Quando escolher cursar Publicidade e Propaganda?

Dizem que a Publicidade e Propaganda é a vilã do mundo atual, mas calma lá, não é bem assim. Uma campanha de doação de sangue, doação de órgãos, doação de alimentos ou de agasalhos, é ruim? Não, como toda profissão, a Publicidade tem seus bons e seus maus profissionais, a questão é de que lado você vai ficar. Um curso com várias possibilidades não pode ser limitado a apenas vender produtos que vão arruinar a vida das pessoas, na verdade nenhum produto é capaz disso, quem faz isso são as pessoas. Mas vamos ao tema de hoje!

Publicidade e Propaganda

 

“Então eu acabei o ensino médio e agora preciso fazer faculdade, eu não quero, mas sou obrigado por que meus pais querem, vou fazer Publicidade e Propaganda, afinal, é só festa, moleza!”, se você for por esse tipo de pensamento vai desistir no primeiro semestre. A profissão exige muito esforço e não é pra qualquer um que prefere uma jornada normal de serviço, algumas agências, por exemplo, permite que você escolha seu horário desde que cumpra uma meta de horas por dia, você também pode ser freelancer que é o que faço atualmente e simplesmente você esquece de ter hora pra sair, passa fácil as 8 horas diárias de trabalho, no meu caso eu sou mais puxado para parte de criação/redação, prefiro essa área, no entanto, muitas pessoas não se dão muito com softwares de criação ou se julgam não serem bons para desenvolver ideias, eu não acredito nisso, pois, criatividade todos temos uma própria e cada uma delas podem ser usadas em alguma área de publicidade.
Publicidade não é só criação temos na área o atendimento, que serve de elo entre a agência e o cliente, basicamente é a cara da agência. O marketing, essa sim é a grande responsável pela venda do produto, estabelece estratégias de preço, de distribuição e venda, da campanha até da aproximação com o consumidor. Mídia que basicamente vai escolher os veículos de comunicação mais adequados para difundir uma campanha, além de negociar a compra de espaço para anúncios em outdoors, TVs e outras mídias. E por fim a Criação/Produção que é a parte visual e sonora de uma campanha publicitária nela você tem a possibilidade e fazer jingles, comerciais e anúncios em rádios, TVs, jornais, revistas, outdoors e websites, é a área que exige uma técnica específica.
Tem outras áreas, você pode escolher o curso por alguma dessas áreas que tem interesse mas é de fundamental importância que saiba um pouco de todas as áreas, não é uma profissão fácil, mas o sentimento de ver um trabalho seu rodando por aí e sendo elogiado por pessoas de dentro e fora da área, paga qualquer noite mal dormida ou estresse passado. Se você não tem medo de desafios essa é a profissão que você sempre vai ter um diferente.
com informações do Plugcitários 

7 características da infância que mostravam que você “nasceu” para a publicidade

Talvez você nunca parou para analisar sua infância, processo de amadurecimento, desenvolvimento cognitivo, e como suas características e personalidade sempre te “moldaram”, ou já eram reflexo, de que você seria um designer.
Veja se você se identifica com as características a seguir:
 
