estrada: Antes, o nosso objetivo era pegar uma freeway, que levasse do ponto A ao ponto B em uma reta, no melhor espaço de tempo. A intenção não era apreciar o conteúdo, apenas consumi-lo e ficávamos felizes em pegar um túnel, contanto que ele nos fizesse terminar a viagem mais rápido. Agora, aprendemos os prazeres de pegar uma estrada que talvez tenha mais voltas, e demore mais tempo, mas que nos traz paisagens mais bonitas, um tempinho para saborear o caminho, e refletir sobre o que vimos.
E por isso, cada vez é mais comum ver textos longos tomando conta da tela e da atenção dos leitores. Os parágrafos mais elaborados e explicativos não são apenas uma questão de estilo: o autor mede suas palavras (parça), com o intuito de desenvolver uma narrativa que crie uma conexão com os leitores. Agora, a intenção é criar uma relação emocional, onde antes a intenção era criar um produto de consumo rápido, que permitisse o maior número de pageviews no menor espaço de tempo.

Lendo como se não houvesse amanhã
E não é lindo isso? A reorganização de um pensamento e a transição de um formato que era para o consumo e descarte, agora é para que se possa guardar e agregar.
Essa é uma prática que já existe desde que a internet existe, mas ela não era comum (e, para alguns, nem bem vista) e existem alguns ótimos blogs que se construíram assim antes de “virar moda”. Só que, agora, o que antes era exceção está virando regra, e um dos maiores expoentes disso é a popularização do Medium.

BLOG + REDE SOCIAL

“O importante é o conteúdo, e não a plataforma em que ele é publicado”, alguns podem dizer. Eu discordo em parte. As vezes a plataforma é muito importante pois, por mais interessante que seja algo, se ele não tem os meios para encontrar o seu espaço e público, ele não ganha relevância. E a relevância do textão não se popularizou antes, porque não tínhamos o local e o cenário certos? Talvez:
  • Tumblr já foi a “plataforma da vez”. E mesmo assim, não era local de textão.
  • Outras plataformas de blog não foram o suficiente para serem consideradas pelas “práticas da indústria”, o local ideal de textão.
  • Linked In lançou a sua plataforma de textão. E o que parecia ser o local ideal, já que uma das características do textão é mostrar que o autor pensou bastante sobre o assunto, e tem domínio suficiente para escrever sobre… Bem, se mostrou uma ferramenta pouco amigável. E pouco relevante.
Já o Medium é diferente. Ele foi criado para o textão: o seu design, a sua facilidade de escrever, a sua lógica de funcionamento: como você segue publicações, autores, escreve respostas e comentários, além da maneira com que tudo isso é compartilhado no seu… olha só… Newsfeed! Ele é uma tentativa muito bem-sucedida de misturar o Brasil e o Egito os blogs e as redes sociais, e ainda popularizar os conceitos por trás do uso de Feeds e leitores de RSS.
E é em momentos como esse, que revoluções são possíveis. Existe um movimento em direção à um novo comportamento, e ferramentas que permitem a sua popularização, divulgação e estabelecimento.

Você conhece o Espaço Sonhus?

O Espaço Sonhus foi idealizado e é mantido por quem é apaixonado pela arte.

Foto: Lucas Carvalho

Bem no centro da capital goiana, o espaço surpreende e oferece variados projetos culturais, apresentados nos mais variados formatos, e o melhor, acessíveis para todos os públicos.

Situado no prédio do colégio Lyceu de Goiânia, um símbolo da arquitetura ArtDecó na capital, o espaço pretende reunir produtores culturais, estudantes e artistas interessados em construir e aprimorar seus conhecimentos sobre o universo das artes. A programação do Espaço Sonhus conta com teatro, dança, cinema, música e artes visuais com artistas da cidade e de outros estados.

Entre alunos e público externo, o Espaço Sonhus recebe cerca de 500 à 1500 visitantes mensais, dependendo da quantidade de eventos no mês.

A ideia de transformar o colégio Lyceu surgiu da necessidade do Grupo Sonhus Teatro Ritual ter um espaço, pois até então estava sem lugar próprio. O momento foi propício, o colégio havia acabado de se tornar escola de tempo integral e estava com o turno noturno e os finais de semana ociosos, além, de o auditório estar completamente abandonado e funcionando como um depósito de material em desuso.

Foto: Lucas Carvalho

A metamorfose que o espaço sofreu impressiona. O velho auditório do colégio, que não permitia produções elaboradas e não agradava os alunos da instituição, foi transformado em um teatro com capacidade para 150 pessoas, e iluminação e acústica de primeira.

A lateral do Lyceu também estava tomada por moradores de rua e usuários de drogas. Um espaço que antes era utilizado pelos alunos para aguardar o toque do sino, marcando o início do dia letivo, hoje existe uma tenda de circo instalada. Já passaram por lá diversas apresentações culturais e cursos, que são oferecidos gratuitamente para toda a comunidade.

Os estudantes do Lyceu têm ainda uma programação especial semanal chamada “Projeto Sesta Cultural”, com espetáculos culturais de segunda a quarta-feira, após o almoço, entre as aulas do turno matutino e vespertino.

O Grupo Sonhus Teatro Ritual, que completa 19 anos em 2015, foi criado dentro do colégio e hoje mantém oficinas que vão desde a montagem de espetáculos teatrais, passando pela produção e gestão cultural. O grupo já proporcionou apresentações artísticas, com grupos teatrais, música, e inclusive, festivais nacionais e internacionais. Dentro do espaço cultural existem, o Teatro Sonhus, o Circo Sonhus,  e o Cine Sonhus.  Cerca de 100 alunos participam das oficinas, cursos e eletivas de teatro. 20 participam da dança de salão, e outros 20 para os cursos de produção. Além de treinos abertos e eventos.

