Rivalidade, disputa – a emoção do jogo num clássico de futebol.

A equipe do Programa Na Gaveta  – Um programa esportivo produzido por estudantes de Jornalismo da Faculdade Araguaia se infiltrou no meio da galera no Estádio Serra Dourada para verificar de perto as emoções de um clássico de futebol. A reportagem de Douglas Neres e João Messias é um mergulho nas experiências sonoras de uma partida de futebol. O jogo foi entre Goiás e Atlético Goianiense. Ouça no link abaixo:

https://soundcloud.com/radiojornalismo-919344972/classico-no-futebol

 

Cursos de Comunicação da Faculdade Araguaia alcançam nota 4 em avaliação do MEC

Os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda são os melhores entre as instituições privadas de Goiás

ANNE KAROLINE RIBEIRO, CAMILA PEDROSO E KAMILLA LEMES

Os cursos de Comunicação Social – Jornalismo e Publicidade e Propaganda – da Faculdade Araguaia (Fara) alcançaram nota 4 em avaliação do Ministério da Educação. As graduações ainda são destaques entre as instituições do Estado de Goiás, ficando nas primeiras posições na avaliação do Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (Enade).

O Ministério da Educação avalia anualmente os cursos superiores do Brasil, através do Enade. O exame é aplicado no início e no final de cada curso, e tem por objetivo analisar o aprendizado dos alunos quando entram e quando deixam a Instituição de Ensino. Além disso, a estrutura física das instituições, os recursos disponibilizados aos alunos e o número de professores mestres e doutores são quesitos avaliados pelo MEC. As notas variam de 1 a 5.

Para a diretora pedagógica da Fara, Rita de Cássia Del Bianco, a boa colocação no Enade exalta o trabalho feito pela direção, coordenação dos cursos, professores e alunos. “Assumimos aqui na faculdade a responsabilidade coletiva pelo desenvolvimento e desempenho positivo dos cursos. Não é um trabalho novo, pois ele vem sendo realizado desde 2004 com a implantação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior”, afirmou.

Rita Del Bianco destaca a importância da diretoria pedagógica para a instituição. (Foto: Anne Karoline Ribeiro).

O curso de Jornalismo está em segundo lugar no ranking que inclui as instituições privadas e públicas, atrás apenas da Universidade Federal de Goiás (UFG). Já a graduação de Publicidade e Propaganda está em primeiro lugar na classificação geral.

A professora de ambos os cursos da Fara, Joseane Ribeiro, destacou o desenvolvimento dos conteúdos extracurriculares. “Temos trabalhado intensivamente em questões que são exigências do MEC e, de certa maneira, são o diferencial da metodologia de ensino da Fara. Além disso, o preparo dos professores e suas qualificações são fatores que contribuem para as boas notas dos cursos, juntamente com o aprendizado dos alunos”, destacou.

Joseane Ribeiro exalta o trabalho desenvolvido pelos professores e alunos da Fara. (Foto: Anne Karoline Ribeiro).

Com a globalização e o maior nível de exigência do mercado de trabalho, as Instituições de Ensino Superior têm buscado melhorar a qualidade do ensino e, principalmente, se aproximar do aluno, com a finalidade de compreender quais são as suas expectativas a respeito dos cursos disponibilizados pela Faculdade.

Mesmo já atuando na área da Comunicação há 26 anos, o aluno Fred Silveira não dispensou cursar Jornalismo e acredita que estudar em uma faculdade que tenha uma boa colocação faz a diferença e é fundamental na busca de emprego. “Nós mesmos passamos a nos sentir mais seguros, engajados e disciplinados, com relação aos conteúdos que iremos adquirir. Ficamos mais respaldados também, quanto ao mercado de trabalho. Naturalmente, esses resultados pesam na categoria. Mas no modo geral é uma honra ser um pedacinho dessa conquista da Fara”, frisou.

Mesmo já atuando na área, o aluno Fred Silveira não abriu mão de conquistar o diploma em Jornalismo. (Foto: Anne Karoline Ribeiro).

Além de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Gestão Comercial e Pedagogia da Faculdade Araguaia também alcançaram nota 4 na avaliação do MEC.

Escolhas e desafios da profissão de jornalista

DOUGLACIEL DE JESUS

O último levantamento realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revela que o número de jornalistas com registro profissional no Brasil dobrou, em relação aos 20 anos anteriores, e alcançou cerca de 145 mil registros até o ano 2011.