7 características da infância que mostravam que você “nasceu” para a Publicidade
 
1 – Nos trabalhos de escola você ficava responsável por fazer a apresentação
Enquanto o grupo discutia e designava as tarefas a única coisa que você tinha certeza em mente, era de que: “a apresentação de slides eu faço”. Se você é tempo dos incríveis cartazes de papel, provavelmente, também era o que fazia as colagens e as margens de papel crepom. E durante as apresentações fazia questão de que as pessoas reparassem os slides, e ou, os cartazes.
2 – Colorir se tornava uma tarefa, quase que, “espiritual”
Você procurava sempre respeitar os limites do desenho, e se não fazia isso era totalmente proposital. Buscava a harmonia de cores e traços. Mantinha os movimentos do lápis sempre na mesma direção, e isso não era capricho, era básico. As aulas de artes eram sempre as favoritas e nessa você nunca batia papo. Cores eram sempre fascinantes e você as reparava em desenhos, livros, filmes, roupas e todo o resto.
3 – Sempre tinha uma desculpa criativa para o que fazia de errado
Caso você se esquecesse de fazer um para casa, uma história bem mirabolante e convincente já tinha sido inventada no caminho da casa para a escola. A improvisação já fazia parte de sua vida desde muito cedo, sua mãe quem o diga. Você  já praticava a arte de persuadir, e fazer com que as pessoas comprassem e acreditassem em suas ideias, mesmo que elas não tivessem tanto fundamento.
4 – Gostava mais das embalagens do que dos próprios brinquedos
O brinquedo sempre ficava em segundo plano, afinal aquela embalagem de papelão que parecia um barco, avião, canoa, casa, carro, era bem mais interessante. E as pequenas embalagens viravam (com um pouco de cola e revista recortadas) porta trecos.
5 – O diferente nunca te assustou, pelo contrário, te encantava
Você nunca via o diferente com preconceito. Sempre mostrou interesse por conhecer modos, jeitos, estilos, pessoas, músicas, artes e qualquer forma de cultura que não fosse a sua. Na verdade, o diferente sempre te pareceu tentador e objeto de estudo. Certamente você sempre demonstrou interesse em viajar pelo mundo e conhecer novas culturas.
6 – Nem bola, nem boneca. Bom mesmo eram as “atividades alternativas”!
Colorir, ficar em casa assistindo filmes, lendo história em quadrinhos, fazendo outras artes que demandavam mais criatividade do que a força física. Seus amigos nunca entendiam a forma como você se divertia. Não que você fosse sedentário, mas o termo “caseiro” nunca te assustou, pelo contrário te soava muito bem.
7 – Um mesmo objeto tinha inúmeras funções
E você sabia disso como que ninguém. Uma garrafa plástica pet se transformava num balde, foguete, bastão de beisebol, e por aí vai. Você conseguia fazer de um simples objeto um playground. Se você, por exemplo, já utilizou uma caixa de sapatos para fazer uma televisão… Parabéns, sua infância foi bem vivida.

ONG cria campanha e usa câmera Gopro para mostrar o cotidiano dos cachorros de rua

Todos os dias, morre milhares de animais domésticos no mundo, pelo simples fato deles não possuírem um lar. A ONG indiana World For All, que atua desde 2010 na proteção de animais de rua, criou uma campanha que mudará o seu conceito em relação aos animais abandonados.
Foi colocado uma câmera GoPro em um cão, para filmar seu cotidiano nas ruas de Mumbai, Índia.
No vídeo é possível ver a quantidade de perigos durante o dia, mas o que mais chamou a atenção são os maus-tratos das pessoas por onde ele passava.
A campanha alerta que existem 250.000 mil cães abandonados na cidade de Mumbai.
Confira ao vídeo:

Uma frequência de rádio que só gays podem escutar. Será?

Quase todos os dias vemos nos jornais e noticiários casos de preconceito e agressão contra gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis. O Brasil é um dos líderes em crimes de homofobia, com um homossexual sendo morto a cada 27 horas.
Para fazer uma reflexão sobre a discriminação, a Lew’Lara\TBWA criou uma ação para o Portal Mix Brasil, levando as pessoas a reverem preconceitos que elas nem sabiam que tinham.
Na iniciativa, intitulada “Frequência Gay”, ouvintes da rádio 89FM, em São Paulo, foram surpreendidos por um aviso de que a próxima música da programação estaria em uma frequência que somente os homossexuais conseguiriam ouvir.
Para crescer a discussão a nível nacional, um táxi com câmeras escondidas e um ator captou as reações das pessoas a essa “suposta” frequência. Nas imagens, vemos que a maioria dos passageiros se mostrou incomodada e disse não ouvir a música, apesar dela estar tocando normalmente. O ator interagia com as pessoas que continuavam jurando que nada estava tocando.