Foto: Lucas Carvalho

O Espaço Sonhus é mantido com projetos e cachês de apresentações realizadas pelo Grupo Sonhus Teatro Ritual. A coordenação do centro cultural informa que não recebe nenhum repasse financeiro da Secretaria de Educação para custeio, aquisição de equipamentos, ou ainda manutenção e realização de eventos.

As despesas de telefone e internet, manutenção de equipamentos entre som, iluminação e ar-condicionado, e ainda pequenas reformas e reparos em rede elétrica, pintura, jardinagem, geram o custo com a manutenção que alcança os R$6000 mensais.

O grupo custeia e mantém telefone, internet, sistema de alarme e vigilância, os equipamentos de som e iluminação profissionais, materiais de limpeza e de escritório, móveis, e assim por diante. Além de pagar para a realização de pequenas reformas estruturais como pinturas, adequações de espaço e isolamento acústico. Os materiais de limpeza são solicitados aos alunos de oficinas e cursos e também aos grupos de teatro e artistas que ensaiam ou se apresentam no local.

Em caso de eventos com ingressos, o grupo pede a retribuição de 20% do que for arrecadado. Como a grande maioria dos eventos apresentados são gratuitos ou seguem o sistema de “Retribuição no Chapéu” ou “Quanto Vale o Show?” então essa ajuda quase nunca supri as necessidades. A Secretaria, além de ceder o local, concede uma pequena equipe contratada. Para o restante, o grupo tem que se virar, matando um leão por dia.

A seleção de espetáculos é feita via edital ou chamada pública. A seleção é feita de acordo com a disponibilidade de datas e as propostas são filtradas para que não agridam ou ferem nenhuma classe de pessoas de algum modo prejudicial.

Em entrevista, o coordenador do Espaço Sonhus, Nando Rocha, conta um pouco mais sobre a importância do resgate cultural que o projeto defende.

“Os governos (Estadual e Municipal) vêem a cultura como despesa, e não como investimento, a falta de recursos é a resposta usada para qualquer questionamento sobre investimento em cultura. Acredito que só podemos mudar essa realidade exigindo o contrário.  Resistindo e não se calando, não se omitindo. A arte é uma necessidade vital da humanidade. Podemos viver sem a consciência da arte, mas não sem arte inserida em nossas vidas. Arte está em tudo, em qualquer cultura humana. Ela define quem somos, como somos, o que pensamos, ela registra como vivemos. Arte está nos museus e também nas camisetas que vestimos, nas ruas, nos prédios em tudo ao nosso redor. O custo com a cultura é uma responsabilidade, um dever social por parte de qualquer governo. Tão importante quanto oferecer educação. A difusão e manutenção da arte é uma questão de saúde social. Não que a arte salve alguém como muitos pregam. A arte não tem esse dever e tampouco essa capacidade, nem a arte, nem a religião salvam ninguém nem coisa alguma. Se alguém ou alguma coisa precisa ser salva, só se salvará por si mesmo. A questão é que o Homem viver em sociedade sem a presença da arte em suas vidas é algo inconcebível.  Nem todos os nossos administradores tem consciência da arte, mas se estão em um cargo público, deverão ser chamados a atenção pela própria comunidade, ou seja, nós todos. Cada sociedade desenvolve sua cultura defendendo aquilo que lhe é muito caro, aquilo sem o qual não poderiam viver. Resta saber o quanto nós, os goianos, fazemos questão de preservar os espaços de arte e os artistas. É uma questão de consciência. Não pode ser tratado como um problema contábil ou econômico. Não economizamos o ar que respiramos (ainda). A arte é tão importante quanto o vento. Se você pensar superficialmente verá que o vento não serve para nada. Mas nos sentimos bem melhores quando sentimos bater uma brisa. Imagine o mundo sem vento.”

Foto: Lucas Carvalho

Pelo site www.teatroritual.com.br, você pode conferir a programação, lista de shows, espetáculos e cursos oferecidos no espaço.

Para saber sobre cursos disponíveis, basta clicar aqui. Já programação artística de espetáculos e shows, pode ser acessado aqui. Toda semana a uma nova programação artística em cartaz. Mais informações pelo fone 32252013 ou site.

Escrito por: Lucas Carvalho, aluno do 7° período de jornalismo

Faculdade Araguaia cuidando de sua natureza

A Faculdade Araguaia, FARA, foi instituída em Goiânia em 2001. Uma faculdade jovem, com menos de 15 anos de história e que já formou vários profissionais conceituados no mercado atual. Em suas duas unidades contém cursos de graduação, no período noturno, e pós-graduação lato sensu, aos sábados. É uma instituição inovadora, voltada para o desenvolvimento intelectual de seus estudantes. Na unidade do Centro, funcionam os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia. Já na unidade Bueno, Ciências Biológicas (licenciatura e bacharelado com ênfase em saúde), Engenharia Ambiental, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Educação Física (licenciatura), e agora, pensando em atender às necessidades da comunidade, em relação a cursos oferecidos, a faculdade trás novas modalidades de graduação como: Engenharia Civil, Educação Física, na modalidade bacharelado e Gestão Comercial. Pós graduações também estão na nova grade, como: MBA Agronegócio Sustentável, Gestão de Resíduos Sólidos, Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas e Artes Visuais com Ênfase em Arte e Educação.
A instituição visa a interação entre alunos e educadores através da ética, formada nos valores e na interação entre ambos. Nessa interação a faculdade busca unificar pessoas, com a oferta de descontos diferenciados. Os valores são mais acessíveis em comparação com outras faculdades, bolsas de estudos de programas sociais, Prouni (Programa Universidade Para Todos), Fies ( Financiamento Estudantil) e Ovg (Organização das Voluntárias de Goiás), através de parcerias com o governo federal e o governo estadual.