Segundo Evandro Andrade Teixeira, estudante do 7º período do curso de jornalismo da Faculdade Araguaia, formado em Filosofia e com especialização em Narrativas Audiovisuais, a motivação na troca de curso foi a possibilidade que a profissão proporciona. “O jornalismo é um grande campo de trabalho, vi algo com possibilidades de carreira”, explica. Assim como Evandro, vários estudantes procuram no jornalismo um emprego para fazer o que ama, se expressar através das palavras e narrações.

Antônio Carlos Pedrosa, do 6º período de jornalismo na Faculdade Araguaia, informa que optou pelo curso por conta do sonho de ser radialista. “Tinha perspectiva sobre jornalismo, mas na minha cidade, no interior da Bahia, não tem o curso, ai vim parar em Goiânia. A profissão e seus desafios foram além do que eu imaginava. Jornalismo não é somente informação ou um veículo midiático. É cidadania, participação da comunidade”, diz.

Antônio Carlos Pedrosa, estudante de jornalismo. Foto: Douglaciel de Jesus.

Para o estudante, Marcos Antônio de Souza, aluno 1º período de jornalismo da Faculdade Araguaia, jornalismo é um sonho se realizando. “Vejo-me como repórter de TV, não sei a emissora ainda, mas vou estudar empenhado nesse objetivo”, relata.

O jornalismo mudou com o passar dos anos, hoje os novos e antigos profissionais precisam acompanhar essa realidade. Os meios tradicionais como impresso e TV ainda possuem seu espaço, mas a produção digital e as mídias sociais se consolidam como meio importante de comunicação. Daí o interesse de muitos jovens por essa área.

Ana Flavia Santos, 25 anos, se formou em 2014 e conta que sua paixão por redes sociais a motivou a escolher o jornalismo. “Sempre amei escrever nas redes sociais, e nunca pensei em ser advogada, arquiteta ou coisa do tipo, só gostava de escrever e me interagir, então escolhi o jornalismo como profissão. Hoje tenho um blog com mais de 5 mil seguidores e amo o que faço”, conclui.

Um campo aberto para várias áreas seja na TV, no rádio, impresso ou agora na área digital, o que percebemos que a pessoa que escolhe jornalismo como opção de futuro escolhe por que amam e buscam sua realização profissional.

inTRANSigência short

Era só um trabalho acadêmico de Telejornalismo II da professora Juliana Junqueira e de Produção Audiovisual do professor Frederico Carvalho, mas gostamos tanto das entrevistadas, que decidimos compartilhar esses depoimentos maravilhosos com vocês.
Agora esperamos que esta seja a versão curta-metragem do documentário inTRANSigência. Queremos fazer uma versão longa metragem, com iluminação decente e controle de audio.
Aborda as várias formas de violência sofridas por transexuais e travestis. Da forma de tratamento ao preconceito familiar e no ambiente de trabalho, o cotidiano de quem decide mudar sua identidade ou aparência para outro gênero.
Intransigente: aquele que não transige, que não faz concessão; inflexível, intolerante.

No país que mais mata transexuais e travestis no mundo, a intransigência está impregnada nas pessoas. Mas há aqueles transigentes, que quebram os tabus e ultrapassam as barreiras do preconceito escancarado e endêmico de uma sociedade conservadora, e que aos poucos, começa a olhar com outros olhos para a diversidade.

inTRANSigente conta histórias de Luanas, Divas e Saras. Pessoas que transigiram, e com o coração cheio de luta, se tornaram “puta mulheres”.

Quadrilha Pós-moderna

Adaptação do poema “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade, em uma intertextualidade que busca dialogar com as relações sociais no âmbito da modernidade líquida, conceito de Z. Bauman.
Como seria o poema de Drummond na era do Tinder, do Facebook e demais redes? Eis a nossa perspectiva.
Produzido pelos estudantes de Jornalismo e Publicidade e Propaganda dá Faculdade Araguaia (abril de 2017).

Curso de Extensão Empreendedorismo e Divulgação em Mídias Sociais para Microempreendedores

Dentro de uma perspectiva de levar e compartilhar conhecimento com a comunidade, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda realizam o curso de extensão intitulado Empreendedorismo e Divulgação e Mídias Sociais para Microempreendedores. O objetivo é possibilitar a micro e pequenos empreendedores conhecimento técnico sobre empreendedorismo e gestão das mídias digitais, com o intuito de impulsionar os pequenos negócios. Por isso, este curso será destinado a cooperativas e associações de pequenos empreendedores e/ou a microempreendedores individuais.