Após a música, uma nova mensagem concluía o raciocínio da ação dizendo que, obviamente, não existe uma “Frequência Gay”, pois somos todos iguais: ouvimos na mesma frequência e deveríamos ter os mesmos direitos e privilégios.

Quem mais te ama adverte: por favor, não fume.

Imagine comprar um maço de cigarro e, no lugar da tradicional advertência do verso, encontrar uma mensagem de alguém próximo pedindo que você não fume. Esse é o apelo que o SBT, com criação da agência Publicis Brasil, fez aos fumantes na nova campanha “Advertências Impossíveis de Ignorar”, para o Dia Mundial Sem Tabaco, que foi ontem, 31 de Março.

Por meio do hotsite www.sbt.com.br/semtabaco, qualquer pessoa pode criar sua própria advertência, com foto e mensagem direta ao fumante. Depois, é só imprimir a arte e colocar no maço de quem fuma para surpreendê-la com o apelo.
Para registrar o impacto da ação na vida dos fumantes, o SBT produziu um vídeo mostrando a reação de quem comprou cigarros com advertências de pessoas queridas, pedindo para que parem com o vício. A assinatura complementa: Quem mais te ama adverte: por favor, não fume.
“Apesar dos esforços de conscientização por meio de imagens chocantes nas embalagens, muitos fumantes parecem não se comover e até banalizam os riscos. Achamos que um pedido pessoal de pessoas queridas poderia surtir melhor efeito”, declara Priscila Stoliar, gerente de Marketing do SBT.

Toda a iniciativa é válida, mas só mesmo o fumante pode ser persistente e querer parar de fumar.

15 de Abril, Dia Mundial do Desenhista

Hoje (15 de Abril), é comemorado o Dia Mundial do Desenhista. Esta data homenageia o cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico italiano Leonardo da Vinci, nascido em 1452.

Leonardo da Vinci (1452-1519) / Foto: BBC
É considerada uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, período na história da arte que apresenta a maior explosão de gênios criativos em diversos campos artísticos. O desenhista pode ser aquele que se dedica ao desenho livre com apenas papel e lápis, um técnico, um desenhista industrial ou programador visual, enfim é uma forma de expressão, comunicação e satisfação pessoal. Dentro da publicidade e propaganda podemos identificar várias atividades profissionais que tem como base o desenho:
Designer Gráfico
– planeja impressos, cria logotipos, sites, folhetos, catálogos, identidade visual, cartão de visitas, acompanha serviços gráficos. Pode trabalhar em agências de propaganda, editoras, gráficas, montar seu próprio estúdio ou atuar como autônomo;
Designer Multimídia
– profissional com grande domínio dos meios digitais, trabalha na criação de sites, internet, folhetos, revistas, mídias sociais, entre outros;
Web Designer
– esse profissional do mundo virtual desenvolve a programação de web sites. Embora não trabalhe diretamente com desenho, esse conhecimento é importante no desenvolvimento do seu trabalho, pois atua diretamente com profissionais de criação; Ilustrador Digital – Faz ilustrações, usando recursos manuais e do computador.

“Vivo no risco. Risco sobre risco. Ponho mais risco. Rabisco. Arrisco mais um risco. Vivo a riscar! Feliz Dia do Desenhista!” – Autor Desconhecido

Mona Lisa (La Gioconda / 1503-1506) Foto: Wikipédia / Reprodução

Série revela o que há por trás das fotos de comida que vemos em propagandas

Foto: Reprodução / Vimeo

Carne crua, alfinetes, glicerina e até um pouco de algodão. Esses são apenas alguns dos elementos que fazem com que as fotos de comidas que vemos em propagandas tenham uma aparência tão boa – mas a gente aposta que o sabor não acompanha o visual dos alimentos fotografados.
Para mostrar o que há por trás da produção destas fotografias, o australiano Minhky Le criou uma série de vídeos chamada Real Food But Not Really (algo como “Comida de verdade, mas não muito“, em português). Minhky é dono da Whisk Films e leva nas costas uma grande experiência de trabalho na indústria alimentícia, o que faz com que esteja mais do que acostumado com a arte de tornar as comidas mais saborosas em frente às câmeras.
Quer saber como? Os vídeos abaixo mostram um pouco destes bastidores.