De acordo Fernando Donato, especialista em educação, os novos cursos trazem benefício para o cenário de trabalho do país. “O mercado de trabalho brasileiro tem um contraste enorme entre uma grande oferta de emprego e uma grande quantidade de pessoas desocupadas, que não ocupam essas vagas por não ter uma qualificação”. O coordenador da faculdade, Rubens Tavares Reis, afirma os interesses da faculdade. “Tendo como foco a educação e a qualificação de profissionais críticos, criativos e competentes, a Fara busca disponibilizar serviços de qualidade para todo o corpo docente e para toda a comunidade. Com uma visão diferenciada, pretendemos ampliar seus conceitos educativos resultando em profissionais inseridos no contexto social. Promove o ensino de forma eficiente e com a qualidade necessária ao bom desempenho profissional dos alunos para que, de modo competente e ético, possam desenvolver seus projetos de vida como cidadãos conscientes de seus direitos, deveres e responsabilidades sociais”, diz o coordenador.

Para o estudante do primeiro período de Engenharia Civil, Cristiano Bernardes, a instituição conta com profissionais capacitados e que a faculdade pode tornar referência. “Estou no primeiro período de engenharia de civil. Quando iniciei o curso, conheci muita gente que já atualmente estão sem estudar e acredito que não é por conta de valores, nem por falta de capacidade, mas por falta de se empenhar mais. A faculdade disponibiliza descontos muito bons e um corpo de professores realmente habilitados. E creio que daqui alguns anos a faculdade possa se tornar referência no ensino em Goiás”, afirma o jovem.
Kaline Cardoso Lima, estudante de Jornalismo do 6 º período

A importância de economizar água

No inicio do ano, o Brasil enfrentou um racionamento de água em algumas capitais do país, nos últimos dias a chuva amenizou a situação, mas ainda não é o fim do problema. Especialista dá dicas de como economizar e evitar um problema ainda maior no futuro 
A água é um elemento natural, muito importante e insubstituível que exige de todos uma ação permanente pela sua preservação e conservação. No inicio deste ano, o Brasil se deparou com um novo pesadelo: a falta de água.

Água , elemento essencial para a vida humana

O problema atingiu grandes centros urbanos, como o estado de São Paulo, que levou ao País um alerta sobre a importância do uso consciente e de esforços para evitar desperdícios deste recurso natural.

De acordo com o superintendente de Comunicação e Marketing da Saneago, Luiz Novo, o Estado de Goiás está em uma situação considerada, relativamente confortável, “Nós não trabalhamos com a hipótese de um racionamento, mas o que temos feito questão de enfatizar é que precisamos mudar a nossa relação com a água. Uma mudança de hábitos é fundamental pra nós mantenhamos essa condição favorável que temos hoje”, explica.

Apesar da volta das chuvas nos últimos dias, o cenário do abastecimento de água nas grandes capitais ainda tem muitas incertezas. Os níveis dos reservatórios continuam muito distantes do que é considerado ideal, e essa situação não deixa alternativa ao brasileiro a não ser economizar. Ser consciente e racional pode diminuir a conta de água e acabar com o desperdício.

A estudante de publicidade Letícia Soares encontrou uma forma de economizar água e, consequentemente, melhorar a economia da casa,

“Desde criança na minha casa nós guardamos água da chuva, sempre pensando em economizar água, e ter um desconto no orçamento”.

Reservar água da chuva pode ser uma medida para economizar

O Superintendente considera muito importante ações sustentáveis como guardar água da chuva, mas esclarece que essa água não pode ser misturada com a água da Saneago. “A água da chuva não é uma água tratada como a da Saneago, então não pode ser ingerida, e deve-se tomar bastante cuidado com o armazenamento dessa água, sempre colocar em um lugar bem tampado e higienizado para não causar dengue”, afirma.

Ele explica que esse recurso é importante e contribui muito com a questão da crise que o país está vivendo. “É importante tomar certos cuidados, mas a água da chuva pode ser utilizada, por exemplo, para regar plantas e lavar a casa”.
A Saneago dá algumas dicas para evitar o desperdício de água, como: Evitar banhos demorados, jamais usar água para limpar a calçada e o quintal, não deixar a pia aberta enquanto escova os dentes, entre outros.
Abaixo segue o panfleto que a Saneago disponibiliza de como economizar água no seu dia a dia:

Detox, o suco saudável

Em dias de calor, o suco detox surge como uma boa opção para repor as energias e os nutrientes perdidos com o excesso de suor

O suco verde desintoxicante que promete cuidar melhor da saúde ganha cada mais o mercado brasileiro. Utilizado há algum tempo nos Estados Unidos, o liquido chamado DETOX é a nova sensação do momento. Há 10 anos no Brasil, virou moda no último ano entre celebridades e ganhou reconhecimento nacional.

Foto: imagem internet
O detoxificante é um importante aliado para aqueles que buscam por equilíbrio e uma vida mais saudável. A base do suco é feita com folhas de couve e pode ser misturado com diversas frutas e raízes.
Com as altas temperaturas, devido as mudanças climáticas, o aumento do nível de transpiração das pessoas é cada vez maior e pode, até, haver perdas de importantes nutrientes no organismo. O suco acaba funcionando como uma “bomba de nutrientes”, já que oferece uma composição muito rica em vitaminas. Apesar de seu uso estar relacionado a dietas emagrecedoras, o objetivo da detoxificação é ajudar o organismo a eliminar toxinas e outras substancias prejudiciais à saúde. A nutricionista Simone Pereira afirma que o corpo perde diversos minerais por causa do calor. “A transpiração intensa, causada pelo calor, faz com que o organismo perca minerais que são expelidos pelo corpo. Hábitos normais do dia a dia, como usar xampu, passar hidratante, ou até mesmo tomar um simples remédio para dor de cabeça, comprometem o bom funcionamento do corpo e, por isso, o detoxificante é importante. Joga fora o que não será usado como nutriente”, afirma a nutricionista.