No semestre passado foi realizado projeto piloto deste curso, que foi ampliado e em 2017/1 contou também com a contribuição dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Gestão Comercial. O curso foi ministrado por meio de aulas teóricas e práticas utilizando recursos visuais (projetor multimídia) e textos, divididos em oito módulos de 4h cada, perfazendo um total de 32h/a. Este curso é simultaneamente uma atividade de responsabilidade social e de extensão.

Cartaz de divulgação do Curso de Extensão em Empreendedorismo para mídias sociais

Banner de divulgação da programação completa do Curso de Extensão em Empreendedorismo para mídias sociais

Capa para Facebook

Post de lembrete sobre o curso para mídias sociais

Post de lembrete de últimas vagas sobre o curso para mídias sociais

VII Jornada de Iniciação Científica

De acordo com a Capes/CNPq, a iniciação cientifica é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação, potencialmente mais promissores, na pesquisa cientifica. É a possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica e engajá-lo na pesquisa. Nesta perspectiva, a iniciação científica caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Em síntese, a iniciação científica pode ser definida como instrumento de formação.

Desta maneira, a cada semestre a Faculdade Araguaia realiza o evento Jornada de Iniciação Científica, que em 2017/1 chegou à sua sétima edição. A programação reúne trabalhos acadêmicos de alunos, que são apresentados nos grupos de trabalho. A temática desenvolvida no evento foi a pauta norteadora do semestre nos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda – Sociedade Líquida: Mídia e Espetáculo.

Nesta edição, além da apresentação de trabalhos no GTs – durante duas noites –, a VII Jornada de Iniciação Científica dos Cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda contou com a realização de oficinas diversas e com a apresentação da última sessão do Projeto de Extensão Cineclube Araguaia 2017/1.

Cartaz de divulgação da programação completa da VII Jornada

Capa de Facebook

Cartaz de divulgação da VII Jornada (impresso e mídias sociais)

Post de divulgação da programação completa da VII Jornada para mídias sociais

 

Cartaz de divulgação da exposição artística coletiva “Imagens Fluidas, Paisagens Sonoras”, inaugurada durante a VII Jornada

Projeto de Extensão Cineclube Araguaia 2017/1

Com o objetivo de extrapolar os muros da faculdade e interagir com a sociedade em geral, os cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda realizam o projeto de extensão Cineclube Araguaia, que busca promover uma discussão acerca de temas emergentes e atuais da contemporaneidade, por meio da exibição de filmes seguida de discussão com professores, pesquisadores, especialistas em cinema, alunos e comunidade em geral sobre as pautas levantadas nas obras cinematográficas.

Realizado desde o segundo semestre de 2014, o projeto de extensão Cineclube Araguaia chegou à sua sexta edição no início de 2017. Neste semestre, o tema trabalhado foi Sociedade Líquida: Mídia e Espetáculo, tomando como base o conceito de sociedade do espetáculo, de Guy Debord; e modernidade líquida, de Zygmunt Bauman.

Os filmes exibidos e discutidos foram O Show de Truman, Her, Blade Runner e Pink Floyd – The Wall. Todos trazem como temática principal a fragilidade das relações humanas, a sociedade do consumo e a intrínseca relação dos indivíduos com a tecnologia. Houve também reflexões sobre a função da comunicação social na sociedade contemporânea e sobre o lugar das mídias tradicionais em um cenário marcado pela revolução tecnológica.

 

Materiais da Sessão 1 – Show de Truman

Capa para Facebook

Post de divulgação

 

Materiais da Sessão 2 – Her

Capa para Facebook

Post de divulgação

Materiais da Sessão 3 – Blade Runner

Capa para Facebook

Post de divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Materiais da Sessão 4 – The Wall

Capa para Facebook

Post de divulgação

 

Semana de Integração Acadêmica 2017/1

Para recepcionar os alunos que estão chegando, os calouros, e promover a integração dos mesmos com os veteranos, os cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda realizam a Semana de Integração Acadêmica, que conta com atividades diversas, entre elas o lançamento da pauta norteadora do semestre e a abertura do projeto de extensão Cineclube Araguaia.

Neste semestre, a programação contou com a mesa-redonda intitulada Sociedade Líquida: Mídia e Espetáculo, pauta norteadora das discussões realizadas em 2017/1. O tema foi escolhido com o objetivo de promover uma reflexão acerca dos conceitos de sociedade do espetáculo, de Guy Debord; e modernidade líquida, de Zygmunt Bauman.

