Uma frequência de rádio que só gays podem escutar. Será?

Quase todos os dias vemos nos jornais e noticiários casos de preconceito e agressão contra gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis. O Brasil é um dos líderes em crimes de homofobia, com um homossexual sendo morto a cada 27 horas.
Para fazer uma reflexão sobre a discriminação, a Lew’Lara\TBWA criou uma ação para o Portal Mix Brasil, levando as pessoas a reverem preconceitos que elas nem sabiam que tinham.
Na iniciativa, intitulada “Frequência Gay”, ouvintes da rádio 89FM, em São Paulo, foram surpreendidos por um aviso de que a próxima música da programação estaria em uma frequência que somente os homossexuais conseguiriam ouvir.
Para crescer a discussão a nível nacional, um táxi com câmeras escondidas e um ator captou as reações das pessoas a essa “suposta” frequência. Nas imagens, vemos que a maioria dos passageiros se mostrou incomodada e disse não ouvir a música, apesar dela estar tocando normalmente. O ator interagia com as pessoas que continuavam jurando que nada estava tocando.

Após a música, uma nova mensagem concluía o raciocínio da ação dizendo que, obviamente, não existe uma “Frequência Gay”, pois somos todos iguais: ouvimos na mesma frequência e deveríamos ter os mesmos direitos e privilégios.

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