24/04 – Momento Transmídia

Dia do evento: 24/04/15 (sexta-feira)
Local: Faculdade Araguaia – Unidade Bueno – Auditório Bloco IV
Horário: 18:30 até 21:30

PROGRAMAÇÃO:

1º horário: exibição do filme “EXISTENZ” e comentário sobre o mesmo no próximo horário evidenciando o uso outras plataformas midiáticas;

2º horário: demonstração da narrativa transmídia em jogos de tabuleiros, objetos temáticos do universo da Saga “Cavaleiros do Zodíaco” e “Mortal Kombat” (CDs, DVDs, animes e filmes) e também na plataforma eletrônica do playstation 3;

 

Estudante de Jornalismo da Fara vence prêmio Fecomércio de Comunicação em Goiás

Yago Sales, 22 anos, estudante do 8° período de Jornalismo da Faculdade Araguaia, venceu o primeiro lugar na categoria Impresso do 8° Prêmio Sistema Fecomércio de Comunicação em 2016.
Com a reportagem “Navalhadas na crise”, publicada no jornal semanário Tribuna do Planalto, o estudante recebeu, além de um troféu, um cheque no valor de R$5 mil das mãos do presidente da Fecomércio, José Evaristo dos Santos.
Em primeiro lugar na categoria Impressa, uma das mais concorridas, Yago deixou para trás veículos grandes da capital e jornalistas experientes. “Ainda não acredito que, antes mesmo de terminar o curso, eu tenha vencido a tantos jornalistas experientes de veículos maiores. A emoção foi tanta que saltei de alegria”, disse.

Estudante da Faculdade Araguaia participa de Congresso de Jornalismo Investigativo, em São Paulo

Quatro anos podem parecer muito para se aprender Jornalismo, mas não é. Aprender Jornalismo depende de uma vida toda. Aprender que jornalista, muito além de ser um replicador de informações oficiais, abre aspas, tem de ser revelador, tem de saber explicar bem, conectar o público com o que de mais importante acontece no mundo. Contar histórias que contextualizem, humanizem, emocionem e denunciem.

A conclusão acima se chega em sala de aula, com professores cheios de experiências. Mas quando solicitei apoio à Faculdade Araguaia para participar do 11° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, entre os dias 23 e 325 de junho de 2016, tinha certeza de que precisava aperfeiçoar mais a respeito da profissão de jornalista. Não me surpreendi quando consegui, junto a professores, coordenação e a direção, apoio da instituição, que tem tradição em refletir o ensino do Jornalismo.

Estudante da Faculdade Araguaia participa de Congresso de Jornalismo Investigativo, em São Paulo

Quatro anos podem parecer muito para se aprender Jornalismo, mas não é. Aprender Jornalismo depende de uma vida toda. Aprender que jornalista, muito além de ser um replicador de informações oficiais, abre aspas, tem de ser revelador, tem de saber explicar bem, conectar o público com o que de mais importante acontece no mundo. Contar histórias que contextualizem, humanizem, emocionem e denunciem.

A conclusão acima se chega em sala de aula, com professores cheios de experiências. Mas quando solicitei apoio à Faculdade Araguaia para participar do 11° Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, em São Paulo, entre os dias 23 e 325 de junho de 2016, tinha certeza de que precisava aperfeiçoar mais a respeito da profissão de jornalista. Não me surpreendi quando consegui, junto a professores, coordenação e a direção, apoio da instituição, que tem tradição em refletir o ensino do Jornalismo.

Ao representar a Faculdade Araguaia, em São Paulo, tive a missão de trazer um relato. Pensei muito antes de escrevê-lo. Sei que a missão de nossa faculdade, cuja missão é incentivar atividades extracurriculares a contribuir com o ensino e cooperar para que o estudante exerça seu papel como participante da construção do futuro da prática do Jornalismo.