Também foi realizado o Encontro de Egressos, atividade tradicional dos cursos que reúne ex-alunos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda que retornam à Faculdade Araguaia para compartilhar com os estudantes as experiências do mercado de trabalho e/ou acadêmicas. Para encerrar a programação, foi apresentada a primeira sessão do Projeto de Extensão Cineclube Araguaia 2017/1, que contou com a exibição do filme O Show de Truman.

Cartaz Impresso para divulgação interna da Semana de Integração

 

Capa para Facebook da Semana de Integração (divulgação nos perfis dos professores, da faculdade e da agência Settma)

 

Identidade dos posts semanais para mídias sociais da Semana de Integração (divulgação nos perfis dos professores e da agência Settma)

Espetáculo na telinha

Conversamos com os apresentadores de alguns dos programas sensacionalistas mais badalados da televisão para descobrir o que eles acham do tipo de Jornalismo que fazem e levam para milhares de telespectadores, todos os dias … O resultado deste trabalho você confere a seguir, com exclusividade, como resultado de atividade proposta na disciplina Produção de Jornal Impresso II

Ana Flávia Magalhães

Ana Paula Barreira

Frede Marinho Silveira

(5o período de Jornalismo)

Maria de Fátima se viu impressionada com o que acompanhou na TV de casa durante uma entrevista em que o apresentador gritava com o entrevistado sobre assaltos no bairro que ela mora. Na entrevista, ao vivo, o apresentador parecia não permitir que o seu convidado falasse muito sobre o assunto: toda vez que ele era indagado sobre o tema segurança nos bairros, o âncora logo vinha com mais questionamentos e a entrevista parecia mais uma discussão que propriamente uma entrevista jornalística.

O que a dona de casa Maria de Fátima viu na TV nada mais é que uma realidade nos dias de hoje em quase todos os meios de comunicação do País: o chamado espetáculo midiático parece compor os atributos de um bom jornalista que queira ser ‘reconhecido’ ou ‘respeitado’ na profissão.

Diante desse modo de trabalho, ficam algumas perguntas sobre como conviver com esse jeito de fazer a notícia sem se transformar em um palhaço ou até mesmo em um louco da informação … E qual é a influência desse espetáculo da mídia na vida das pessoas?

 

Em Goiânia existem vários profissionais que têm como cartão de visita esse jeito de fazer jornalismo.

Na Record TV Goiás, por exemplo, o apresentador do Balanço Geral, Oloares Ferreira, é conhecido justamente por defender o sensacionalismo no seu jeito de apresentar. Com mais de 14 anos de casa, ele já criou o que chamamos de identidade de vídeo, que é quando um apresentador é conhecido exatamente pelo seu jeito de apresentar.

Linha dura e voz alterada no estúdio, Oloares sempre leva para outro lado seus questionamentos e sempre parece estar bravo com qualquer assunto. É apenas um dos muitos que, hoje, não somente ganham dinheiro, mas, também, fama e ‘respeito’ com essa maneira de apresentar.

Para o apresentador da Record, o sensacionalismo nada mais é que aquilo que causa sensação em alguém. Em entrevista à repórter Ana Flávia Magalhães, Oloares Ferreira disse não acreditar que esse ‘espetáculo midiático’, tão presente nos veículos de comunicação hoje em dia, seja algo ruim.

O que você acha desse jornalismo considerado sensacionalista?

Olores Ferreira: “Acho que causar sensação nas pessoas é algo natural e normal, por isso acho que não tem nada de ruim em fazer um estilo sensacionalista”.

Você acredita que esse tipo de jornalismo influencia a população de alguma forma?

Oloares Ferreira: “Acho que sim, mas esse é o nosso papel como jornalistas, criar uma discussão e levar isso para um espaço bem maior de discussão.

Você acha que o jornalista que segue essa linha sensacionalista se torna um personagem?

Oloares Ferreira: “Sim, todos nós somos e sempre seremos personagens, não somente na TV, mas na vida real”.

 

 

Outra ‘personagem’ que podemos citar também, aqui, como sendo sensacionalista – embora não assuma -, é Luciana Braz, do canal 11, do Programa Chumbo Grosso, veiculado pela TV Goiânia/Band. Conhecida como Pantera, Luciana apresenta um programa policial onde o espetáculo midiático está mais presente que em outros segmentos jornalísticos.

