O racismo é real e ainda existe

É 2015 e o racismo ainda existe. Na verdade, sua existência ainda está tão firme e forte, infelizmente, que muitas vezes nem nos damos conta da situação. Muito além de insulto público, por exemplo, pessoas negras enfrentam o preconceito em praticamente todos os momentos da vida: da hora de arrumar um emprego à compra de um carro.
Em um vídeo que funciona como um merecido tapa na cara de cada branco, o pessoal da Brave New Films usou estudos para mostrar o quanto de racismo ainda está enraizado em nossa sociedade e em como é preciso levantar bandeiras e se posicionar em relação ao tema a fim de suscitarmos mudanças relevantes.
Assista ao vídeo (ative as legendas em português, caso tenha dificuldade em enteder) e reflita:

Faculdade Araguaia promove Jornada Científica

A VII edição da Jornada Cientifica esta sendo oferecida somente para os cursos na área se comunicação social (jornalismo e publicidade e propaganda).

MARIANA BARROS, NAYARA LEMES E SILEIMÃ PINHEIRO

Alunos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda durante a oficina de vídeo para Youtube. Foto: Anne Ribeiro.

A VII Jornada Cientifica para os cursos de comunicação social, na Faculdade Araguaia no setor Bueno, foi realizada entre 8 e 12 de maio e contou com a participação de alunos e convidados. Os dois primeiros dias foram para a apresentação de trabalhos acadêmicos nos GT’s (Grupos de Trabalho). Com os temas relacionados à Sociedade Líquida, os estudantes tiveram como base para as apresentações os autores Zygmunt Bauman, George Orwell e Guy Debord.

Foram oferecidas 12 oficinas de 4h e 8 horas, com temas diversos mais dentro do eixo temático que é modernidade liquida. Neste ano 271 alunos se matricularam para as oficinas. Ao final da semana os alunos que participaram das oficinas receberam certificado de horas extracurriculares. No dia 12 foi o encerramento da Jornada com o cine clube com o clássico The Wall (1982) com a direção de Alan Parker e Gerald Scarfe.

A aluna Bruna Morais, do 6º período de Jornalismo, elogiou a semana de Jornada Cientifica da faculdade Araguaia. “Eu participei da oficina A Política no Picadeiro: Um Espetáculo Midiático. Achei a jornada maravilhosa, nunca vi tanta coisa boa em um só lugar, o povo motivado, achei que foi muito rico”, disse. Bruna ainda contou como foi o desenvolvimento do trabalho resumo expandido que elaborou para a apresentação.“Fui orientada pela professora Marina Muniz pra fazer o resumo expandido, gostei muito, é uma experiência que vou levar pra vida toda. A faculdade Araguaia, todos os anos, promove essa Semana Cientifica e é muito bom para os alunos poderem aperfeiçoar a sua escrita e também para mostrar o seu trabalho”.

A coordenadora dos cursos de Comunicação e também da VIII Jornada Cientifica, Viviane Maia, em entrevista, falou sobre a importância desse evento. “Esse evento que promovemos todos os anos é de uma importância muito grande, acho que é dever de toda faculdade incentivar e ensinar sobre pesquisa acadêmica, os alunos sempre me surpreende com seus trabalhos muito bem produzidos”.

Programa Brasil do Avesso #2 – Adoção de Animais

Ofurô para relaxar, coleiras de cristal para ostentar, salão de festas para comemorar, motel para acasalar… não há o que não exista para agradar um bichinho de estimação.
A franca expansão do setor (que confere ao Brasil o título de segunda economia pet do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos) é fruto de uma mudança da relação entre pessoas e animais domésticos — os últimos, cada vez mais humanizados.
E o resultado é uma oferta de produtos e serviços tão especializados que chegam a suscitar a pergunta: tudo é mesmo necessário ou há exageros?
O Programa Brasil do Avesso debateu essa tema tão polêmico, ouça:

Rádio Faculdade Araguaia: Programa Brasil do Avesso #1

Quase um mês depois dos protestos de 15 de março, brasileiros voltaram às ruas neste domingo (12) para participar de manifestações em todo o país. A população pediu principalmente o fim da corrupção e a saída da presidente Dilma Rousseff. Os protestos foram organizados por grupos diferentes e as convocações foram feitas principalmente pelas redes sociais.
O Programa Brasil que é uma produção dos alunos do sétimo período de jornalismo da Faculdade Araguaia, abordou esse tema.