Estudar jornalismo muitas vezes vem do anseio de o aspirante a jornalista de mudar o mundo. No primeiro período mesmo percebemos que isso é impossível, mas não motivo para desanimar, trancar a matrícula e abandonar a profissão. Jornalismo serve para apontar os erros de governos, alertar para excessos, cuidar para que direitos sejam garantidos, que deveres sejam cumpridos.

Jornalismo tem seu papel social. E, sem discuti-lo é impossível aperfeiçoá-lo. O congresso promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, a Abraji, é um ambiente favorável para se compreender as lacunas que separam esse papel e o exercício da profissão, muito pouco discutida, principalmente em Goiás.

Os paineis discutiram desde as novas ferramentas até o futuro da profissão.

O papel do Jornalista em um contexto de corrupção generaliada deve ser difundido, quando se vê um total descrédito à profissão, sobretudo quando ainda se permite o discurso do fim do diploma. Diploma duramente conquistado em quatro anos de formação, de investimento em professores experimentados, equipamentos à prática e laboratórios.

Os debates envolvendo jornalistas renomados de grandes veículos, tais quais Caco Barcelos, que lançou, além de luz sob o futuro da profissão, um livro sobre os 10 anos do programa da Rede Globo, Profissão Repórter.

Assédio sexual cresce em transporte público

O número de registro aumenta nas delegacias por assédio dentro dos ônibus na região metropolitana de goiana.

Imagem retirada do portal jusbr.com

O número de reclamações relacionadas ao abuso sexual nos ônibus que circulam na região metropolitana de Goiânia tem aumentado. De acordo com a Polícia Militar (PM) em que atua nos pontos estratégicos, é comum receber ligações de usuários insatisfeitos com a conduta de outras pessoas que utilizam o meio de transporte. Usuários do transporte público, dizem que os abusos ocorrem com uma maior frequência nos horários de pico (07:00 as 8:30, e das 17:00 as 18:40). Os aliciadores procuram vítimas despercebidas. Uma das vítimas informa “fui assediada ao embarcar no terminal Praça da Bíblia em Goiânia. Ao sair da plataforma um homem se aproximou e me “encoxou” por trás, quando percebi que o homem estava sem roupa íntima e ereto entrei em pânico”. A moça de 19 anos que utiliza diariamente o sistema de transporte público começou a gritar chamando a atenção do motorista, que pediu apenas para que o homem desembarcasse de imediato. Indignada a moça prestou queixa na delegacia civil. Depois de registrar a ocorrência, ela foi instruída caso ocorra novamente.

De acordo com a PM as preferências são mulheres e crianças de ambos os sexos.
O Jornal do Meio Dia na TV Serra Dourada mostrou o caso de um homem que foi detido por populares depois de assediar uma mulher em uma das linhas do transporte coletivo.

Aumenta abuso doméstico envolvendo menores de idade

Com relação a abusos domésticos, no ano de 2012 na capital e em Aparecida de Goiânia, foram registrados de janeiro a maio 300 boletins de ocorrência envolvendo crianças. Segundo dados da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), somente no mês de janeiro, foram 118 boletins de ocorrência e 109 denúncias em Goiânia contra 181 casos registrados em Aparecida. No ano de 2011, a DPCA da capital registrou 257 boletins de ocorrência de abuso de crianças e adolescentes e 311 denúncias anônimas. Este número assusta a população que na maior parte dos casos, não sabem a quem recorrer.
A capital goiana possui apenas dois abrigos que recolhem crianças e adolescentes vitimas de algum tipo de violência domestica. E para atender a demanda os municípios precisam arcar com a contratação de mais psicólogos na rede de saúde básica. Conforme informações obtidas pela PM, além das crianças as mulheres tornaram-se alvo de abusadores que utilizam o transporte urbano, na tentativa de cometer o ato.