Fotos: imagem internet
A dona de casa Agueda Janes, diz que sua disposição ficou melhor depois do DETOX.

“Eu achava que o suco daquela cor verde era ruim, por causa da couve, mas quando experimentei achei uma delícia. A primeira mistura que fiz foi com couve, abacaxi, gengibre e hortelã. Ficou muito bom”, diz.

A folha de hortelã da uma ação refrescante a bebida, também pode variar com diversos alimentos, como: melancia, salsinha, limão, gengibre, água de coco e muitos outros. Para Fernanda Fernandes, ciclista, o líquido trouxe mais um hábito saudável. “Agora, o DETOX faz parte de uma alimentação saudável que coloquei como meta para atingir o peso e a resistência que preciso até final do ano”, afirma a atleta.
O suco detox pode ser melhor usado entre as principais refeições, como almoço e jantar, servido como uma opção de lanche.
Existem algumas recomendações. A preparação do suco deve ser feita com alimentos naturais, preferencialmente orgânicas, por não conter agrotóxico e deve ser ingerido logo após o seu preparo, de forma a evitar a perda dos nutrientes. É importante que os ingredientes sejam variados na hora de preparar o suco, pois cada fruta, verdura ou legume possui nutrientes específicos que farão ter o preparo de um alimento saudável. A reposição de sódio, potássio e diversos minerais faz com que o Detox seja uma boa aliada para organismo. Em época de calor, o suco dos famosos é uma boa opção para entrar no cardápio no dia-a-dia dos brasileiros.
João Marcelo Viana.Estudante, 6º período, jornalismo.

Balada Responsável, eu apoio essa ideia

Com pouco mais de três anos, o Programa Balada Responsável, criado pelo Detran-GO, já mostra números positivos para o órgão, tornando uma das campanhas, de educação no trânsito, mais famosas e de relevância para o país.

O Balada Responsável é um programa com o objetivo de combater motoristas que insistem em beber e dirigir. O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), em parceria com a Polícia Militar, leva a iniciativa a várias cidades do estado e também para a capital. Nesse período, já abordou mais de 1,6 milhão de pessoas nas ações educativas e em blitzes da Lei Seca. Se consolida-se como um dos maiores programas de educação para o trânsito do País. Em pouco mais de três anos, a iniciativa contabiliza índices positivos como a redução de mais de 30% no número de acidentes no período noturno e recolhimento de mais de 15 mil CNHs de condutores que dirigiam sob o efeito de álcool. Evitando que mais de 10 mil condutores continuassem dirigindo alcoolizados, cumprindo a Lei Seca e, principalmente, preservando vidas.

O Programa aposta em campanhas publicitárias para a conscientização dos motoristas.

Balada Responsável desde seu início, o programa visa trabalhar em duas frentes. A primeira consiste em abordagens pedagógicas, em bares, restaurantes, aeroportos, locais de grande aglomeração de pessoas, onde se busca-se estimular uma reflexão sobre os perigos de dirigir após a ingestão de bebidas alcoólicas. Já segunda é feita por meio de blitzes, onde, além do cumprimento da Lei Seca, é realizado todo o procedimento de rotina adotado pela Polícia Militar.

Balada Responsável – Eu Abraço Essa Ideia.
O condutor flagrado dirigindo sob o efeito do álcool, terá a CNH recolhida e responderá a um processo, que pode resultar na suspensão de 12 meses do direito de dirigir e recebe multa no valor de R$ 1.915,40, podendo dobrar em caso de reincidência. O veículo também fica retido até a apresentação de um outro motorista, devidamente, habilitado. Se o bafômetro constatar valor igual ou superior a 0,34 miligramas por litro de ar (descontada a margem de erro), o motorista será enquadrado em crime de trânsito. Além das punições administrativas, ele será preso em flagrante, podendo pegar de seis meses a três anos de detenção de acordo com os artigos 165 e 306 do Código de Brasileiro de Trânsito (CBT). A mistura de álcool e direção é um dos fatores que contribuem para o aumento do número e da gravidade dos acidentes de trânsito. A bebida alcoólica diminui o reflexo do condutor e aumenta sua disposição de correr riscos.

#EvoluaNoTrânsito – Balada Responsável.
Para o Gerente de Fiscalização e Segurança do Detran Goiás, Mj. Ivan Furtado Figueiredo reforça que o maior interesse do programa é o bem estar das pessoas. “Nós estamos fazendo um trabalho de educação orientativa e fiscalização para evitar a associação de quem faz o uso de bebidas alcoólicas e faça direção de algum veículo. O condutor que é abordado em qualquer blitz da operação em estado de embriaguez tem a carteira de habilitação apreendida. Infelizmente, o condutor não se conscientiza que a intenção da fiscalização é o bem comum, dos motoristas, passageiros, motociclistas e pedestres o bem de todas as pessoas envolvidas no trânsito”, ressalta o gerente.

Joyce Camargo, que é comerciante, diz que a iniciativa é boa só que, no entanto, falta taxistas para atender a grande demanda de pessoas. “O programa é bom, só que deve-se aumentar a frota de táxis pois, o efetivo atual é pouco para a grande número de pessoas e os valores são altos e por conta disso os motoristas se arriscam a dirigir com álcool no organismo”. O incentivo Balada Responsável baseia-se de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. Segundo o artigo 165 “dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência” resulta em multa e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Já o artigo 306 delibera que “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência” resulta em detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão do direito de dirigir veículo automotor. A legislação de trânsito desperta cada vez mais o interesse da sociedade. Pessoas de todas as idades procuram atualizar-se no conhecimento do CBT e na sua regulamentação, seja como um meio para desenvolver comportamentos seguros no trânsito, ou para reivindicar de todos os agentes públicos e privados.