As leis do trabalho e a terceirização estiveram no centro do debate do Bate-Papo Ponto Com da segunda-feira (4), excepcionalmente apresentado pelo Marco Aurélio Carvalho. Para a professora de direito do trabalho da Unigranrio, Cecilia Alves, a terceirização pode significar um retrocesso para os trabalhadores.
“Infelizmente, estamos enfrentando um caminho para precarização. Estamos retornando ao que vivemos antes das conquistas que tivemos com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), e estamos observando que em face dessa instabilidade política, os trabalhadores é que estão pagando a conta”, disse Cecilia Alves.
A professora também ressalta que apesar do cenário atual não ser favorável, o governo foi o responsável por grande parte dos avanços na área trabalhista. “Nós tivemos a lei para o motorista, a regularização do seguro-desemprego, mesmo que tenha sofrido um aperto recente, mas foram grandes avanços e a terceirização neste momento vem para derrubar tudo o que foi conquistado”, ressaltou Cecilia,
Clique no player acima e confira a íntegra do programa que também contou com a participação do mestre em Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Igor Alves, e do estudante de Direito da Unigranrio, Pedro Pontes.

Video conta como um vendedor de móveis criou a maior rede de propaganda do mundo

O mundo está cheio de histórias de pessoas empreendedoras que usaram seu tino comercial para ir além. Marcel Bleustein-Blanchet faz parte desse grupo. Mesmo tendo deixado a escola aos 12 anos para ajudar seu pai a vender móveis, ele foi capaz de criar uma das maiores redes de propaganda do mundo.
Quando tinha 19 anos, ele percebeu que era capaz de vender muito mais do que mesas e cadeiras e, assim, criou a primeira agência de publicidade da França, em 1926. Assim surgia a Publicis, empresa criada a partir da ideia de que o consumidor buscava entretenimento e não apenas anúncios que não acrescentassem nada às suas vidas.
E, para contar essa história de inovação, a agência precisou apostar fundo na criatividade, com um vídeo que mostra não apenas a trajetória do fundador da agência, mas também conta a história da publicidade no século XXI. Vem ver:
Todas as imagens: Reprodução YouTube
via Hypeness.

Experimento mostra porque não devemos julgar as pessoas pela aparência

Várias pessoas foram convidadas para uma experiência promovida pela Coca-Cola que todos nós deveríamos nos permitir: lançar um segundo olhar para as pessoas que julgamos apenas pela aparência.
Esses convidados observaram algumas fotos de pessoas a fim de responder o que acharam delas. Pelo que foi dito, parece que nós continuamos fiéis aos estereótipos concebidos por uma sociedade incapaz de enxergar, ou querer enxergar, além dos rótulos.
Um homem de barca comprida e jaqueta de couro, por exemplo, recebeu a seguinte avaliação: “Eu duvido que ele trabalhe. E se trabalha mesmo, deve ser em uma banda de rock ou punk”. Já uma senhora de óculos e cardigã “não é muito forte e não deve ser muito ativa. Ela gosta de tricotar e costurar”.
Depois de alguns segundos em que o preconceito já foi formado, os participantes se depararam as pessoas que eles acabaram de “construir” e se surpreenderam. Não deixe de assistir:

Quando escolher cursar Publicidade e Propaganda?

Dizem que a Publicidade e Propaganda é a vilã do mundo atual, mas calma lá, não é bem assim. Uma campanha de doação de sangue, doação de órgãos, doação de alimentos ou de agasalhos, é ruim? Não, como toda profissão, a Publicidade tem seus bons e seus maus profissionais, a questão é de que lado você vai ficar. Um curso com várias possibilidades não pode ser limitado a apenas vender produtos que vão arruinar a vida das pessoas, na verdade nenhum produto é capaz disso, quem faz isso são as pessoas. Mas vamos ao tema de hoje!

Publicidade e Propaganda

 

“Então eu acabei o ensino médio e agora preciso fazer faculdade, eu não quero, mas sou obrigado por que meus pais querem, vou fazer Publicidade e Propaganda, afinal, é só festa, moleza!”, se você for por esse tipo de pensamento vai desistir no primeiro semestre. A profissão exige muito esforço e não é pra qualquer um que prefere uma jornada normal de serviço, algumas agências, por exemplo, permite que você escolha seu horário desde que cumpra uma meta de horas por dia, você também pode ser freelancer que é o que faço atualmente e simplesmente você esquece de ter hora pra sair, passa fácil as 8 horas diárias de trabalho, no meu caso eu sou mais puxado para parte de criação/redação, prefiro essa área, no entanto, muitas pessoas não se dão muito com softwares de criação ou se julgam não serem bons para desenvolver ideias, eu não acredito nisso, pois, criatividade todos temos uma própria e cada uma delas podem ser usadas em alguma área de publicidade.
Publicidade não é só criação temos na área o atendimento, que serve de elo entre a agência e o cliente, basicamente é a cara da agência. O marketing, essa sim é a grande responsável pela venda do produto, estabelece estratégias de preço, de distribuição e venda, da campanha até da aproximação com o consumidor. Mídia que basicamente vai escolher os veículos de comunicação mais adequados para difundir uma campanha, além de negociar a compra de espaço para anúncios em outdoors, TVs e outras mídias. E por fim a Criação/Produção que é a parte visual e sonora de uma campanha publicitária nela você tem a possibilidade e fazer jingles, comerciais e anúncios em rádios, TVs, jornais, revistas, outdoors e websites, é a área que exige uma técnica específica.
Tem outras áreas, você pode escolher o curso por alguma dessas áreas que tem interesse mas é de fundamental importância que saiba um pouco de todas as áreas, não é uma profissão fácil, mas o sentimento de ver um trabalho seu rodando por aí e sendo elogiado por pessoas de dentro e fora da área, paga qualquer noite mal dormida ou estresse passado. Se você não tem medo de desafios essa é a profissão que você sempre vai ter um diferente.
com informações do Plugcitários 