Robson Alves Jornalismo – 7º Período

10 DICAS: para se tornar um bom jornalista

Muita gente vem nos perguntar como se tornar um bom jornalista, como entrar no mercado de trabalho, como escrever bem. Então resolvemos escrever essa lista com 10 coisas que todo estudante de jornalismo, que realmente queira se dar bem na área, pode fazer.
É claro que não são mandamentos que devem ser seguidos sob o risco de nunca atuar no jornalismo.
Mas essa lista é resultado de uma série de conselhos de profissionais da comunicação que recebemos ao longo dos anos de faculdade. É um caminho que, pelo menos no nosso caso, tem dado certo, por isso resolvemos compartilhar com vocês.
1 – Acompanhar as notícias nacionais e internacionais, seja através do rádio, da televisão, do jornal impresso ou pela internet. Lembre-se que o bom jornalista deve saber de tudo o que está acontecendo, ainda que superficialmente.
2 – Ouvir o que os comentaristas conceituados dizem sobre as manchetes do dia. Isso poderá lhe ajudar a ter um espírito crítico.
3 – Escrever para blogs, jornais de pequeno porte, ou qualquer veículo de comunicação. Assim, além de praticar, você terá a oportunidade de divulgar o seu trabalho e fazer o seu nome circular. (Uma importante observação foi feita pelo jornalista Gabriel Toueg sobre esse ponto. “Escrevam, sim. Mas não publiquem em meios com fins lucrativos sem cobrar. Jamais. Isso prejudica os colegas mais experientes (e um dia vocês serão os colegas mais experientes), cria e eterniza um hábito péssimo de pedir colaborações gratuitas. Fazer seu nome aparecer de graça não é bom nem para você nem para a profissão. Se você não save quanto cobrar, peça conselhos. Só não faça de graça. O jornalismo agora é a profissão de vocês. Seu ganha-pão).
4 – Assista ao Programa Intervalo de Aula (especial Jornalismo) isso te dará diversas dicas de grandes jornalistas que estão atuando no mercado goiano:

5 – Seja amigo dos professores. Esse conselho parece meio furado, mas na verdade é muito importante. Pense, os professores em sua maioria são profissionais que já atuaram ou atuam na área. Logo, eles tem muitos colegas em veículos de comunicação que de tempos em tempos precisam de estagiários ou coisas do tipo. Se você mostrar interesse nas aulas e dizer para o professor que quer atuar na área, é muito provável que ele lhe indique para trabalhar (ou estagiar) em um veículo de comunicação.
6 – Participe de palestras, workshops, congressos, e eventos de jornalismo em geral. Ali você poderá obter inúmeros contatos, além de aprender mais sobre jornalismo. Dicas de eventos sempre são dadas em nosso twitter e facebook.
7 – Crie um blog. É essencial que o estudante de jornalismo tenha um espaço para divulgar os seus textos. Além de escrever para outros veículos esporadicamente, é mais do que recomendável que o jovem jornalista tenha um blog pessoal, onde possa difundir as suas opiniões e críticas, sem receio dos editores.
8 – Utilize aplicativos que lhe auxiliem no seu trabalho de jornalista. Hoje em dia existem um grande número de Apps para jornalistas. Tradutores simultâneos, conversor de áudio, editor de textos, enfim, é só procurar e testar. Com certeza encontrará algum que sirva para você.
9 – Tenha contatos fora do mundo do jornalismo. É bom ter amigos jornalistas, mas na maior parte das vezes a sua fonte não fará parte dele, portanto é bom conhecer pessoas de outras áreas também. Veterinários, policiais, advogados, garis, todos tem a capacidade de se tornar uma fonte preciosa. Além disso, muitas vezes nas conversas com essas pessoas você pode encontrar uma bela história para ser narrada.
10 – Aprenda outra língua. O inglês é primordial e imprescindível para quem quer trilhar o caminho do jornalismo. Existem empresas que nem perguntam se o candidato fala inglês, eles já dizem: “Além do inglês e do português que língua você domina?”. A situação já está nesse pé, portanto invista pelo menos no seu inglês.
Com informações do Casa das Focas