Vila Cultural Invisível

Situada no centro de Goiânia, a Vila Cultural Cora Coralina foi inaugurada em 31 de outubro de 2013, o investimento total de R$ 12 milhões em recursos federais e estaduais é um “elefante branco” que passa despercebido pelos goianienses, o gasto absurdo de recursos gerou um espaço mal planejado e subutilizado. O espaço inaugurado às vésperas do aniversário da capital no ano de 2013, aparentava ser destinado ao resgate histórico da cidade de Goiânia.
Executado parcialmente, a estrutura do centro cultural não corresponde ao projeto original. Sua localização, bem no centro comercial da capital, poderia transformar a Vila Cultural, em uma verdadeira sala de visitas da capital. Mas, a falta de uma programação mais instigante e dinâmica embaça a imagem do local.
A Vila Cultural faz parte do projeto do governo estadual de revitalização do Centro de Goiânia e resgate da memória da capital. Foto: Lucas Carvalho
Apesar do projeto original não ter sido concluído, o centro cultural é composto por quatro salas para exposições temporárias, e uma sala multimídia com 50 lugares. Uma praça de convivência com acesso pelo elevador panorâmico ainda será entregue, mas sem data prevista. O elevador panorâmico está com defeito há pelo menos seis meses, tornando a acessibilidade ineficaz, além da praça que ainda será construída, a promessa é que o centro cultural abrigue uma biblioteca e uma cafeteria.
O espaço recebeu apenas quatro exposições desde sua inauguração. A exposição Goiânia 80 anos ficou um ano em cartaz, ao custo de 70 mil reais mensais para a manutenção. O espaço é apresentado como um anexo do Teatro Goiânia, porém os centros culturais funcionam de maneira independente. A impressão que se tem é que o lugar ainda não foi inaugurado, as obras estão expostas, mas, para quem?
Pisando em Ovos
Alguns questionamentos sobre editais de ocupação, seleção dos expositores, custos com a manutenção e ainda sobre a falta de visibilidade do centro foram encaminhados para a Gerência de Comunicação da SEDUCE e não foram respondidos. Em tentativa de contato com a Simone Rosa, gerente de museus e galerias da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (SEDUCE), foi perceptível que o assunto Vila Cultural é tratado com muito cuidado, Simone informou que as respostas para os questionamentos feitos não são de sua competência.
Livro de visitas com assinatura de estudante com deficiência visual. Foto: Lucas Carvalho
De acordo com Roberval Veiga, coordenador da Vila Cultural, o espaço é  gerenciado desde fevereiro de 2014, pela Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte. Frequentado principalmente por alunos da rede pública de ensino, recebendo uma média 350 visitantes ao mês.
Foto: Lucas Carvalho

As exposições são selecionadas pela Secult que recebe as solicitações para utilização dos espaços dentro do horário normal de funcionamento do centro cultural. As solicitações devem ser feitas através de Ofício acompanhado de um release do evento/exposição.

A partir do dia 18 de março, a Vila Cultural recebe a exposição “Névoa Baixa, Sol que Racha” de Claudia Dowek.
O horário de funcionamento da unidade é de terça a sexta, das 8 às 17 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 9 às 15 horas, com entrada gratuita.

Índice de alcoolismo entre mulheres aumenta no Brasil

Pesquisas apontam um aumento no número de mulheres que abusam do álcool subiu nos últimos anos

Foto: Graciete Marques
A cada ano sobe o número de mulheres que consomem bebidas alcoólicas. Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou os números de mulheres que abusam do álcool no Brasil, entre os anos de 2006 e 2012, aumentaram 34,5% em relação aos anos anteriores. Esse aumento não está relacionado apenas às mudanças do comportamento social feminino, que a cada dia tem tomado espaços que antes eram dominados ocupados apenas por homens, mas também a uma vida social mais ativa que em outros tempos.
Por um capricho da natureza, a relação álcool e sexo feminino não é a mais amigável, os danos causados por essa substância no organismo das mulheres é maior se comparado ao organismo dos homens.
Em se tratando de bebida alcoólica as mulheres sofrem maiores conseqüências que os homens, por possuir massa corpórea menor e menos quantidades de enzimas para metabolizar álcool, ele permanece no organismo feminino por maior tempo do que do organismo masculino e assim causa mais estragos. Os principais são maior incidência de uma AVC(acidente vascular cerebral), risco de osteoporose precocemente, maior incidência de problemas hepáticos e inúmeros problemas ginecológicos tais como infertilidade, abortos espontâneos, esterilidade. Há,ainda, o risco de anomalias congênitas, o que os médicos chamam de SAF (Síndrome de Alcoolismo Fetal),com risco maior para o feto se o álcool for consumido no primeiro trimestre da gravidez.
Fatores psicológicos também são determinantes para o abuso dessa substância. A psicóloga Thais Carneiro afirma que alguns homens e mulheres possuem fatores psicológicos que os deixam vulneráveis às doenças psíquicas mais do que outros indivíduos. Segundo Carneiro, as mulheres gastam muita energia emocional para manter uma imagem mais conservadora perante a sociedade, isso ligado a dupla jornada de trabalho faz com que muitas procurem a bebida como uma “válvula de escape“ às pressões a elas impostas.

“A bebida funciona como refúgio que as ajudam a lidar com essa sobrecarga”, explica.