7 características da infância que mostravam que você “nasceu” para a publicidade

Talvez você nunca parou para analisar sua infância, processo de amadurecimento, desenvolvimento cognitivo, e como suas características e personalidade sempre te “moldaram”, ou já eram reflexo, de que você seria um designer.
Veja se você se identifica com as características a seguir:
 
7 características da infância que mostravam que você “nasceu” para a Publicidade
 
1 – Nos trabalhos de escola você ficava responsável por fazer a apresentação
Enquanto o grupo discutia e designava as tarefas a única coisa que você tinha certeza em mente, era de que: “a apresentação de slides eu faço”. Se você é tempo dos incríveis cartazes de papel, provavelmente, também era o que fazia as colagens e as margens de papel crepom. E durante as apresentações fazia questão de que as pessoas reparassem os slides, e ou, os cartazes.
2 – Colorir se tornava uma tarefa, quase que, “espiritual”
Você procurava sempre respeitar os limites do desenho, e se não fazia isso era totalmente proposital. Buscava a harmonia de cores e traços. Mantinha os movimentos do lápis sempre na mesma direção, e isso não era capricho, era básico. As aulas de artes eram sempre as favoritas e nessa você nunca batia papo. Cores eram sempre fascinantes e você as reparava em desenhos, livros, filmes, roupas e todo o resto.
3 – Sempre tinha uma desculpa criativa para o que fazia de errado
Caso você se esquecesse de fazer um para casa, uma história bem mirabolante e convincente já tinha sido inventada no caminho da casa para a escola. A improvisação já fazia parte de sua vida desde muito cedo, sua mãe quem o diga. Você  já praticava a arte de persuadir, e fazer com que as pessoas comprassem e acreditassem em suas ideias, mesmo que elas não tivessem tanto fundamento.
4 – Gostava mais das embalagens do que dos próprios brinquedos
O brinquedo sempre ficava em segundo plano, afinal aquela embalagem de papelão que parecia um barco, avião, canoa, casa, carro, era bem mais interessante. E as pequenas embalagens viravam (com um pouco de cola e revista recortadas) porta trecos.
5 – O diferente nunca te assustou, pelo contrário, te encantava
Você nunca via o diferente com preconceito. Sempre mostrou interesse por conhecer modos, jeitos, estilos, pessoas, músicas, artes e qualquer forma de cultura que não fosse a sua. Na verdade, o diferente sempre te pareceu tentador e objeto de estudo. Certamente você sempre demonstrou interesse em viajar pelo mundo e conhecer novas culturas.
6 – Nem bola, nem boneca. Bom mesmo eram as “atividades alternativas”!
Colorir, ficar em casa assistindo filmes, lendo história em quadrinhos, fazendo outras artes que demandavam mais criatividade do que a força física. Seus amigos nunca entendiam a forma como você se divertia. Não que você fosse sedentário, mas o termo “caseiro” nunca te assustou, pelo contrário te soava muito bem.
7 – Um mesmo objeto tinha inúmeras funções
E você sabia disso como que ninguém. Uma garrafa plástica pet se transformava num balde, foguete, bastão de beisebol, e por aí vai. Você conseguia fazer de um simples objeto um playground. Se você, por exemplo, já utilizou uma caixa de sapatos para fazer uma televisão… Parabéns, sua infância foi bem vivida.

ONG cria campanha e usa câmera Gopro para mostrar o cotidiano dos cachorros de rua

Todos os dias, morre milhares de animais domésticos no mundo, pelo simples fato deles não possuírem um lar. A ONG indiana World For All, que atua desde 2010 na proteção de animais de rua, criou uma campanha que mudará o seu conceito em relação aos animais abandonados.
Foi colocado uma câmera GoPro em um cão, para filmar seu cotidiano nas ruas de Mumbai, Índia.
No vídeo é possível ver a quantidade de perigos durante o dia, mas o que mais chamou a atenção são os maus-tratos das pessoas por onde ele passava.
A campanha alerta que existem 250.000 mil cães abandonados na cidade de Mumbai.
Confira ao vídeo:

Uma frequência de rádio que só gays podem escutar. Será?