TÁ NA MÃO. Serviço de achados e perdidos da RMTC

Pensando em melhorias no serviço prestado a população goianiense o consórcio RMTC, que gerencia o transporte coletivo na capital oferece a sociedade o serviço de achados e perdidos TÁ NA MÃO

Objetos perdidos e encontrados, à disposição na central Tá na Mão

O número de usuários do transporte coletivo de Goiânia, administrado pelo Consórcio RMTC – Rede Metropolitana de Transportes Coletivo, chega a aproximadamente oito milhões e meio de pessoas por dia. São trabalhadores, estudantes, donas de casa, todo que em determinado momento do dia precisam de um ônibus para se locomover.
E nesse vai e vem de pessoas, todos sem tempo a perder, em meio a atrasos e distrações, que muitas vezes alguns usuários acabam deixando para trás um pedaço de si. E em meio a tanta gente, como fazer para encontrar aquilo que foi perdido?
Desde o seu lançamento, no mês de maio de 2014, o Serviço de Achados e Perdidos da RMTC, o TÁ NA MÃO, já catalogou mais de 4.820 itens esquecidos em ônibus e terminais de Goiânia. Dentre eles estão documentos, que lideram a listas de itens perdidos, ferramentas de trabalho, bolsas, e até um forno micro-ondas engloba essa vasta lista, mas não se assuste, boa parte desses itens já foram devolvidos aos seus donos.
Segundo a assessoria de comunicação do Consorcio RMTC, esse projeto surgiu da necessidade de uma central única de recebimento de objetos e documentos perdidos e posteriormente achados nas garagens e terminais da empresa, pois muitos eram encontrados e ficavam sem destino por não havia uma fonte de coleta e entrega desses objetos, o que gerava certa insatisfação aos passageiros.
Todos objetos achados ou perdidos em um dos 14 terminais de Goiânia, administrados pela RMTC devem ser entregues aos Encarregados do respectivo Terminais, responsáveis por direcionar os itens para a central Tá Na Mão, localizada no Terminal das Bandeiras, região sudoeste da cidade.

Quem perdeu ou esqueceu algo que possa ser identificado pelo nome do proprietário, como documentos pessoais, agenda, exames médicos, dentre outros, pode verificar se o item está na Central através do Sistema de Busca no site da RMTC, rmtcgoiania.com.br, ao através do telefone 0800-648-2222. Para localizar objetos como roupas, acessórios, bolsas ou guarda-chuvas, por exemplo, é necessário ir diretamente à Central Tá na Mão e apresentar um documento pessoal com foto. Os objetos permanecem à disposição do proprietário por 30 dias, contados a partir da data em que foram entregues. Após este período, os documentos pessoais são encaminhados ao achados e perdidos dos Correios e demais objetos, encaminhados para doação.
Luciana Fernandes, usuária do transporte coletivo da capital diz que é boa à iniciativa, pois às vezes as pessoas acham um documento e não sabem onde deixar e o terminal é o lugar ideal para deixar esses objetos.
Márcio Souza também aprova o serviço:

Acho bom porque através disso ai a pessoa que perdeu qualquer coisa acha. Ter um local certo onde a pessoa busca o que perdeu facilita o processo.


Sérgio Areda
Jornalismo 6º Período

Vendedores ambulantes enfrentam dificulades para comercializarem seus produtos no Terminal Praça da Bíblia

Ambulantes  encaram no dia a dia de comércio consumidores exigentes que buscam preço baixo e qualidade
 
A vendedora Maria Bonfim, de 42 anos, quase sussurra. O assunto pode ser assuntado por qualquer passante, mas dispara: “Olha, uma das formas de higienizar as calcinhas é lavar com sabão neutro em água quente e corrente”. Além de vender calcinhas e lingerie e sutiãs de várias cores, Maria dá dicas.
“Quando a gente ensina, elas voltam”. É o segredo de quem aprendeu tudo na internet. “Chego em casa e pesquiso tudo sobre roupas íntimas”, conta.
O cenário é o  terminal Praça da Bíblia que se encarrega de direcionar milhares de pessoas a suas casas todos os dias. O vai e vem de pessoas no meio de uma semana, como na segunda-feira, é intenso.