A psicóloga comenta ainda, que o álcool por ser uma substância depressora do sistema nervoso central, reduz momentaneamente as barreiras de defesa e resistência psíquicas, levando a uma conduta mais desinibida e expansiva. Assim “Os sentimentos de inadequação e vazio desaparecem, assim como a solidão e a auto estima parece aumentar consideravelmente no momento do uso“, esclarece.
Depois de um casamento de 12 anos se desfazer, a costureira Antonia* de 37 anos passou a beber em demasia. Perdeu o emprego, a casa que morava e a guarda do filho, na época com 4 anos, para a avó paterna.“Perdi tudo que era importante para mim, inclusive meu filho que é o que eu mais amo na vida”, conta. Antonia só conseguiu ver uma luz no fim do túnel quando sua mãe a levou a um grupo de apoio a alcoolistas. A partir daí, sua vida mudou de rumo e tem conseguido reaver tudo que foi perdido, ainda não conseguiu ter de volta a guarda do filho, mas como já está há dois anos sem beber, entrou com processo para reaver a guarda do garoto.
A costureira conta que foi fundamental a ajuda da mãe para o seu tratamento, e que se não tivesse o apoio da família não teria conseguido sozinha. “Minha mãe me tirou do fundo do poço, se não fosse ela ter me levado ao AA (Alcoólicos Anônimos) eu nunca teria ido sozinha e ainda estaria naquele abismo“ .
De acordo com a psicóloga Thais Carneiro,o primeiro passo para sair do alcoolismo é se reconhecer como alcoólatra e a partir dai procurar profissionais da área de saúde especializados, psicólogos e médicos que possuam formação adequada para o acolhimento e tratamento dessas mulheres. “O problema deve ser encarado e cercado em todas as suas dimensões, para evitar recaídas e/ou desistências precoces“, explica. Para a psicóloga, a família tem um papel fundamental na rede de apoio. “as famílias devem oferecer amparo, proteção e estímulo para que essas mulheres percebam-se capazes de superar esse momento de crise, por saber que existem pessoas que acreditam nelas e estão comprometidas em sua melhora“ e aconselha as mudanças de hábito dos familiares “Será muito difícil vencer o alcoolismo se a própria família se opõe à abstinência e insiste em oferecer bebidas alcoólicas em todas as ocasiões festivas e de confraternização“, alerta Carneiro.

 

Aumento da gasolina é considerado excessivo

De acordo com estudos de economistas, má gestão e questões políticas internas têm sido responsáveis pelo aumento excessivo do combustível.

Foto: Imagens da internet.
O preço da gasolina está em alta desde o começo do ano. Muitas pessoas estão reclamando, pois o preço não está de acordo com o salário mínimo. Como de costume todo ano o salário mínimo aumenta, porém a gasolina não tem acompanhado o valor desse salário, ela tem aumentado muito mais, então os consumidores não aceitam essa escolha. O estudante de educação física Rômulo Duarte considera desproporcional o valor da gasolina se comparado ao salário mínimo. ‘’Eu venho pra faculdade e para o trabalho de moto que é mais econômico, mas mesmo assim fica meio puxado pra gente pagar esse valor na gasolina. O preço está muito alto’’, afirma o estudante.
O preço da gasolina nos últimos anos só tem aumentado. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) o valor tem chegado a R$ 4,50 no estado do Rio de Janeiro, mais barato do que em Goiás, onde atinge R$ 2,35. O órgão de proteção e defesa do consumidor (PROCON) de Goiás chegou também divulgar a media do preço da gasolina em R$2,85. ‘’Em vez de aumentar o valor, deveria ter baixado o valor já estava alto, eu ando de moto é estou vendo que vou ter que começar a andar de ônibus gasto 7,00 reais para ir estudar todos os dias’’, afirma o entregador Renato Borges.
De acordo com o professor e economista Arnaldo Freire ‘’O aumento da gasolina está relacionado com as relações politicas internas do Brasil. O preço do barril do petróleo tem caído mundialmente, e hoje está menos de 50,00 dólares o barril. Sendo assim se fosse em condições normais de mercado, o preço da gasolina teria que estar reduzida em torno de 50%. No Brasil, a gasolina é gerida pelo monopólio que é uma empresa estatal chamada Petrobras. Como ela é a única empresa do Brasil que pode fornecer gasolina ela coloca o preço que ela quiser, então depende da boa vontade do governo’’.
‘’Tudo que é monopólio é tudo que vem pelo governo hoje nós estamos sujeitos nas condições que não são condições de mercado, são condições politicas que realmente interferem no preço, no caso da Petrobras todos nós estamos acompanhado existem várias questões ligadas à corrupção, mas não principalmente a corrupção o principal na Petrobras é a má gestão ela que esta em vários e vários anos e assim faz a empresa estar sendo sucateada como esta’’, afirma o economista.

 

Seja meus olhos, um jeito fácil de fazer a diferença

Foto: Divulgação

Be my eyes é o um aplicativo para celular que conecta voluntários a pessoas que não enxergam e permite descrever o que está em volta. A tecnologia promete ajudar pessoas com deficiência visual e ampliar sua autonomia de vida.
Smartphones, juntamente com um cão ou uma bengala, tornaram-se uma parte importante do kit de ferramentas para uma pessoa cega. Imagine você, cego, tentando preparar seu jantar. Você tem uma lata de feijão nas mãos que parece muito com uma lata de sopa, se você sacudí-los, eles fazem o mesmo som. Então, se você é cego e não quer jantar sopa hoje à noite, pense na possibilidade de baixar um aplicativo de smartphone que conecta você via vídeo, em tempo real, a um voluntário com visão, que pode lhe dizer qual é qual. Pensando nisso, o dinamarquês Hans Jorgen Wilberg inventou o Be My Eyes, um inovador aplicativo de celular que permite que qualquer pessoa possa “emprestar” sua visão por alguns segundos. O aplicativo (app), que foi inspirado no FaceTime do iOS, funciona com um sistema de câmera direta que conecta deficientes visuais à voluntários e permite que, por meio da fala e da imagem, problemas como a data de validade de uma caixa de leite possam ser resolvidos em poucos segundos.
Ao entrar no aplicativo, você escolhe a opção voluntário ou deficiente visual. No segundo caso, o app oferece toda a acessibilidade necessária para conectar-se à outra pessoa – e aguarda até que um pedido de ajuda seja enviado. As orientações do voluntário são feitas por escrito e o aplicativo consegue lê-las em voz alta para a pessoa com deficiência visual. ” A tecnologia foi muito bem recebida pela comunidade de deficientes visuais. O app permite obter ajuda em momentos que pode ser inconveniente pedí-la a vizinhos ou a um amigo, poupando-osde ter que pedir mil desculpas para solicitar ajuda”, explica Wilberg.
Apesar de parecer estranho o uso de um smartphone por quem tem dificuldades para enxergar, a Apple oferece opções bastante interessantes de acessibilidade desde o iOS 3, o que tem conquistado muitos usuários com deficiência. Lançado este ano, o aplicativo já tem mais de 1.500 deficientes visuais cadastrados e cerca de 17.800 voluntários só aqui no Brasil. O app é gratuito e está disponível somente para iOS, com previsão de expandir para outros sistemas operacionais nos próximos meses.
Wiberg comenta que a ideia original era que as pessoas cegas utilizassem o app principalmente em casa, onde há muitas coisas que precisam ser vistas. Mas esclarece que os usuários estão usando o aplicativo em outras situações também:

“As pessoas usam quando vão a algum lugar de ônibus e, ao sair, não encontram a entrada do prédio. Usam o Be My Eyes para vencer esses últimos 20 metros”, explica. “Lançamos o app em janeiro deste ano e tem sido um sucesso. A resposta tem sido esmagadora. “, diz Wiberg, que também é deficiente.

Kevin Satizabal, de Londres, registrou uma demonstração do serviço que postou na internet. Ele clica no botão de conexão e nós ouvimos música durante a espera por um voluntário. A música pára e aparece uma voluntária com um sotaque americano. Satizabal pergunta se ela está ouvindo e ela diz que pode ouví-lo bem.”Você poderia identificar esta embalagem?”, diz ele. “Estou apontando a câmera para ele, não sei se você pode vê-lo.” A voluntária arregala os olhos para ver e responde. “É algo de Páscoa…morango com chocolate!” Depois de um rápido “obrigado” seguido de um “de nada”, a ligação termina.
Se você está curioso sobre os tipos de problemas que podem ser resolvidos para essas pessoas por meio da iniciativa, o co-fundador da Be My Eyes, Thelle Kristensen, diz que geralmente são problemas relacionados ao dia a dia. Por exemplo, muitas pessoas precisam de ajuda na cozinha para saber se determinado alimento já está vencido, ou para localizar algum item na geladeira, ou no guarda roupa. Ele diz que já ajudou uma pessoa a navegar através do menu de um áudio player, onde a funcionalidade de voz não estava funcionando muito bem. É possível ajudar alguém a chegar a uma porta de um certo número quando está em algum local desconhecido. O Be My Eyes conta inclusive com um recurso que evita que duas pessoas que não se deram muito bem sejam conectadas novamente, o que seria um pouco constrangedor.

Não existe nenhum plano de monetizar o aplicativo, embora exista uma possibilidade futura de alguns usuários pagarem para obter auxílio em situações adversas em que necessite de muita ajuda, de uma só vez ou por um tempo maior ( Seria isso?). Entretanto o co-fundador afirma que o serviço básico que está sendo oferecido continuará sendo gratuito. Então, quanto tempo leva para receber ajuda após pressionar o botão de vídeo do Be my Eyes? “Quando você recebe 99 mil inscrições em uma semana, isso gera alguns problemas de servidor, mas quando a situação se acalmar um pouco você deve ser capaz de conseguir ajuda em um minuto”, diz Wiberg,
Até agora já estão cadastrados no aplicativo 66 mil, voluntários e 5 mil deficientes visuais no mundo todo, e os números têm crescido todos os dias. Dez mil chamadas de ajuda foram realizadas com sucesso. “Espero que esta comunidade online consiga fazer a diferença na vida de pessoas cegas”, afirma Wiberg. O aplicativo já foi premiado na Dinamarca como “the most innovative idea”. Be My Eyes ainda está sendo utilizado principalmente por pessoas que falam inglês.
O projeto, recentemente, recebeu US$ 300 mil para investimentos e melhorias em sua tecnologia, que podem ser necessárias já que, atualmente, só funciona no iPhone da Apple. Wiberg promete que eles estarão aprimorando o máximo possível para que alcance muito mais usuários. Um projeto social de grande importância para todos aqueles que precisam dos “seus olhos emprestados”, então que tal divulgar esta ferramenta bacana nas redes e aumentar o uso do aplicativo no Brasil?

Ser jornalista pra mim não é mais uma opção…

Imagem: Tumblr.com
E u era uma criança estranha, não tinha amigos, era encrenqueiro, não me encaixava em nada e achava que sabia mais que meus professores (quase Carrie- A estranha) um completo desastre eu sei.
Não foi de todo mal ter sido o protagonista do filme ET durante a minha infância, por conta das minhas peculiaridades desenvolvi ferramentas muito importantes. Por ser o “marginal” da sala eu sempre fazia trabalhos sozinho, dessa forma acabei me tornando independente nos estudos, me tornei autodidata, nunca fui nerd, porém nunca fui mediano, gostava de estudar, quer dizer, só me restava isso, era o preço que eu pagava por ser tão exótico.
Fui empurrado para as bibliotecas de muitas formas: tinha uma mãe que era bibliotecária, gostava de estudar e quando estava lá ninguém me incomodava, via muitos benefícios em ficar nas bibliotecas e me tornei seletivo, só estudava o que me interessava, e por conta disso algumas vezes tirava nota baixa.
Também não era uma criança que sofria calada, eu tinha um gênio bem ruim, praticamente o filho de Lúcifer de tão atentado e briguento, foi nessa época que descobri que tinha uma personalidade forte. Através dos livros descobri muitas possiblidades, e por ser muito criativo, mas não saber usar bem toda a minha criatividade sempre me metia em confusão, e quando digo confusão era do tipo: colocar fogo na sala de aula, literalmente. Aos nove anos descobri como direcionar minha criatividade me envolvendo com a fanfarra da escola, música foi minha primeira paixão e também a primeira válvula de escape, mas foi ao escrever que alguma coisa em mim foi transformada.
No começo escrevia pra desabafar, mas não era bem um diário, com isso percebi que quando escrevia sobre as coisas ruins que me aconteciam de alguma forma elas deixavam de fazer parte de mim se tornando físicas, como se elas fossem arrancadas do meu peito e colocadas no papel, e o mesmo acontecia com as coisas boas, escrever era a minha forma de lembra-las e documentar todas elas. Escrevendo percebi que fazia uma autoanálise constante, me entendia e me estendia de formas cada vez mais profundas, singulares e novas. Percebi que sou heterogêneo dentro das minhas possibilidades.