Quase todos os dias vemos nos jornais e noticiários casos de preconceito e agressão contra gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis. O Brasil é um dos líderes em crimes de homofobia, com um homossexual sendo morto a cada 27 horas.
Para fazer uma reflexão sobre a discriminação, a Lew’Lara\TBWA criou uma ação para o Portal Mix Brasil, levando as pessoas a reverem preconceitos que elas nem sabiam que tinham.
Na iniciativa, intitulada “Frequência Gay”, ouvintes da rádio 89FM, em São Paulo, foram surpreendidos por um aviso de que a próxima música da programação estaria em uma frequência que somente os homossexuais conseguiriam ouvir.
Para crescer a discussão a nível nacional, um táxi com câmeras escondidas e um ator captou as reações das pessoas a essa “suposta” frequência. Nas imagens, vemos que a maioria dos passageiros se mostrou incomodada e disse não ouvir a música, apesar dela estar tocando normalmente. O ator interagia com as pessoas que continuavam jurando que nada estava tocando.

Após a música, uma nova mensagem concluía o raciocínio da ação dizendo que, obviamente, não existe uma “Frequência Gay”, pois somos todos iguais: ouvimos na mesma frequência e deveríamos ter os mesmos direitos e privilégios.

Quem mais te ama adverte: por favor, não fume.

Imagine comprar um maço de cigarro e, no lugar da tradicional advertência do verso, encontrar uma mensagem de alguém próximo pedindo que você não fume. Esse é o apelo que o SBT, com criação da agência Publicis Brasil, fez aos fumantes na nova campanha “Advertências Impossíveis de Ignorar”, para o Dia Mundial Sem Tabaco, que foi ontem, 31 de Março.

Por meio do hotsite www.sbt.com.br/semtabaco, qualquer pessoa pode criar sua própria advertência, com foto e mensagem direta ao fumante. Depois, é só imprimir a arte e colocar no maço de quem fuma para surpreendê-la com o apelo.
Para registrar o impacto da ação na vida dos fumantes, o SBT produziu um vídeo mostrando a reação de quem comprou cigarros com advertências de pessoas queridas, pedindo para que parem com o vício. A assinatura complementa: Quem mais te ama adverte: por favor, não fume.
“Apesar dos esforços de conscientização por meio de imagens chocantes nas embalagens, muitos fumantes parecem não se comover e até banalizam os riscos. Achamos que um pedido pessoal de pessoas queridas poderia surtir melhor efeito”, declara Priscila Stoliar, gerente de Marketing do SBT.

Toda a iniciativa é válida, mas só mesmo o fumante pode ser persistente e querer parar de fumar.

15 de Abril, Dia Mundial do Desenhista

Hoje (15 de Abril), é comemorado o Dia Mundial do Desenhista. Esta data homenageia o cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico italiano Leonardo da Vinci, nascido em 1452.

Leonardo da Vinci (1452-1519) / Foto: BBC
É considerada uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, período na história da arte que apresenta a maior explosão de gênios criativos em diversos campos artísticos. O desenhista pode ser aquele que se dedica ao desenho livre com apenas papel e lápis, um técnico, um desenhista industrial ou programador visual, enfim é uma forma de expressão, comunicação e satisfação pessoal. Dentro da publicidade e propaganda podemos identificar várias atividades profissionais que tem como base o desenho:
Designer Gráfico
– planeja impressos, cria logotipos, sites, folhetos, catálogos, identidade visual, cartão de visitas, acompanha serviços gráficos. Pode trabalhar em agências de propaganda, editoras, gráficas, montar seu próprio estúdio ou atuar como autônomo;
Designer Multimídia
– profissional com grande domínio dos meios digitais, trabalha na criação de sites, internet, folhetos, revistas, mídias sociais, entre outros;
Web Designer
– esse profissional do mundo virtual desenvolve a programação de web sites. Embora não trabalhe diretamente com desenho, esse conhecimento é importante no desenvolvimento do seu trabalho, pois atua diretamente com profissionais de criação; Ilustrador Digital – Faz ilustrações, usando recursos manuais e do computador.

“Vivo no risco. Risco sobre risco. Ponho mais risco. Rabisco. Arrisco mais um risco. Vivo a riscar! Feliz Dia do Desenhista!” – Autor Desconhecido

Mona Lisa (La Gioconda / 1503-1506) Foto: Wikipédia / Reprodução

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