Barraca de produtos diversos no Terminal Praça da Bíblia
A movimentação não favorece apenas àqueles que estão diretamente ligados aos ganhos do transporte coletivo. São cerca de 60 barracas acomodadas nas plataformas A e C do Terminal.
O exemplo de Maria é apenas um de vários motes para se esquivar de shoppings centeres, já que o produto está ali, ao lado.
Numa só barraquinha, pode-se comprar cerca de 400 “bugigangas”, como chama a vendedora Valquiria Santos, trabalhando há três no terminal. “Aqui a gente tem de apostar na exposição dos produtos”, explica.
Marinalva Coutinho veio da Bahia tem 20 anos. Trabalhou até de vender pequi nas ruas do Centro de Goiânia. “Larguei o pequi porque eu nunca gostei daquele cheiro”, confessa, atendendo a uma cliente antiga.
Antônia Sônia Alencar, de 57 anos, só compra salgado de Marinalva. “Ela não é sebosa. Olha só a limpeza das coisas dela”, diz, antes de esbarrar no copo de suco do marido.
As histórias naquele terminal, nas beiras das barraquinhas são de se impressionar. Uma mulher que disse que não contaria o nome, principalmente se fosse para jornal, disse que tem “muita gente safada” no terminal. “Aqui tem muito material de péssima qualidade”, conta, quase sussurrando.

Produtos armazenados diariamente no improviso

Ana Paula Félix

A educação como um jogo de interesses

Foi realizada nos dias 25 a 29 de maio, a VIII Semana da Educação da Faculdade Araguaia na unidade Centro direcionada aos acadêmicos de Pedagogia, porém o tema discutido oferece uma série de informações para quem se interessar, já que o evento é aberto para toda a comunidade. Com programações distribuídas durante toda a semana, os participantes tiveram a percepção da situação em que a educação se encontra em nosso país. Na quinta (28) foi o dia de oficinas com discussões relacionadas à educação e em uma das salas o professor Paulo Roberto Miranda esteve palestrando sobre a relação da educação com o trabalho e a tecnologia.
A oficina ofereceu uma discussão esclarecedora para algumas dúvidas dos participantes. Kaline Frances, estudante do curso de Pedagogia do 2º período mostrou o seu anseio de entender onde ela está se inserindo e ela percebeu a importância dessa discussão nas salas de aula, pois só assim pôde enxergar a realidade. Esse assunto trouxe a ela crescimento intelectual e com o resultado da discussão entendeu que a desigualdade social e os interesses políticos estão dificultando o avanço da educação no Brasil. Ela quer desempenhar da melhor forma o seu papel como pedagoga para mudar esse quadro em sua volta.

O professor Paulo, quando foi interrogado sobre a negligência do governo com a educação direcionou esse fato como “um jogo de interesses onde o controle do estado está em primeira instância, pois não querem uma sociedade crítica que questione o poder”. Para ele, a educação só começaria a avançar quando fosse universalizada, ou seja, para todos. Como pode haver qualidade em um país onde o professor não é reconhecido e o ambiente escolar não é propício para o aprendizado?
Foram feitos vários questionamentos, e essa discussão vai longe quando começamos a fundamentar e argumentar os fatos. Mas o tempo foi curto para estudar tudo o que envolve esse momento em que vivemos na educação brasileira. Portanto, a educação não está sendo para todos e sim para as classes dominantes. Como o professor Paulo citou, “O trabalhador é para trabalhar e a elite é para pensar”. Tudo é feito para manter o controle do estado sem que seja questionado.
Texto e Fotos por: Felipe Sena, Isadora Brito e Kariny Bianca, alunos do terceiro período de jornalismo Faculdade Araguaia
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