Em entrevista, Luciana “Pantera” disse ser contra o sensacionalismo na mídia. “Eu, na verdade, sou contra esse estilo de trabalho. Embora muitos acreditem que eu faça esse tipo de jornalismo, acho que não é por aí que se consegue respeito na profissão”, declara.

Você acredita que, hoje em dia, o jornalismo feito dessa forma que tanto vemos por aí, influencia o comportamento da população?

Luciana Braz: “Não. Acho que, na verdade, cada um escolhe o que quer consumir, e, por isso, essa influência depende de como e o que a pessoa vai receber desse conteúdo”.

A Luciana “Pantera” é uma personagem criada por você?

Luciana Braz: “Sim. O nome ‘Pantera’ me foi dado por causa da cor dos meus olhos e levo esse nome junto com o meu estilo de fazer jornalismo; adoro esse nome”.

 

 

Marcos Maracanã, apresentador do Programa Fala Goiás, também da TV Goiânia/Band, é mais um apresentador a adotar o jeito sensacionalista de fazer jornalismo …

Você acredita que esse sensacionalismo na mídia é algo novo?

Maracanã: “Na verdade, esse jornalismo sensacionalista não é de hoje. Há um processo meio que preconceituoso de alguns intelectuais de plantão de determinar que o jornalismo popular, que traduz verdadeiramente a realidade,  chame os mesmos de sensacionalista. Eu questiono: o que é sensacionalismo na cabeça dessas pessoas? É não mostrar verdadeiramente a realidade sobre tudo que estamos vivemos agora na política? Seria omissão por parte da mídia não escrachar verdadeiramente os fatos! Quando você escracha o fato e tem a oportunidade de fazer comentários a respeito desses fatos, alguns acham que isso é sensacionalismo. O povo brasileiro, assim como o ser humano de um modo geral, ele tem o hábito e gosta de ver coisas impactantes.

 

Estudo aponta mudanças no comportamento de jovens na internet

ANA PAULA BARREIRA, ANNE KAROLINE BORGES, BRUNA DE CASTRO, CAMILA PEDROSO, DOUGLACIEL DE JESUS E KAMILLA LEMES

Sociólogo Guilherme Borges analisa formas de comportamento de jovens.

O comportamento de jovens brasileiros na Internet mudou. Isso é o que aponta pesquisa realizada com 3.665 pessoas em todo País, pelo Instituto Qualibest. Segundo resultados do estudo, cerca de 76% dos internautas brasileiros acessam as redes sociais pelo smartphone; 62% por computador ou notebook e 14% pelo tablet, resultado da evolução dos equipamentos eletrônicos. O infográfico feito por Fernanda Pelinzon para a cartilha Consumidor Moderno, aponta os resultados da pesquisa. Confira:

Pesquisa revela os assuntos mais compartilhados pelos usuários da internet. Fonte: Fernanda Pelinzon, cartilha Consumidor Moderno.

Atualmente, as redes sociais exercem um grande poder na vida dos usuários, principalmente porque a internet possibilita que cada um publique ou compartilhe aquilo que deseja. O sociólogo Guilherme Borges explica que muitas pessoas passam por uma sociedade onde há novas formas de relações sociais que irão construir outros elementos e modificar este indivíduo. “Antes ele estava enraizado por conteúdos locais, e a partir do processo de globalização, o sujeito se relaciona com outras formas de interações e elementos culturais”, destacou.

Segundo a abordagem do teórico e especialista em geopolítica José William Vesentini em seu livro “Geografia: Geografia Geral e do Brasil”, as identidades do indivíduo pós-moderno não são naturais e eternas, mas sempre mudam com o tempo e de acordo com as circunstâncias. De acordo com o sociólogo Guilherme Borges, a globalização é um dos fatores responsáveis pelo processo de deslocamento do conceito de identidade. “A desaprovação do outro internauta pode gerar em alguns usuários uma crise identitária, fazendo com que ele não se sinta pertencente ao meio social e ao mundo globalizado” detalhou.

As redes sociais são ferramentas que possibilitam o contato social e favorecem a comunicação. Entretanto, a psicóloga comportamentalista, Cléia Queiroz, frisa que o uso excessivo das redes sociais pode causar transtornos psicológicos e afetar as relações face a face com familiares e amigos. “Na maioria das vezes, os internautas mais dependentes perdem a noção de convívio social e passam a se relacionar apenas no meio virtual”, alertou.