 

Por fim, descobri na escrita uma maneira de me eternizar, ser passado a diante de uma forma única através das palavras documentadas, registrar, documentar e descrever se tornaram uma missão, escrever passou a ser necessidade. Escrevendo sou mais eu, descubro mais de mim e mais do que isso, descubro tudo o que ainda posso me tornar. Acho que escrever é isso: possibilidades, poçibilidades e mas possibilidades se é que me intendem. Ser jornalista pra mim não é mais uma opção, porque de certa forma já faz parte de mim, a minha natureza me leva a isso, não me vejo em outra profissão, seria um profissional muito frustrado. Mas a pergunta é: porque decidi ser jornalista? É… acho que vou precisar de outro texto pra responder isso.

 

Faculdade Araguaia realiza encontro de egressos

Foto: Agência Araguaia (Bruno Haringl)

A Faculdade Araguaia realizou Encontro de Egressos de Jornalismo, no dia 6 de março, sexta-feira, das 19h às 22h. Os ex-alunos participaram de debate com os atuais acadêmicos do curso de jornalismo, mediado pelas professoras Patrícia Drummond e Viviane Maia, no auditório da Fara – unidade Bueno. O intuito do evento foi permitir a troca de experiência entre profissionais e estudantes, possibilitando um vislumbre do futuro por parte dos alunos, bem como a compreensão da realidade profissional nas diversas ramificações na área da comunicação.
Rafael Vaz, assessor de imprensa do Estado, salientou a ilusória diferença e distanciamento entre alunos de universidades particulares e alunos de universidades públicas. “O mercado está aí para todos. As condições e disposições de trabalho são as mesmas, e nada separa vocês – alunos de jornalismo da Fara – dos alunos de outras instituições. O que faz um bom curso é a junção, de alunos e instituição. A Fara tem um excelente quadro de professores e uma boa estrutura, o que vai determinar carreiras aqui é o esforço e empenho de cada um. Quando eu era estudante, fazia estágio com alunos de diferentes instituições, públicas e particulares, e a nossa produção era a mesma, o desempenho era o mesmo.”
João Damásio Neto, mestrando em comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG), falou sobre como a visão da carreira de assessor de imprensa é interpretada erroneamente quando vista como meramente corporativa, desqualificada do ‘fazer jornalismo’. “Assessor de imprensa não deixa de ser jornalista, assessor de imprensa é jornalista porque alimenta os jornais.” Gerliézer Paulo, produtor e repórter na Rádio 730, comentou sobre o esforço para conseguir patrocínio para os veículos de comunicação. “Acontece assim, você vai de porta em porta, oferecendo anúncios, correndo atrás.”
Marcelo Nogueira, sócio proprietário de agência de assessoria de imprensa, ex-chefe de reportagem e ex-assessor de redação da TV Anhanguera, relatou sobre sua saída da redação e inicio da agência de assessoria. “Chega um momento, acho que para todo profissional, em que você quer e sente que pode fazer mais. Geralmente é assim, saímos da redação e nos lançamos em novos projetos.”
Mônatha Castro, sócia proprietária de agência de assessoria de imprensa junto com Marcelo Nogueira, mencionou a dificuldade que tinha em conseguir entrevistas para jornal impresso. “As pessoas querem ser filmadas. Não importava se eu dissesse que era para impresso, elas continuavam perguntando se eu não iria filmar. Depois um tempo, eu fazia a entrevista e filmava com o celular. Escrevia a matéria em seguida.”
Rosane Mendes, apresentadora do Jornal Anhanguera 2° Edição, comentou sobre as dificuldades que enfrentou ao longo do curso. “Eu comecei cursando Engenharia Aeronáutica, parei o curso e comecei Biomedicina. Cheguei ao jornalismo por acaso e acabei concluindo. Quando terminei, não tinha emprego na área e trabalhava como vendedora em uma loja de peças automotivas. Com ajuda da professora Viviane Maia, consegui entrar no ramo. Trabalhei em vários lugares, aprendi muito. O profissional tem que correr atrás, jamais desistir.”
Os seis egressos responderam as perguntas dos alunos durante o debate de forma livre. Os estudantes puderam conhecer melhor sobre várias áreas do jornalismo com profissionais que já estiveram na mesma instituição. Todos os participantes ganharam certificado de 4 horas/aula.

Programa Conversa Aberta debate a influência das novas tecnologias em sala de aula

O Programa Conversa Aberta levanta uma produção dos alunos do quinto período do curso de jornalismo da Faculdade Araguaia.
Flávio Gomes, professor de design gráfico na instituição, é o convidado dessa edição que discute o uso de novas tecnologias em sala aula.
O programa contou com a apresentação de Carol Souza, reportágem de Laysla Danielle e produção Aline Lima e Adla Machado, sob supervisão de Gildésio Bonfim e Bruno Haringl
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