Nesta linha, Cléia Queiroz destacou que a dependência pela internet e redes sociais é ocasionada devido à falta de comunicação e acompanhamento dos pais em relação ao que os filhos fazem em suas vidas virtuais. “A internet é um meio em que o indivíduo e, principalmente o adolescente, encontra para se refugiar da realidade. Porém, isso passa a ser um problema quando a pessoa troca a vida real pela vida virtual”, avaliou.

A psicóloga Cléia Queiroz alerta os riscos do uso excessivo da Internet. Foto: Anne Karoline Borges.

Para o sociólogo Guilherme Borges, para haver um equilíbrio entre as relações interpessoal e virtual, é necessário que o adolescente tenha o apoio e a educação familiar, que funciona como um método preventivo. “As pessoas criam um mundo ideal na internet e quando não alcançam seus objetivos elas se frustram. Muitas vezes não percebem que estão com problemas e, quando percebem, o usuário ou a família dele busca terapias e análises psicológicas”, refletiu.

Centro de Recuperação de Alcoólatras promove inclusão social

Entidade realiza palestras para a comunidade em geral, a fim de orientar. Quantos aos malefícios do álcool.

ANTÔNIO CARLOS E DOUGLACIEL DE JESUS

Reunião de Cerea. Foto: Douglaciel De Jesus.

Homens e mulheres de todas as classes e idade, que compartilham experiências, forças e esperanças a fim de resolver seu problema em comum, o alcoolismo, e estimular a cidadania uns com os outros a se recuperar. O trabalho é feito através de reuniões com palestras, não tem nenhuma mensalidade para permanecer no projeto, basta ir às reuniões.

O Centro de Recuperação de Alcoólatras realiza um trabalho de reabilitação de  dependentes do vicio do álcool, isto ocorre graças ao esforço voluntário tanto das pessoas que aderiram a esse movimento quantas aquelas que sofreram com vício. O centro é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, e conta apenas com ajuda dos próprios membros e também do público em geral que conhecem o movimento. Todavia eles almejam um alcance melhor desse trabalho na sociedade.

Para o jovem Adiel júnior Conceição da Silva, 28, Estudante, seria fundamental importância tanto um apoio Governamental com também midiático. “Falta um apoio maior do governo, falta incentivo, por parte deles, eles só estão preocupados com o consumo venda de bebida alcoólica. E com certeza a mídia, ela ajudaria e muito se começasse a divulgar mais o trabalho, que a meu ver não faz mal a ninguém, pelo contrário é uma ação muito benéfica”.

As Palestras

As reuniões ocorrem em grupos espalhados por vários bairros da Grande Goiânia e no interior de Goiás, os membros do Cerea,  desde 1988, começaram a atuar dando palestras. Coordenador do Cerea unidade Trindade-Go, Sebastião Rubens revela que viveu cerca de 40 anos no alcoolismo e depois que conheceu o trabalho da entidade a 15 anos pode sentir parte da sociedade novamente.“Fui consumido pelabebida alcoólica por 40 anos, graças ao Cerea hoje faço parte novamente da sociedade livre da discriminação, sou “Cereano” com orgulho afirma

Coordenador do Cerea de Trindade, Sebastião Rubens. Foto: Douglaciel de Jesus.

Á  ação social, que é   executada pelo Cerea, Com base no que afirmam os entrevistados, há uma necessidade de apoio significativo, que contribua para divulgação dessa instituição que ajuda pessoas a mais de 40 anos, mas que precisa alcançar uma visibilidade maior, visto que a entidade. é para todo tipo público, que trabalha em prol dessa ajuda mútua.

Objetivo do Movimento

Na cartilha do Cerea, há um conteúdo informativo, com seguinte frase “Esta entidade só possui vínculo com ser humano e sua recuperação ”. Dessa forma eles frisam que o Centro de Recuperação de Alcoólatras, tem a finalidade de compreender pessoas com problemas de alcoolismo de ambos os sexos e qualquer idade. A ação é  feita com medidas preventivas de recuperação, isto é, pelo modo de conscientização para aqueles que não consomem bebida alcoólica, e também recuperando aqueles que de uma forma ou de outra, já utilizam com dependência o consumo do álcool. O atendimento, na instituição é realizado por um grupo de voluntários, como experiência e vivência familiar que se dispõe a ouvir e ajudar á  quem adere esta causa, afim de contribuir para sua recuperação.

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